segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

350# 100: Luz - 18#

Rodopiaram-te pela mão e caíram sobre a mesa. Sempre em movimento. Como se estivessem ligadas à alguma coisa, ou melhor, à ti.
Segui cada gesto teu, ouvi cada respiração e deixei-me impressionar, até ficar, literalmente, de boca aberta. Eras mágico. Sabia que não gostavas desta palavra, pois os mágicos são enganadores e, ali, sobre as tuas luzes, os círculos, ondulações, fios, imagens, cenários criados, não havia enganos. Somente o teu talento. A tua habilidade tão mal encarada.
Levei às minhas mãos às tuas e cobri-as, senti algumas piacadas nas palmas das mãos e torci o nariz. Quiseste afastar-te, mas agarrei-te com força. Não ias fugir.
Fitando os nososs dedos entrelaçados, sorri ao ver-nos brilhar com a tua luz.
Não eras um monstro como tinhas dito. Na verdade, naquele momento, julguei-te um anjo.


És linda(o), importante e fantástica(o). Nunca penses o contrário. 
Com amor, 
 Nameless

3 comentários:

  1. Respostas
    1. Olá Diana!
      Obrigada linda, é bom saber que gostaste do texto.

      Love, Nameless

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  2. sim querida, pode dizer-se que sim. espero q tenhas razão ..

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"Posso não concordar com uma só palavra tua, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lá."__ Voltaire