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quinta-feira, 18 de julho de 2013

493# Desafio: 30 Dias - Dia 18#: Um site que visites regularmente e outro que tenhas perdido o interesse - 19#

Hoje, recordei-me do Desafio dos 30 Dias. Sabia que o tinha de fazer, porém, nunca mais me passou pela cabeça terminá-lo, até hoje.


Um site que visito regularmente, é o Wattpad, pois adoro ler e, por vezes, preciso de uma pausa dos livros. Além disso, é sempre bom poder fazer críticas construtivas a quem começou a escrever ou precisa de ajuda para melhorar. É claro que há sempre quem tenha as suas ideias formadas sobre a própria escrita e não aceite críticas negativas, contudo, isso também é uma forma de fazer rir durante o dia. Acreditem. 

E um que não me cause interesse... Não sei. Se já não me interessa é porque deixei de o visitar há muito tempo. 

Boa semana!

Valentina

sexta-feira, 14 de junho de 2013

468#Entre Blogs: Meeting - 7#


Hoje a tarde, quando passeava pela Blogosfera vi, no blog da Daniela, este post, onde ela falava sobre um possível meeting entre bloggers. Pessoalmente, acredito que a ideia é super engraçada e que é algo que valeria a pena., por isso, repasso a mensagem:

Bem pessoal, este é o movimento de que falámos no domingo, gostávamos imenso que todos aderissem e que tornassem este meeting possível, estamos a contar com vocês.
Não decidimos ainda nenhuma data, pois não temos a certeza da adesão e se essa adesão for escassa, não valerá a pena, como já dissemos antes, serão realizados meetings no Norte e no Centro, para que grande parte possa participar, quem quiser aderir ao Meeting ou confirmar a sua presença, deverá ir ao blog do Pipo e responder "sim" ao post dele!Vamos tornar este meeting possível com a ajuda de todos e ajudem a espalhar a mensagem!Contamos com vocês!___ Blog Pages of Freedom

Eu já fiz a minha parte, os interessados que façam a sua. Sigam o link e escrevam um comentário a dizer que querem participar. Ah! E partilhem esta ideia! Um post por pessoas e todos ficarão a conhecer este projecto.

Valentina de Andrade

domingo, 6 de janeiro de 2013

376 # Entre Blogs - 6#

Quanto mais vagueio pelos blogues, mais aborrecida fico. Parece que há cada vez mais gente deprimida, decidida a terminar com a própria vida, porque nada mais interessa, para além da tristeza.
Sei o que é estar triste, sei o que é sentir-me mal, contudo, sempre que estive em baixo, soube levantar-me, mesmo sentindo-me sozinha.
Honestamente, começo a pensar que não é uma questão de  coragem, mas sim a estúpida capacidade de gostarem de estar onde estão. De colarem a faceta negativa o corpo. Não condeno os sentimentos que as pessoas têm, mas, honestamente, condeno a forma de agir de cada pessoa.
Podemos todos ser felizes, temos é de fazer um esforço para isso.

Boa semana, Nameless

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

328# Entre Blogs: Racismo - 5#


 "As pessoas que separam cachorros por raças fazem isso porque acreditam que uma raça vale mais que a outra. Eles acreditam mesmo nisso. Ganham dinheiro com isso. Movimentam um mercado. Dividir uma espécie por raças nada mais é do que racismo.

Sinceramente acredito que todo cachorro é cachorro e que toda pessoa é pessoa. E dentro disso não entendo como alguém que morde seu sapato, encoxa sua perna e caga no seu tapete pode ser considerado o melhor amigo do homem.

Se você me disser que é da raça negra preciso dizer que você tambem é racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça é melhor ou pior que a outra. Pois se todas raças são iguais então a divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando algo se no fundo dá tudo no mesmo?

Quem propagou com muito entusiasmo a idéia que "negro" é uma raça foram os escravistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: "Podemos trata-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra". Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho em ser da raça negra eu juro que nem me passa pela cabeça chama-lo de macaco. E sim de burro.

Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar loira caucasiana de burra, gay de viado e ruivo de salsicha, que nada mais é do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.

Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:
- O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa terrível. Graças a Deus não somos macacos.

Prefiro ser chamado de macaco do que de girafa. Peça para um cientista fazer um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a maior nota.

Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos, não xingamos diretamente a pessoa e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do macaco?

Se o assunto é cor eu defendo a idéia que o mundo é uma caixa de lápis coloridos. Somos os lápis dessa caixa. Um lápis é menos lápis que o outro só porque a cor é diferente? Eu desenho desde criança, então acredite em mim: Não mesmo. Todas essas cores são de igual importância. Ok. Ok. Foi uma comparação idiota. Confesso. Os lápis são todos do mesmo tamanho na caixa. E no mundo real o lápis preto é bem maior que o amarelo.

Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo "preto" pois esse é o nome da cor. Não fica destoante isso: "Branco, Amarelo, Vermelho, Negro"?. O Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy que inspiram meu trabalho não. Mas se gostam tanto assim do termo negro, ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas é só uma palavra. E embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.

Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia escutarem eu dizer: "E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!". Porém, se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer "Desculpe meu querido, mas já que é um afro-descendente é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo uma outra mesa muito mais bonita pra você!" sei que receberei elogios dessas mesmas pessoas, afinal eu usei os termos politicamentes corretos e não a palavra "preto" ou "macaco", que são palavras tão horríveis.

Os politicamentes corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite. Isso é racismo, pois transmite a idéia de superioridade que essas pessoas sentem em relação aos seus "defendidos".

Agora peço que não sejam racistas comigo por favor. Nao é só porque eu sou branco que eu escravizei um preto. Eu juro que nunca fiz nada parecido com isso nem mesmo em pensamento. Não tenham esse preconceito comigo. Na verdade sou ítalo-descente. Italianos não escravizaram africanos no Brasil. Vieram pra cá e assim como os pretos trabalharam na lavoura. A diferença é que Escrava Isaura fez mais sucesso que Terra Nostra.

Ok. O que acabei de dizer foi uma piada de mal gosto porque eu não disse nela como os pretos sofreram mais que os italianos. Ok. Eu sei que os negros sofreram mais que qualquer raça no Brasil. Foram chicoteados. Torturados. Foi algo tão desumano que só um ser humano seria capaz de fazer igual. Brancos caçaram negros como animais. Mas também os compraram de outros negros. Sim. Ser dono de escravo nunca foi privilégio caucasiano e sim da sociedade dominante. Na África, uma tribo vencedora escravizava a outra e as vendia para os brancos sujos.

Lembra que eu disse que era ítalo-descendente? Então. Os italianos não escravizaram os pretos, mas os romanos escravizaram os judeus. E eles já se vingaram de mim com juros e correção monetária, pois já fui escravo durante anos de um carnê das Casas Bahia.

Se é engraçado piada de gay e gordo, porque não é a de preto? Porque foram escravos no passado hoje são café-com-leite no mundo do humor? É isso? Eu posso fazer a piada com gay só porque seus ancestrais nunca foram escravos? Pense bem, talvez o gay na infância também tenha sofrido abusos de alguém com o chicote.

Se você acha que vai impor respeito me obrigando a usar o termo "negro" ou "afro-descendente", tudo bem, eu  posso fazer isso só pra agradar. Na minha cabeça você será apenas preto e eu branco, da mesma raça, a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita "100% humano", pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça.

OBS: Antes que diga "Não devemos fazer piadas com negros, nem com gordos, nem com gays, nem com ninguém" Te digo: "Pode colocar meu nome aí nas páginas brancas da sua lista negra, mas te acho chato pra caraio".
 
Texto Retirado de Danilo Gentili

Nameless

sexta-feira, 20 de abril de 2012

130# Entre Blogs - 4#


Esta é a Adele. Uma cantora que, quase toda a gente conhece. tanto pela sua voz, como  pelo seu corpo ou pelas suas afirmações que, por vezes, se mostram controversas. Todavia, esse paradoxo apontado por muitos, tem muito que se lhe diga.


Hoje, enquanto passeava por blogs e sites, deparei-me com um qua a criticava fortemente, a ela e, de um um modo indireto, toda a gente que se encontra acima do peso ideal. O que é que isso tem? Não será o primeiro nem o último. Verdade, todavia, a pessoa falava sobre e para esta cantora por ela criticar publicamente o que toda a gente critica e por ela aproveitar situações que lhe são oferecidas.



Além do mais, via-se irritada por ver que ela tinha perdido peso, devido a uma operação que ela teve de fazer, pois encontrava-se com um problema qualquer. Esta intervenção permitiu que a cantora perdesse um peso considerável, como se vê na foto acima.


No entanto, quero referir-me ao que as pessoas entendem e não ao que ela diz. O facto de ela dizer que nunca desejou algo, não quer dizer que não o possa fazer. Na imagem acima ela declara que nunca quis parecer-se às modelos que surgem nas revistas. Afirmou ainda que representava a maioria das mulheres e, mesmo que tenha emagrecido, continua a fazê-lo. Isto, porque o tamanho médio mundial de vestuário por parte das mulheres, não é o 36 ou o 38, é o 44 - muito provavelmente o que ela veste neste momento.


A escritora do blog que visitou, criticou-a por surgir maquilhada em revistas, principalmente nas duas últimas da imagem acima. Isto, porque ela disse que não era da sua intenção de ser a marca de tais empresas. Contudo, pergunto-vos como pessoas comuns: Se vos surgisse a oportunidade, mesmo que nunca tivessem desejado ser a cara de uma determinada marca não aceitariam? Ela, neste momento, representa, numa revista mundialmente conhecida, uma classe de mulheres que ainda não tem muito sucesso no mundo da moda.



Esta mulher afirmou ser gorda e ter orgulho nisso. Emagreceu, mas não deixou de dizer o que dizia. Sim, apareceu na Vogue com um decote e maquilhagem, contradisse-se. Não gosta de exercício físico, há tanta gente assim, vamos condená-los a todos? Não é um bom exemplo, todavia, há ideias que já estão feitas nas mentes de muita gente.
Posso não ter sido objetiva, mas, a Adele não é desleixada, como a escritora do blog disse que todas as mulheres eram. Ela maquilha-se, tal como a crítica afirma que as mulheres devem fazer, caso queiram a atenção dos homens mais giros. Cuida-se, simplesmente não pratica exercício. 
A minha nota final sobre o assunto da Adele, aparência, declarações e personalidade: Sejam quem melhor vos agradar. Cuidem-se, do modo que melhor desejarem. Errem, para que se sintam humanos, mas nunca deixem de representar o que mais vos inspira. 

Sorte nº17, NamelessGirl

Blog que me fez escrever este post: Blog Xiaxue


domingo, 15 de janeiro de 2012

66# Entre Blogs - 3#



O meu ser reclama o sangue do mundo
Mas eu abafo isso tudo
Fecho-me por entre paredes
O mundo não quer ser incomodado com as minhas sedes

A raiva consome-me como nunca
Reclama tudo, rege ainda mais
Destruindo todas as coisas banais
Enlaça tudo, destrói o mundo
E eu cá fico, contando cada segundo

Vou ficando louca!
Porque nada me sai e tudo me consome
Triste de quem no meu caminho se atravessar
Triste porque acabarei por o pisar
Vou caminhando, e esqueço-me
Daquilo que me fez caminhar

Caminho, quase por desespero
Caminho no escuro e pela luz espero
sem hesitar, sem tropeçar
A raiva não me larga
E vivo com esta saga

Tirem isto de mim !
Quero ter paz por fim!

Sorte  nº17, NamelessGirl




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

56# Entre Blogs - 2#


"Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a dizer.
E mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordenadamente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade.
Às vezes é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um deus qualquer que nos dê força e serenidade. Pensar que o tempo está a nosso favor, que o destino e as circunstâncias de encarregarão de atenuar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno que teve o seu tempo e a sua época e que um dia também teve o seu fim.
Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizémos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor.
Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último combóio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.
Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar.
Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer."
O sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer."

Margarida Rebelo Pinto, in  Blog Pensando e Falando

Sorte nº17, NamelessGirl

domingo, 25 de dezembro de 2011

47# Entre Blogs


“Can I tell you something I have learned? I have learned that we each have a choice to make.
The choice is this: When we create art, do we approach it like a traveler sticking wisely to the path, walking at a well-paced stride?
Or do we stray off of the path, get lost in the brambles, climb the surrounding trees, dream in the tall thickets?
We each have a choice to make.
When we make that choice, that is when the angels awaken and whisper, "Oh, this one is ready, now.”
in, Shadowness    


        Sorte nº 17, Nameless Girl