segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

342# Blog: Mudanças - 9#

O blog está em mudança, mas o meu sono fala mais alto. 
Desculpem-se a desorganização do espaço. Amanhã prometo tratar disto como deve ser. 
Já agora, alguma sugestão?


Love you all!
Nameless

domingo, 9 de dezembro de 2012

341# Saudades: Os meus meninos - 3#

Tenho saudades dos meus meninos. De brincar com eles, de vê-los crescer. E, de forma estranha, até tenho saudades de me rir cada vez que alguém me perguntava: "Como é que se chama o seu filho?"
O mais velho, o meu sobrinho, vai fazer sete anos em Fevereiro. Estava sempre com ele, mas já não o vejo desde finais de Julho. O que é estúpido, porque cheguei a mudar-me para casa do meu irmão para tomar conta dele. Levava-o para a escola e para casa. Passeava com ele e eninava-lhe coisas. Agora, se lhe falar, é capaz de trocar o meu nome por outro qualquer.
É por ele e por muitos outros motivos que adorava que o meu irmão aparecesse mais  vezes cá por casa... Nem que fosse uma vez ao mês... 
Enfim...
O meu outro menino é o L. Vai fazer um ano este mês. Tomei conta dele durante quatro meses, pois a mãe dele estava a trabalhar e o meu tio não estava com ela. Fui nomeada a sua segunda mãe. Ainda sorrio com isso. 
Agora está em Inglaterra, com os pais e o mano mais novo, que tem um mês.
Estou cheia de saudades!! E apenas o vou ver em Março.
A sério, isto de ter meninos dá muito que recordar e falar. 
E é exatamente por gostar tanto de crianças, que me pergunto por que é que não tenho interesse algum em ter filhos meus. Um longo assunto a pensar...


Aproveitem o resto do Domingo!
Nameless

340# 100: Introducao - 16#

Passos tortos, caminhos retos e linhas pouco certas. A minha vida sempre tinha sido assim e não via motivo para mudar. Gostava de quem era, do que era, porém, tinha a perfeita noção de que acabaria por pagar o preço de gostar demasiado de mim. Toda a gente paga pelo seu egocentrismo e, aquela ínfima parte de dor, era a introdução ao meu sofrimento.
Encolhi-me sobre mim mesma. Caí de joelhos e fitei os céus noturnos. Será que me ia deixar desfalecer ali? Naquele momento?
Tossi e senti o estômago a revoltar-se. Contraí o abdomen e caí no chão, com o rosto voltado para o chão. Raios! Porquê morrer? Não queria. Não queria uma nova madrugada... Um novo dia... Uma nova dida, após a morte...
Respirei fundo e, por segundos, jurei para comigo mesma, que me tinha sentido bem. Sorri e chorei. Senti-me livre, todavia, pesada. Ia começar... Agora, era só esperar e morrer.


Boas leituras, Nameless

339# Video: O que algumas raparigas deveriam saber - 2#


Adorei este vídeo! É lindo. Diz parte do que penso e, além disso, fez-me sorrir e rir.
A sério, é fantástico ver um rapaz a dizer isto e não uma rapariga. Isto, porque,  se fosse feito por uma rapariga, pareceria mais uma lição de auto-estima e não uma mensagem real, por parte do mundo masculino.
Pessoalmente, não gosto de maquilhagem, nunca gostei. Uso decotes, porém, como tenho o peito grande, nem sempre sinto-me confortável com isso. Gosto de vestidos e não de saias. Sou uma pessoa prática. Calças, ténis e camisolas de malha ou t-shirts e casacos. Não me peçam para pôr em saltos altos, só o faço para festas, não para a escola, nem nada que não seja minimamente importante.
Vá, confesso que estou sempre a roubar casacos, porque os meus não são realmente casacos de Inverno.  O Zic sabe bem que, se ele não estiver a usar o seu casaco eu usa-lo-ei. No entanto, quando me oferecem o casaco, tenho por hábito recusar. Se eu tenho frio, não vou deixar que a outra pessoa também sinta frio. É uma razão lógica.
Não gosto que gastem dinheiro comigo e que não me deixem gastar dinheiro com essa pessoa. Agradeço e acabo por sorrir, contudo, sinto-me realmente mal por ver alguém a dar-me coisas sem aceitar seja o que for como forma de agradecimento. Hum... Indago-me se é aqui que a parte do estar contigo é a melhor coisa que podia ter, não tens de me compensar em nada, entra...
Enfim... Qual é a vossa ideia em relação a este vídeo? Identificam-se com ele ou nem por isso?
E, por amor de Deus, não me venham com comentários parvos de "É gay, os homens gostam de gajas que mostrem o corpo", que eu depois respondo-vos: "Sim, claro, para as chamarem de putas..."

Boa noite, Nameless

sábado, 8 de dezembro de 2012

338# A NamelessGirl: Quanto a quem sou... - 25#



Possuo uma história. Com partes que nunca contarei, com segredos que poderei revelar, com ideiologias que deixo morrer ou crescer, até se confirmarem.
Conheço-me bem, sei por onde andei, o que me marcou, o que foi e ainda é importante. Marco os meus amigos e desmarco aqueles que, por livre vontade, me fogem pelos dedos.
Sei o porquê de gostar das coisas e de me perder naquilo que aprecio.
Estou marcada, como escrevi numa história: É egoísta da minha parte dizê-lo. Confesso que sim, porém, sejamos sinceros: nós marcamos pessoas e ela foi marcada por mim... 
Eu  estou marcada por muita gente. Desde aquelas que se sentam ao meu lado no autocarro e contam a sua vida, para desabafar, àquelas que me param na rua para fazer um elogio e àquelas que já me pararam, para dizer que era feia. Estou marcada por ti, que me lês e pelos que não me leem nem sabem da minha exitência. E neste último caso estou marcada, porque são pessoas que posso vir a conhecer e, quem sabe, contar a minha ainda curta história.
Mas atenção! Não sou uma história que será contada em meia hora. Não sou ninguém que se possas escrever. Sou uma pessoa que tem de ser estudada. Que nunca te dirá: Preciso de falar contigo, tenho um problema. Sou a pessoa que te dirá: Ontem tive um problema,mas consegui resolvê-lo. Isto, porque sei que tenho de enfrentar cada situação que se mete no meu caminho e resolvê-la.
Embora já não esteja sozinha, ainda não perdi o hábito se agir somente por mim mesma, ainda não sei trabalhar em grupo, partilhar ideias e dizer que preciso de ajuda. No entanto, sei procurá-la em silêncio, algures, muitas vezes, dentro de mim.
Conheço muita coisa. Oh... Como isto é verdade.
Conheço a pobreza, a fome, o cansaço, a tristeza, a depressão, a alegria, a felicidade, o amor, a amizade, a traição, o desespero, o desejo de morte, a perda, a pressão, a ansiedade, o tédio, o vazio, a desilusão, a ideia de que estou perdida, de que não perteço, a esperança de pertencer e até a certeza de que estou deslocada. Mais uma vez errada. Conheço a vergonha, a humilhação, o medo. Conheço muito mais, mas sei que vocês também conhecem, logo, não vale a pena escrever sobre isso. E, apesar de todas as coisas más, sei o que é sorrir, sem máscaras. Sorrir porque estou contente. 
Se bem que ainda sorrio pouco, contudo,  mais do que antes.
Não me peçam abraços! Não sou de braços, porque, durante muito tempo, não soube demonstrar bem os meus sentimentos e os abraços dizem muita coisa. Também não me perguntem se choro, porque o faço. Muito pouco. Somente quando expludo. Mas aí, é porque tenho demasiado peso em cima dos ombros e porque alguma coisa não está a correr bem. Todavia, a vossa frente, ou daqueles que conheço. não choro. Se chorar, quem é que os faz sorrir? Toda a gente tem de sorrir. Eu tenho quem me obrigue a fazê-lo, logo nessa área não tenho problemas.
Que mais vos posso dizer sobre mim?
Sou defensora daquilo em que acredito. Não volto com ideias atrás, não desdigo o que por mim já foi dito e não aceito que me coloquem palavras na boca. Sou honesta, demasiado até. Aquilo que não quero dizer, acaba por ser dito de qualquer forma. Do mesmo modo que falo, não tenho medo de ouvir. Já escutei palavras duras, simpáticas, de ódio... e estou viva.
Há quem não aguente, mas nesse ponto, o tempo ajuda, a vida também ensina.
Não sou romântica. Nem gosto de ler romances. São muito irreais. Têm todos os mesmos problemas, as personagens possuem sempre as mesmas personalidade e as lutas que têm com a vida são tão... vagas. Choram por amor. Está bem, é justo, mas e depois? Depois não há nada. Existe uma reviravolta... happy ending... Pois bem, minha gente, não existem finais felizes. Estes apenas acontecem nas histórias inacabadas. Ou melhor pensando... aconteciam na altura em que amar não era um verbo com o mesmo valor que foder. Aí, mesmo sabendo que alguém morreria, existiam finais felizes, porque aí o verbo amar era o mais alto de todos. Hoje, é dos mais baixos. Para quem gosta de pensa,r filosofar na poltrona e analisar as vidas dos outros, é triste entender isso. Pois eu vejo pessoas de grande idade juntas, a caminhar lado a lado. Muitas vezes, de mãos dadas e isso, por vezes, dá-me vontade de sorrir, porque é lindo de se ver. E quando vejo duas crianças juntas... quando vejo duas crianças a beijarem-se... rio-me. Não há nada mais lindo do que o amor não maltratado e inocente. E o facto de as ver tão puras é que me faz perguntar: Como é que podem não gostar de crianças? Também já o foram! Porque fazem birras? Porque são mimados? Porque querem tudo o que veem? Por favor, são crianças! Elas não têm culpa de serem quem são. Estão a ser criadas po outros, a surgir consoante o que lhes é ensinado. Tal como nós. Com o tempo, aprenderão a ser melhor. Compreenderão o que podem e não podem ter. Deem-lhes espaço. Elas crescerão. Mas aí desejarão que voltem a ser o que eram. Eu, por exemplo, adorava que os meus irmãos continuassem pequenos, aí, brincar com eles, tinha mais piada. Tomar conta deles, era... único. E acreditem, tenho saudades!
Que mais? Hum... (mordo o lábio enquanto penso...)
Os meus defeitos!
Sou muito fechada. Não gosto de desabafar, porque sinto que estou a fraquejar. Por isso é que gosto de passear e esvaziar a mente enquanto caminho.
Não sou boa a falar com estranhos. Não tenho jeito para puxar assunto, sou muito calada.
Sou muito centrada em mim. Estou sempre a dar exemplos da minha pessoa. Não sei se é por ser leonina ou se é mesmo de mim.
Sou impaciente. Não gosto de esperar. Principalmente quando sei que não há motivo para isso. Porém, como concluí depois de uma aula de Psicologia: Há de chegar uma altura em que  a espera será um mito e o verbo desta mesma palavra sumirá do dicionário.
Espero bem que assim não chega, porque o nosso mundo já caminha por caminhos feios.
Também sou um pouco insensível e descuidada. Desastrada e, por vezes, ainda insegura. Tenho receio que não gostem de mim, contudo, esse é um sentimento que sempre me acompanhou e do qual ainda não me livrei.
Consigo ser convencida, quando sei que faço alguma coisa bem. mas, em minha defesa, apenas o sou durante alguns momentos, o sentimento depois desaparece.
Tenho a mania que sou professora de Português. Tenho tendência a corrigir toda a gente, mas a única pessoa que se chateou comigo por causa disso foi o A., por isso, parei de o fazer com toda a gente. Se bem que, cada vez que oiço um erro, algo em mim morre aos poucos.
Sou mentirosa. Para mim mesma, atenção! Gosto de dizer que tudo vai ficar bem. Que as coisas más não vão acontecer, mesmo sabendo que vão acontecer.
Sou preguiçosa, se puder ficar quieta sem fazer nada, é o que faço, mesmo sabendo que há algo por fazer. O problema é que a minha consciência não me deixa ficar com as tarefas incompletas.
Acho que não tenho muitos mais. Fico-me por aqui.
O que gosto e o que não gosto pouco são importantes. E, por isso, é assim. Vou com o vento. Perco-me por onde me posso perder e corro, por onde ainda houver caminho. Vou constatando os meus medos e ultrapassando vergonhas. Sempre muito racional.
Por ser muito racional, é que não considero que tudo seja uma problema sem solução. Não... O meu maior drama não é o meu namorado, nem é a falsidade do meu vizinho. Nem o facto de me terem falado mal, ou de achar que não tenho amigos, ou que ninguém gosta de mim. Não! Isso já passou por mim há muito tempo. Há uns seis anos, um pouco o ano passado.
Para mim, problemas são aqueles que não têm mesmo solução. Os que nos afetam para lá do que é fisico e psicológico. Para mim, um problema, é saber que há quem se levante a não tenha o que comer.
Um problema é uma pessoa perder a casa porque perdeu o seu emprego, ou perder a guarda dos filhos, pois não tem como cuidar deles, embora os ame. Um problema que tive na minha vida, foi despertar e sentir que tinha perdido tudo o que era, que já não era dona de mim. Isso, foi um problema. Entre outros que me ensinaram a ser quem hoje sou.
Uma amiga minha, enquanto passeávamos por um centro comercial, disse-me: "Tu eras aos dezasseis, aquilo que eu hoje sou aos vinte. E isso é assustador."
Eu ri-me, mas é verdade. Não sou criança. Se sou, é muito pouco.
Quem é que, aos dezoito anos, adormece a pensar: Amanhã, quando chegar à casa, tenho de fazer o jantar, tenho de ter a certeza de que isto ou aquilo está feito, para que esta ou aquelas pessoas não tenham trabalho.
E isto é apenas um dos meus pensamentos!
Sou demasiado racional. A minha vida fez-me assim. Aos catorze anos pensava eu como os meus colegas de dezoito. Aos quinze já não me ria de tudo o que fazia. Aos dezasseis, dividia na perfeição aquilo que me competia e o que não me competia. As doidices que cometia eram sempre ponderadas e nunca pisava o risco. Nunca pisei o risco ao ponto de não poder voltar atrás numa decisão.
Isto é bom? É mau? Não sei. Um dia, quando for mais velha, decidirei sobre isso.
E é tudo. Talvez demasiado. Sei lá! Decidam vocês, se lerem este texto, que eu já terminei e nada vou acrescentar. Por isso, queridos leitores, aqui têm um bocado de mim.
Logo, quanto a quem sou... sou alguém que vai vivendo. Recusando a ideia de apenas existir. 

P.S.: Sem saber o que pensavam antes, o que é que acham de mim agora?

Nameless

337# Semanario Adolescente - 7#

 
E Ola'' 
Como é que foi a minha semana? Atarefada!
Comecemos, claro, por segunda-feira.
Mais uma vez não me recordo do que é que fiz, porém, sei bem que recebi um telefonema da Will a dizer-me que tinha cliente que queria um vestido, com urgência, para terça-feira.
Terça-feira... Tinha dois testes. Psicologia e Inglês... Hum... o que é que eu, doisa, fiz? Disse que sim, porque achava que era algo fácil, pelo que ela me tinha dito.
Bem... errei...
Terminei o vestido ao fim de duas noites sem dormir e, mesmo assim, gostava d eo ter trabalhado mais.

Terça-feira: Não entreguei o vestido no dia pedido. Foi-me impossível.
Tive dois testes, que, honestamente, até correram bem e fui a correr para casa, ao fim de despachar a encomenda.
O problema das terças-feiras, é que sou eu a tratar do jantar. O problema é que, muitas vezes, não tenho e de tratar apenas do jantar. Por vezes, quando os meus irmãos decidem não fazer nada, tenho de arrumar a casa, lavar a casa-de-banho, fazer o almoço e, só depois, é que fico livre para fazer o que tenho a fazer. 
Pois bem, foi o que aocnteceu nesse dia...
Quando dei por mim, eram uma e meia da manhã, o vestido não estava terminado e eu estava morta de cansaço... 
Para piorar a minha noite, tinha o pc ligado, porque estavaa  ouvir música e deparei-me com um texto que me fez recordar o que há muito tinha esquecido, o que me deixou frustrada e irritada.. Parei de costurar, atirei o vestido para o lado e fui-me deitar. O problema, é que não tinha noção de que quarta-feira o fia seria muito pior...
Oh Lord...

Quarta-feira: Cansada... Sono... E o despertador não tocou!
O despertador não tocou!
Acordei eram sete e dez, tinha educação física e, àquela hora, deveria estar a sair de casa, para apanhar o autocarro.
Abanei a cabeça e voltei a deitar-me. Não estava com cabeça para assistir à aula.
Quando me levantei para física, deparei-me como meu tio a ver televisão e, ainda sem me dizer bom dia, disse-me que a minha avó tinha morrido.
Fiquei parva a olhar para ele e pedi-lhe para repetir o que é que ele me tinha dito.
Não sou, ou era, muito próxima da minha família que não vive em Portugal, porém, ela, era alguém com quem trocava correspondência, fotografias, alguém com que falava com alguma regularidade. Foi estranho ouvir que ela tinha morrido, porque sognificava que não ia ter resposta alguma à minha última carta enviada nem  que ia ouvir a sua voz novamente.
Não sei dizer quão triste fiquei ao certo, mas soube ver que essa foi uma notícia que não afetou o meu pai, porque eles não se davam minimanete. Enfim, a minha família, em geral, tem sérios problemas no que se trata de relações.
Fiquei em casa durante mais meia hora e saí. Recordei-me que tinha parte do teste de Português  para fazer. 
Cheguei a meio da aula de História, a minha turma estava decidir onde é que seria o jantar de Natal. Avisei a stôra que já tinha chegado e sentei-me. Não pensava em nada. Não tinha ido a correr, por isso, não estava cansada. Estava em silêncio e não ouvia o que diziam. Só dei conta que o A. falava comigo porque deu-me um toque no braço. Fitei-o e perguntei-lhe se falava comigo. Ele lá disse que sim e perguntei-lhe por que é que se tinha passado. Não lhe respondi. Não soube o que responder. Pensava em demasiada coisa ao mesmo tempo. Apenas abanei a cabeça e sorri-lhe. Ele, pousou-me a mão no braço e disse: Não penses mais nisso.
Olhei para ele e sorri-lhe outra vez.
Acho que ele começa a entender-me. 
O resto da aula de História passou-me ao lado, porque não demos matéria. Vimos um vídeo que não interessava a ninguém e, ao toque, saímos.
Não dei conta, a L. é que me disse que passei os quinze minutos de intervalo com a boca cerrada. Disse-lhe que não tinha nada para dizer e entrei na sala, para fazer a composição. Terminei a composição de Português e fui para casa com o A., quase que não falamos durante o caminho. Acho que eu não queria falar e ele não sabia do que falar comigo.
Despedi-me dele, onde os nossos caminhos se separam e apressei-me em direção à paragem. 
Quando desci o bus fui a correr para a casa. Terminei de costurar o vestido e saí ao encontro da Will.
O resultado, com os alfinetes, foi este:

(Instruções seguidas: Vestido de algodão cor-de-rosa, cai-cai, que acentasse bem no corpo)


(Esboço do vestido antes de ser costurado.
Não liguem ao fundo, eram duas da manhã e eu estava a procura de alfinetes...)

Felizmente o vestido ficou-lhe bem, ela adorou e ficou toda contente. Eu também sorri e esqueci logo o meu sono das duas noites de dormir.
Não lhe tirei uma foto, contudo, isso não é importante, tiro das próximas peças que costurar, porque tenho mais oito encomendas.
Quanto a organizar as ideias, deixei isso de lado até quinta-feira, em que apanhei a molha da vida e aproveitei para gritar comigo mesma.
Coisas de gente doida? Não, em mim isso é completamente normal. 

Quinta-feira: Respirar fundo! A encomenda já tinha sido entregue e só me faltava fazer o teste de português. Passei, como é normal, o dia com os rapazes, no entanto, cheteei-me com o A. O que tornou-se óbvio aos olhos da Pi, pois ela comentou o facto de eu estar longe do grupo.
Ele lá foi falar comigo depois, algo que seria escusado, pois não fico chateada com ninguém durante muito tempo, e lá lhe expliquei o porquê de ter ficado chateada. Ele já sabe que comigo não tem de pedir desculpas, que não quero que o faça, por isso, sorriu-me e fez de tudo para que me risse na aula a seguir. 
Iap... aí está uma amizade que não quero perder!

Sexta-feira: Cheguei à escola para ter a aula de Psi. B e dearei-me com o stôr de moral/ direito/ latim de lá da escola. A SaFe lá me disse que o stôr ia falta
Tivemos de repetir a primeira declinação de rosa em latim e só depois é que ele nos deu os testes.
Tive 116 valores e, a medida que os outros iam recebendo os testes, entendi que tinha tido das notas mais baixas, tal como outros três alunos que, por acaso, também são os melhores da turma. Como? É simples. Os testes dos outros foram feitos por mim, pelos outros dois alunos e o A., que se senta ao meu lado. Honestamente, acho que nunca me senti tão chateada comigo mesma. É uma bela lição que me deixou meio irritada durante todo o dia. Mas enfm... Há que errar para não repetir o erro.
Depois disso, fizemos teste de Língua Portuguesa, correu bem, acho que sou capaz de ter uma boa note - espero que sim-, pois, se não tiver, a minha nota mais alta este trimestre será um 14, a História A.
Que miséria! A sério! 
Comecei as aulas com o espírito errado e isso reflectiu-se nas minhas notas. Também tive alguns problemas, o que não ajudou em nada na minha concentração, no entanito, deveria ter feito um trabalho muito melhor.
Moving onnnn....
Depois do teste, ainda fiquei a falar com o A.,  porque estava a espera do Zic, para comprarmos as prendas de Natal para a troca de prendas, que será na quinta-feira.
Pergunto-me quem é que me vai dar uma prenda, pois, com aquela turma, qualquer coisa é preocupante... Qualquer coisa...
Acabei por comprar uma pulseira verde e um par de brincos (mais tarde coloco a fotografia de ambas as coisas).
Espero que a L. goste!

Conclusões desta semana: 
1º Sorrir é o melhor remédio;
2º Ajuda os outros, mas ajuda, ainda mais a ti mesmo;
3º Keep moving the world does not stop.

P.S.: Depois desta, espera-me uma ótima semana!

Have a great day!
Nameless

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

336# Mera Gente: Charles Chaplin - 14#

 Fazes-me rir, chorar e chorar de tanto rir. Fazes-me querer ver mais de ti.
Obrigas-me a sorrir! Tens um dom. És imortal.
És Charles Chaplin!



Nameless

335# Selo Blog: Incentivo à Leitura - 3#

Hello!

A Alyra, do blog My Stuff, ofereceu-me este selinho! E sobre o que é? Trata-se do incentivo à leitura.
Pois bem, eu adoro ler. Se há uma coisa que eu digo a qualquer pessoa para fazer, é ler. Em minha casa, se juntasse os livros no meu quarto, tinha uma bela biblioteca pessoal. (No entanto o quarto não é só -meu e não o posso fazê-lo, porque a minha irmã não aprecia livros do mesmo modo que eu faço.)
But... moving on!
As regras são as seguintes:
1. Enviar o selo a dez blogues.
2. Avisar os blogues escolhidos.
3. Colocar a imagem no blogue para apoiar a campanha.
4. Responder à pergunta: Qual livro indicarias para uma pessoa começar a ler?

1 - Não vou selecionar blogues. Para aqueles que sabem que apoiam a leitura ou têm a intenção d eo começar a fazer, por favor, aceitem este selo como oferta minha.
2  - Não poderei avisar ninguém, porém, adoraria que me avisassem caso levassem o selo, porque, assim, poderia visitar o vosso cantinho e ler as vossas ideias e futilidades.
3  - Iap... Já está ali ao cantinho...
4 - Bem... eu gosto imenso do livro Aprendiz de Guerreiro de Margatida Fonseca Santos, ou então, Terras de Elyon - As Montanhas Misteriosas de Patrick Carman.






(Imagens com hiperligação)

Have fun!
Nameless