Enquanto jogávamos as cartas...
D.: Oh! Viste o riso malandro dela? - e aponta para mim. - Tu, Nameless, estou de olho em ti.
E eu rio-me ainda mais.
(Sempre no gozo...)
(Sempre no gozo...)
A.: Que riso malandro mais merdoso. Se ainda jogasse alguma coisa de jeito...
Eu: Por me tratares mal, é isso que terás de mim, jogadas merdosas. É a única coisa coisa que mereces.
A.: Vai à merda.
Eu: Vai pó caralho!
Perdoem a minha linguagem de marinheiro, mas este rapaz tira-me do sério.
Zic.: Eu sinto aqui no meio... uma faísca...
E eu rio-me ainda mais e jogo uma manilha. Siga-se com o jogo!
Quase a tocar para a entrada...
(Relativamente a outra conversa que se deu durante o jogo)
(Relativamente a outra conversa que se deu durante o jogo)
A: Ficaste chateada com aquilo que te chamei?
Olho para ele e sorrio, nada digo.
A: Vá lá, diz-me qualquer coisa. Ficaste chateada ou não?
Volto a sorrir, mas desta vez respondo-lhe.
Eu: A., deixa-me em paz - e sorriu-lhe com alguma maldade.
A.: Ai... A sério, diz qualquer coisa. Não sorrias apenas. Eu não sei dizer se estás chateada, a ser cínica ou se estás a gozar comigo.
Encolho novamente os ombros e sorrio.
A.: Por favor, desfaz-me a dúvida. Tu não podes ser assim, és muito fechada, tens de te abrir mais.
Eu: Vamos subindo, já tocou para a entrada.
A.: Espera aí, a stôra ainda demora uns dez minutos. E diz-me lá, ficaste chateada com o que te chamei ou não?
Eu: Vou subindo, vens? É que o D. ainda demora algum tempo, está a fazer companhia à Pi.
E vamos os dois para sala de aula sem tocar mais no assunto.
Ele não sabe, mas acabei por ficar chateada. No entanto, fiz-lhe companhia, à chuva, até metade do seu caminho, indo à pé e à chuva para a paragem do autocarro... Acho que afinal não estava assim tão aborrecida.
Have fun, Nameless