domingo, 4 de agosto de 2013

503# Aviso

 
Hello Moon Friends!
Hoje era suposto postar o tutorial de como fazer um bikini, contudo, o meu Amiguinho está com problemas  e não me quero arriscar a estragá-lo. Vou esperar que o Pai tenha tempo para o arranjar. Por isso, vou andar um pouco sumida. E, assim que voltar respondo aos comentários que ainda não respondi e visito os vossos cantinhos.
 
Tenham uma boa semana!

Valentina

sábado, 3 de agosto de 2013

502# P.D.F.


Hello, my dears!
A semana passada, enquanto organizava o meu Amiguinho aka portátil, deparei-me com a minha pasta Livros, onde guardo todas as obras em PDF que já li ou estou para ler.
E, ao dar uma vista de olhos pelo que lá tenho, fiz a seguinte pergunta: E o que é que faço com eles? E a resposta foi simples: Partilha!
E desse modo surgiu-me a dia P.D.F: Propõe, Difunde e Fornece.
No entanto, para que esta minha ideia funcione, preciso que vocês, Moon Friends, participem.
E como é que isto funciona? É simples:
 
Propõe: Consiste na vossa proposta, como é óbvio. Ou seja, aquilo que gostariam de ler. Não digo que tenha todos os livros que vos interessam, contudo, tenho um bom número obras no meu Amiguinho e, se me disserem do que gostam, não me importo de fazer uma pesquisa e consegui-lo para vos enviar.

Difunde: Adoraria, como é óbvio, que esta ideia fosse para além do meu blog, mesmo que a partilha não se centrasse somente naquilo que tenho a oferecer. Podem fazê-lo nos vossos espaços, partilhar a ideia entre os vossos amigos e por onde acharem melhor. Porém, se aderirem a esta iniciativa, gostaria imenso que dissessem

Fornece: Semanalmente, aos Sábados, irei colocar aqui a imagem da capa de um livro que tenho em minha posse, indicando o número de páginas, idioma em que está escrito e etc. E, caso o queriam, devem deixar-me um comentário com o vosso nome e mail. Caso não queiram deixar o vosso mail no comentário, mandem-me uma mensagem para o mail do blog: mynamelessworld@hotmail.com

Com amor, 
Valentina

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

501# Valentina - 8#

 
De ti, querido Agosto, apenas espero que leves de mim o que não faz falta.

Valentina

quarta-feira, 31 de julho de 2013

500# Valentina - 7#

 Conheces as minhas fobias, as minhas incertezas e tens a perfeita noção dos meus receios.
 Reparas nos meus gestos e sabes sempre o que os meus olhos dizem, quando a minha boca não quer falar.
És uma pessoa estranha, mas que eu adoro.

domingo, 28 de julho de 2013

499# Costura: Bikini - 3#



Hello Moon Friends!
Este verão, como não encontrei nenhum bikini de que gostasse, decidi costurar o meu. E este foi o resultado.
Levei umas horinhas, porque foi o primeiro que fiz, porém, valeu a pena, pois gostei do resultado.
Já planeio fazer  outro, desta vez, em branco, ou então, um com um tecido que se assemelha à ganga, mas que não é ganga. Para a semana mostro-vos o resultado.
Já agora, se houver interessados, posso ensinar-vos a fazer um.
E, já agora, o que acharam deste?

Bom Domingo!
Valentina

sábado, 27 de julho de 2013

498# Paranóias da minha mãe...


A minha mãe é uma pessoa muito simpática, contudo, tem as suas paranóias e os seus medos em relação ao que as outras pessoas dizem e pensam. Antes de tomar uma decisão, matuta sempre sobre a reacção dos outros e, somente mais tarde, é que age.
Essa sua pequena faceta, faz com que não seja uma pessoa tão solta quanto gostaria de ser.
Para que compreendam o que digo, hoje a tarde, a minha irmã disse que ia acampar para casa de uma amiga dela, pois um dos seus grandes amigos vem à Portugal e vai ficar na mesma casa para onde ela vai durante uma semana. Desse modo, é possível estarem os três juntos e divertirem-se sem terem de se deslocar de um lado para o outro. A melhor parte disto, é que a casa da amiga da minha irmã fica a vinte minutos da minha, a pé. Todavia, como estava um primo da minha mãe cá em casa, ela ficou aborrecida pois ele poderia comentar que a minha irmã ia para casa de uma amiga acampar com um rapaz.
Mas que raio! Há coisas que nem me passam pela cabeça.
A minha primeira pergunta é: O que é que as outras pessoas têm a haver com a vida da nossa família? Ainda mais no meu bairro, em que que ninguém, mas mesmo ninguém se deveria atrever a falar de quem quer que seja da minha casa, muito menos de mim e das minhas irmãs. Isto, porque, para definir as raparigas daqui há uma simples palavra: quengas. 
É ofensivo? Sim, é. Se deixa de ser verdade... Não, não deixa. Infelizmente, não é.
E, no meio do sermão da minha mãe, eu virei-me para ela e disse: Então, assim sendo, estou lixada, que não me dou com raparigas e, sempre que alguém daqui do bairro me vê a passear ou simplesmente a andar na rua, estou com um rapaz.
E isto é verdade. Creio que já tinha dito que tenho poucas amigas e que, aquelas que tenho, são escolhidas a dedo. Já tive diversas desilusões e cheguei a um ponto em que me vi obrigada a dizer chega.
E eu teria explicado à minha mãe que as pessoas podem falar à vontade, porque é a única coisa que sabem fazer em relação à vida dos outros. E podia ter-lhe explicado que amigos são amigos e que as pessoas nunca verão a diferença entre a amizade entre um homem e uma mulher e um namoro.
E, como ela simplesmente terminou com a conversa sem querer escutar, eu estou mesmo voltada para a ideia de quem nem quer saber do que os outros vão dizer.
Enquanto os meus amigos quiserem andar de mãos dadas no meio da rua, fá-lo-ei de bom grado. Se sentirem vontade de me abraçar e pegar ao colo, não irei dizer não a nada disso. São os meus meninos, pessoas em quem acredito e confiaria a minha vida, se assim fosse necessário. Por isso, se as pessoas do meu bairro, que nem o meu nome sabem e conhecem-me como "a filha de sabe-se lá quem" , quiserem falar sobre mim e a minha vida privada, estão à vontade. E, se sentirem vontade, podem pedir-me pormenores, é que eu adoro quando puxam pela minha arrogância e má educação.

Com a típica impaciência de uma adolescente aborrecida,

Valentina

quinta-feira, 25 de julho de 2013

497# Citações: Machado de Assis - 6#

 
 “Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de D. Plácida, nem a semidemência do Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: — Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria."__ Machado de Assis

Valentina

quarta-feira, 24 de julho de 2013

496# Mera Gente: Marques - 15#


O Marques tem 26 anos. Nasceu em Dezembro de 1986 e já correu um longo caminho até ao momento. Cresceu no Norte, perto de Abrantes e mudou-se para Lisboa, aos dez anos. 
Uma das coisas que mais me fascina nele é o facto de ter ido para a tropa, para poder aliviar a mãe de preocupações, e de se ter feito à vida sem pensar duas vezes no assunto. 
É uma pessoa que gosta de trabalhar na terra, que adora a família que tem e que faz de tudo por aqueles de quem gosta. É claro que tem os seus defeitos. É um guloso de primeira, um pouco bruto, consegue ser um bocadinho insensível, é impaciente e, quando perde o controlo, muito dificilmente o recupera no momento.
Se me perguntarem se é uma pessoa bonita e isso... Não de todo. Está agora a perder peso. No entanto, é perceptível que já teve um corpo bastante agradável à vista. De cara, não é o mais belo, porém, quando falo com ele, nem ligo a isso, porque a voz dele distrai-me de tudo. Ele tem aquela voz calma e alegre que já não se ouve por parte de quem trabalha e tenta organizar uma vida. Realmente, poucos lhe dão 26, facilmente passa por uma pessoa mais velha. Todavia, isso não o incomoda, diz que está habituado e que até fica contente por isso, porque encontrou alguém com quem gozar agora. Isto é, eu. Pois, segundo ele, pareço ter 16 anos e não quase 19. Não me irrito, não me aborreço. É o Marques, apenas me rio.

Tenham um bom dia.
Com amor,
Valentina

segunda-feira, 22 de julho de 2013

495# Valentina: Um pedacinho de mim

Sou eu!
Confesso! Estas férias não tenho lido. Não tenho tido vontade alguma de pegar num livro e atirar-me de cabeça até ao final de uma história. E, pessoalmente, não conseguia arranjar algo que descrevesse o porquê desta sensação, até começar a ler "Looking for Alaska" de John Green. Numa das páginas da obra, a personagem Alaska diz o seguinte:

"Desde pequena, percorro as vendas de garagem em busca de livros que pareçam interessantes. Então sempre estou lendo algum livro. Mas há tanta coisa para fazer: tantos cigarros para fumar, tanto sexo para fazer, tantos balanços para balançar. Terei mais tempo para os livros quando ficar velha e chata.”

E isto fez-me sorrir, fez-me compreender a verdade do momento que vivo. Há muito para fazer e tenho de admitir, com toda a honestidade que me é possível, que há já muito tempo que não sou feliz por ter apenas um livro na mão. 
 Valentina

domingo, 21 de julho de 2013

494# Amigos - 13#


Como o tempo corre. Estamos no segundo mês de férias e pouco aproveitei o Verão. Ainda não fui à praia, o que, vindo de mim, é muito grave. No entanto, para compensação, tenho-me divertido imenso com o Marques. Conheço-o há um mês, ou dois, porém, daquilo que falamos e da forma como nos damos, parece que somos amigos há anos.
Adoro fazer amizades como esta. 

Tenham um bom Domingo!

Valentina

quinta-feira, 18 de julho de 2013

493# Desafio: 30 Dias - Dia 18#: Um site que visites regularmente e outro que tenhas perdido o interesse - 19#

Hoje, recordei-me do Desafio dos 30 Dias. Sabia que o tinha de fazer, porém, nunca mais me passou pela cabeça terminá-lo, até hoje.


Um site que visito regularmente, é o Wattpad, pois adoro ler e, por vezes, preciso de uma pausa dos livros. Além disso, é sempre bom poder fazer críticas construtivas a quem começou a escrever ou precisa de ajuda para melhorar. É claro que há sempre quem tenha as suas ideias formadas sobre a própria escrita e não aceite críticas negativas, contudo, isso também é uma forma de fazer rir durante o dia. Acreditem. 

E um que não me cause interesse... Não sei. Se já não me interessa é porque deixei de o visitar há muito tempo. 

Boa semana!

Valentina

492# Valentina - 5#

Sei que algo de errado se passa, quando olho para um livro e este não me diz minimamente nada.

Valentina

quarta-feira, 17 de julho de 2013

491# Outros Pensamentos - 26#


Deixa-me regressar ao nada. À época em que não tinha nada e nem sabia quem eras. Em que o meu telemóvel não vibrava e a minha alma permanecia, como sempre, fria.
Tenho a certeza de que te recordas dessa altura, dessa Valentina: atenta, astuta, ingénua e medrosa. Sei que te lembras, que ainda te correm pela mente as palavras duvidosas e  as imagens de cada um dos meus caminhos torpes até ti. Até ao momento em que me afirmaste como uma conquista.
Na altura até gostei da expressão, das tuas palavras e da forma como as declaravas: "Não gosto do que me é dado, eu conquisto."
E é verdade. Conseguiste o que querias, porém, agora, solta-me e deixa-me partir. Não para sempre, penso. Por poucos segundos apenas. Ao fim de nalisar o que eu tenho. Para que possa ver o que mais me rodeia e me preenche por dentro -, pois tudo o que sinto, não pode vir de ti. Por isso, deixa-me regressar. A sério. Solta-me a mão e logo verás o que conquistaste. Logo verei se tudo valeu a pena. Deixa-me ir e somente depois dir-te-ei se quero regressar. Se não o fizer, não te apoquentes, nem sempre a partida de alguém significa uma mudança positiva. Não digo que necessite de algo negativo na minha vida, não. Apenas digo que, se não voltar para ti, se não prender a minha mão na tua uma vez mais, é porque perdi-me enquanto procurava o que talvez já tinha em minha posse. Parece estúpido, sei. No entanto, por vezes, é necessário perdermo-nos no que não nos diz nada, para encontrarmos o que nos completa e diz tudo. 

Com amor, 
Valentina.

490# Sentimentos - 7#


Tu obrigas-me a falar, a saber falar, quando, na verdade, o meu coração grita.

Valentina

domingo, 14 de julho de 2013

489# Conversas - 9#

A.: Não compreendo por que é que escreves tanto. Por vezes parece que escreves coisas à toa. 
EU: Por vezes sim, por vezes não. Não dá para explicar.
A.: Tipo, é escrever. São palavras, dá para explicar.
EU: Não, A., trata-se da minha paixão, do meu vício... não se explica. 
A.: Como quando danças?
EU: Sim. E tal como tu com música.
A.: Ok, assim já compreendo.

Valentina

488# Sonhos -3 #


Tenho sonhado tanto e feito tão pouco, que não posso reclamar quando recebo na mesma medida.

Valentina

sexta-feira, 12 de julho de 2013

487# Religião: 2#


Geralmente não gosto de pessoas religiosas; anseiam mais pela morte do que pela vida, simplesmente para terem a certeza de que não passaram os seus dias apoiados em algo que não era real. 


Valentina

486# Bye Bye Secundário... Bye bye...


E assim acabou.
Acabaram-se as cinco disciplinas que me atormentavam o juízo; acabaram-se os intervalos penosos sem nada para fazer e com muito a reclamar; acabaram-se os estudos a última da hora... no secundário, é claro. Isto, porque o pior está para vir... 
Universidade de Aveiro, aí vou eu!




quinta-feira, 11 de julho de 2013

485# Por vezes é só dar e não receber


Tudo morre um dia. Até aquilo que dou e recebo.
Nem todas as acções são eternas, nem todas querem ser eternas. Por isso, por vezes, acabo por dar mais do que recebo. E, apesar de não cobrar, não quer dizer que não espere.
Tudo morre um dia...simplesmente isso...


segunda-feira, 8 de julho de 2013

484# Livros da minha alma


Hoje, enquanto terminava de colocar a minha estante de livros no lugar, senti alguém a caminhar atrás de mim. Voltei-me e reparei que era a minha irmã mais velha, embrulhada num paréu gigante e com os olhos super abertos. Com um sorriso meio estranho estendeu as mãos na minha direcção e disse: - Vim biscar a tua alma
Eu, sorri-lhe, dei um passo a o lado e estendi a minha mão em direcção à minha estante e aos três montes de livros que tenho no chão, por falta de espaço, dizendo em seguida: - Se conseguires. 

Espero que estejam a ter uma bom dia.