sexta-feira, 16 de novembro de 2012

310# Cinema: Mirror Mirror

Sinopse: "Sete corajosos e rebeldes anões, unem forças com a Branca de Neve na sua luta para recuperar o seu reino e para conquistar o seu príncipe, nesta comédia de aventura mágica, plena de inveja, romance e traição que irá conquistar os corações e a imaginação do público por todo o mundo."


Oponião: É uma visão diferente e mais engraçada da história da Branca de Neve. O facto de ter a Julia Robets como antagonista é sempre interessante, pois é uma ótima atriz e já a vi interpretar um diversos papéis.
Acho que as personagens podiam ter sido mais exploradas, contudo, tendo em conta que é um filme, nâo podemos pedir mais do tempo que já tem  - 1hora e 43 minutos.
A história é fiel àquilo qie conhecemos, ou quase, porque temos mais ação e uma princesa que tenta puxar por si mesma e ser um pouco mais indepentente. Ou seja, não ser simplesmente salva pelo Principe Encantando - que, por sua vez, é bastante divertido - e não é envenenada pela maçã - o que é uma marca muito importante para o conto. Todavia, não se desiludam, esta surge, no momento oportuno.
Enfim, os figurinos eram chamativos, não fugiam à época retratada - até a roupa interior foi bem escolhida -, os penteados são aqueles que todas as raparigas querem ter, pelo menos quando são pequenas, e o Príncipe luta, literalmente, com uma mão atrás das costas.
Querem mais do que isto? Honestamente, a Julia Roberts é motivo suficiente para verem o filme, but I'm jus saying...
Bem, para quem gosta de películas simples e que ofereçam um bom tempo, este é um filme a ver. 





Smile, I'm here!
Nameless

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

309# Os Meus Risos e Sorrisos


Enquanto jogávamos as cartas...

D.: Oh! Viste o riso malandro dela? - e aponta para mim. - Tu, Nameless, estou de olho em ti.
E eu rio-me ainda mais.
(Sempre no gozo...)
A.: Que riso malandro mais merdoso. Se ainda jogasse alguma coisa de jeito...
Eu: Por me tratares mal, é isso que terás de mim, jogadas merdosas. É a única coisa coisa que mereces.
A.: Vai à merda.
Eu: Vai pó caralho!
Perdoem a minha linguagem de marinheiro, mas este rapaz tira-me do sério. 
Zic.: Eu sinto aqui no meio... uma faísca... 
E eu rio-me ainda mais e jogo uma manilha. Siga-se com o jogo! 

Quase a tocar para a entrada... 
(Relativamente a outra conversa que se deu durante o jogo)

A: Ficaste chateada com aquilo que te chamei?
Olho para ele e sorrio, nada digo.
A: Vá lá, diz-me qualquer coisa. Ficaste chateada ou não?
Volto a sorrir, mas desta vez respondo-lhe.
Eu: A., deixa-me em paz - e sorriu-lhe com alguma maldade.
A.: Ai... A sério, diz qualquer coisa. Não sorrias apenas. Eu não sei dizer se estás chateada, a ser cínica ou se estás a gozar comigo.
Encolho novamente os ombros e sorrio.
A.: Por favor, desfaz-me a dúvida. Tu não podes ser assim, és muito fechada, tens de te abrir mais.
Eu: Vamos subindo, já tocou para a entrada. 
A.: Espera aí, a stôra ainda demora uns dez minutos. E diz-me lá, ficaste chateada com o que te chamei ou não?
Eu: Vou subindo, vens? É que o D. ainda demora algum tempo, está a fazer companhia à Pi.
E vamos os dois para  sala de aula sem tocar mais no assunto.   


Ele não sabe, mas acabei por ficar chateada. No entanto, fiz-lhe  companhia, à chuva, até metade do seu caminho, indo à pé e à chuva para a paragem do autocarro... Acho que afinal não estava assim tão aborrecida.


Have fun, Nameless

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

308# Tu - 2#


  Estou duvidosa, deixas-me duvidosa, odeio esta forma de estar!
  As minha incertezas confirmam-se, mas a tua simpatia irrita-me, porque não combina com os teus modos e sentimentos.
  Falas-me de empatia, de boas sensações, dizes que sou uma pessoa educada, simpática e "fixe". Eu afirmo que és simpático e querido, contudo, há algo que me diz que tens defeitos astronómicos. Toda a gente tem, mas tu és diferente. Entre tanto romantismo que aí tens e tantas palavras queridas, escondes qualquer coisa. Não sei o quê, mas escondes e juro que hei de falar contigo até descobrir.
  Meu querido, acredita, quando quero alguma coisa, tenho-a. 


Para mim, só mais um dia de aulas, Nameless

307# Ideias Inacabadas


 Lamento desiludir-te, mas, no final do dia, serás mais uma no mundo. Não serás tão diferente como queres ser, na verdade, aproximar-te-ás a outros, pelo simples desejo de quereres ser diferente. Tentamos afirmar que é isso que nos faz únicos, contudo, estamos errados. No final da nossa vida, meu caros, seremos toda a gente. Seremos o produto das palavras dispersas, das ações observadas, das vontades mais estúpidas e dos desejos mais comuns. No final das nossas vidas, seremos mais uma lista de humanos que passou pela terra. Que deixou a sua marca e partiu.


Sing a Love Song, Nameless

terça-feira, 13 de novembro de 2012

306# Ad Vindictam: Ele - 5#


Desço a maldita rua esburacada, é pior do que um queijo suíço. Engraçado, conheço esta expressão, mas nunca vi um queijo com tantos buracos. Rio-me para mim mesmo e abano a cabeça. Quem passar por mim pensará que sou louco, e não sou.
A minha casa fica ao virar da esquina. É num daqueles prédios com escadas de incêndio no exterior. Gosto de subi-las, de demorar-me a chegar, fazer tilintar as chaves e escolher a correta.
Ao chegar à porta, vejo cabelos longos de esvoaçam com o vento. Reconheço aquele emaranhado volumoso e sinto-me obrigado a parar, a fitá-la.
Acaba de saltar dos últimos degraus das escadas de incêndio, olha em seu redor e estaca ao olhar para mim. Encara-me com rudeza e caminha na minha direção. Tento impedir-lhe a passagem, no entanto, ela empurra-me com brutidão e faz-me tombar para o lado.  Endireito-me pouco tempo depois e sigo-a pela rua. Ela não corre, anda a uma velocidade chamativa. Porém, eu corro, pois a distância a entre nós mostra-se imensa. E, além disso, se a deixar escapar, jamais saberei o que é que esteve a fazer em minha casa. Não antes de lá entrar.
Corro atrás dela e agarro-a. Puxo-a pela camisola, mas ela volta-se e dá-me um murro na cara. Tombo para trás, mas logo recupero o equilibro.
O que é que aquela tarada fez?
Volto a correr atrás dela, tenho de a apanhar… e apanho. Prendo-a bem, ali, no meio da rua, com pessoas a passar. Olham e desviam o olhar, devem achar que é uma briga de namorados. Bem… acho que a nossa discussão pode ser definida desse modo.
- O que é que fizeste?
- Nada que não deveria ter feito há muito tempo!
Debate-se entre a parede e o meu corpo. Tenta empurrar-me, pontapear-me, morder-me, puxar o cabelo. Sem preconceitos ou estereótipos, mas ela luta como uma mulher.
- Se eu fosse a ti – cuspiu com algum nojo de mim –, em vez de ficares aqui preso comigo, ia ver a tua outra namoradinha. Ela precisa de uma cara nova.
Volta a revoltar-se, até que consegue soltar-se minimamente. Empurra-me e ataca-me com um golpe baixo. Uma velha jogada que funciona sempre.
Então solto-a, vejo-a respirar de modo ofegante e a afastar-se. Deixo-a ir sem dizer mais nada, ela sabe que não pode fugir de mim.


Dance, Nameless

305# Tu


  Disseste que acreditavas no destino, eu afirmei completamente o contrário, porém, disse-te que cria nos acontecimentos das coisas. Que, para mim, nada se sucedia por acaso. E acho que concordaste.
  Ouviste-me, sentiste que chorava, disseste-me para explodir. Não consegui, por outro lado, ofereceste-me um novo ponto de vista. Deixaste-me com dúvidas. Acho que tem a ver com o facto de seres tão distinto de todos aqueles que conheço e já conheci.
  Mais estranho que isto tudo, é saber que, mesmo com dúvidas, procuro-te, penso em ti, mordo o lábio pouco calma e não me arrependo por te encontrar. No entanto, apesar das minhas buscas, há já uns dias que não te "vejo", que não leio as tuas palavras. O que me leva a esperar, pela tua resposta, enquanto, de alguma estúpida forma, nego a ideia de te perder, mesmo sabendo que não somos amigos... ainda...

Write, Nameless

domingo, 11 de novembro de 2012

304# Aniversario Blog


  Minha gente, sou uma péssima blogger! A sério... E não é que este meu menino já tem um ano e cinco dias?! É que nem festejei este facto!
  Já tive blogs que tiveram mais tempo, porém, este, é tudo o que eu queria dos três que geria ao mesmo tempo.
  Estive para apagá-lo, ou mudar o link, mas decidi mantê-lo e não podia ter feito melhor aposta. Foi como escrever um livro durante um ano, dizer o que nunca tinha dito e o que já havia gritado vezes sem conta. Foi ver a minha personalidade e pessoa a crescer em um ano e espero que muito mais. Conheci outros bloggers que foram e ainda são fantásticos para as minhas perguntas e dúvidas... Enfim, foi um ano calminho mas cheio de emoções que podem ser lidas nas entrelinhas dos meus textos e futilidades. 
  Espero vir a melhorar com o tempo e que vocês me continuem a acompanhar nesta viagem, por assim dizer.
  Já agora, há alguma coisa que gostariam de ver no blog e que eu não tenha? Alguma opinião? Alguma crítica negativa? Deixem tudo no blog, como anónimos ou não. O gosto é vosso e o prazer é meu.  
  Obrigada por este primeiro ano e que venham outros.

Dance, life is beautiful, Nameless!


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

303# O Ser Humano: O Ideal de Homem e Mulher


 Vá lá! Tudo em ordem! Mulheres: Maquilhagem, saltos altos, corpinho esbelto, cabelo bem tratado e uma cara laroca. Um corpinho de meter inveja ao menino Jesus e de fazer babar por mais. Homens.. Homens...Homens...: Um corpo de matar, se faz favor! Um tronquinho em "V", quero ver o vosso melhor em uma só fotografia...
 A sério, estas merdas superficiais dão cabo de mim... A probabilidade de uma ser humano comum corresponder a todos os ideias físicos não é nula, porém, é complicada. Irra! Deem um desconto a vocês mesmos e façam-se valer minimamente pelo que são. É que detesto, odeio mesmo ver raparigas, em especial, cobertas de maquilhagem de todo o tipo de géneros. Pintadas com cosméticos que nem conheço. Exageradas, criando uma fuga do que são para sentirem-se mais bonitas. E moços!, não pensem que não vos vejo que também não se escapam!
 Não existe obrigatoriedade alguma em mostrarem-se todos bons. Falo muito a sério. Pessoalmente, o que me atrai numa pessoa é a personalidade. E já sei vão dizer: Sim... Sim... Mas se for feio ninguém fala comigo. Não é bem assim, meus amigos. Deixem-me dizer-vos que estão a conhecer pessoas demasiado superficiais. Se nego conhecer alguém, é porque não estou interessada, ou não tenho paicência, ou porque entendo as segundas intenções da pessoa em questão que, geralmente, recaem sobre o sexo - um assunto a abordar um dia destes aqui no blog.
 Pessoas, existe uma coisa muito bela chamada auto-confiança que, todos nós, deveríamos ter, nem que fosse um pouquinho, mas todos deveriam ter. 
  Possuo a perfeira noção de que não gosto muito das minhas pernas, mas não é por isso que vou mudá-las ou fazer uma operação. Não me agrada o facto de ter estrias no peito, contudo, que se dane, sou mesmo assim e quem não gostar que não me olhe para o decote que, por acaso, até é meio chato apanhar alguém a a olhar-nos para as mamas. O indivíduo nem sabe para onde se virar.
 Homestamente, não sou gorda, já fui. Já me gozaram por isso e fazem sempre referência a este meu antigo estado quando me veem com os atuais 56 ou 58 quilos (antes tinha 70). Longe de mim dizer que sou a mais bela do mundo. Creio que os meus olhos têm dias. Ora olho-me ao espelho e digo afinal até sou gira, ora fito-me e pergunto que raio de cara é essa? Mas seja como for, goste ou não do meu rostinho, não uso maquilhagem, nem base, nem rímel nem nada! DADA. Sou da opinião que o uso da maquilhagem para esconder imperfeições não serve de nada, pois, quando a tiramos, vemos quem realmente somos e, na minha opinião, é a essa imagem real a que nos devemos agarrar. Devemos ser felizes, saber aceitar o que somos e entender que, se não gostamos do nosso corpo ou da nossa personalidade, sempre podemos mudar. De preferência, para melhor. Acredito que um dia tudo terá solução, menos a morte. No entanto, não vejo isto como um problema, mas sim como uma necessidade natural que, para os seres  ivos, é uma tragédia.
 Enfim, em geral, estou errada?

Read!
Nameless