domingo, 25 de novembro de 2012

326# NaNoWriMo: Novembro: A Violinista - 15#

"- Sei que não faço parte desde mundo. E também sei que,  no mundo a que realmente pertenço, durmo. O problema é que não saberei até quando é que vou permanecer adormecida. Seja como for, foi o homem que ambos vimos que me ensinou
 a tocar o que toco, a falar como falo e a escrever como escrevo. Foi o homem da fotografia que me ensinou a fazer coleções de pequenas memórias, de coisas simples que vão surgindo na mente.
Olhou para o lado e encarou Raimundo com um sorriso. 
- Ele disse que todos nós colecionamos qualquer coisa e que eu deveria colecionar as memórias dos dois mundos, para que nunca me esquecesse de onde estive,  caso não pudesse voltar a ver um dos dois lugares, ou mesmo nenhum deles." - Cassandra

325# Religiao


  Adorei este vídeo. É simplesmente isto que posso dizer.
  Se não é a primeira vez que me visitam, sabem que não sou uma pessoa religiosa, no entanto, respeito todas as religiões, porém, não considero que nenhuma seja mais certa do que a outra.
  Se cresse em Deus, ou em outro ser superior, teria a certeza de que não escolheria religião alguma a qual pertencer. Acho que é pela ideia de que, na verdade, não pertenço a nada, a lado algum, apenas ao meu mundo, que vou criando com o tempo e alguma paciência.
  Para além de ter gostado imenso do vídeo, concordo com o que ele diz, não porque sim, mas porque sou uma ateia que conhece a Bíblia, que a leu e, por vezes, ainda a lê. Por interesse, curiosidade, vontade de compreender a visão dos outros e entender as suas interpretações e todas as metáforas que se escondem entre tantos versículos.
  A religião é algo que o Homem que criou, algo pelo qual o Homem peleja e mata. Uma desculpa para cometerem erros e não os admitirem. Apenas mais um motivo para serem menos racionais e mais selvagens. Se bem que até os animais selvagens são mais mansos, pois estes apenas matam por necessidade ou quando são atacados, ou o seu espaço é invadido. Além disso, duvido que ser superior algum tenha dito aos homens para matarem-se uns aos outros em seu nome, quando um dos mandamentos é "não matarás". Duvido que um ser sobrenatural tenha dito que as mulheres são seres inferiores, quando, tanto quanto entendo, todos os "seus filhos", são iguais aos seus olhos, ou que descriminar era a melhor forma de ensinamento, em vez de apelarem pelo respeito. Se me quiserem entender melhor, perguntem a uma pessoa religiosa o que pensa sobre a homossexualidade e ela responder-vos-á, quase de certeza, com um comentário pouco inteligente. Eu já fiz a experiência e, o que me chamaram, foi de doida e disseram que eu tinha de compreender que ser gay é obra do Diabo e é errado. Claro que este papel do mau uso da inteligência não se refere somente aos crentes, vai para além disso, mas agora não é o caso.
  Há muita coisa que as pessoas dizem, interpretam mal e defendem que não está certa. Mas o que é que isso importa? Desde que se siga a religião, está tudo bem.
  Vivo numa casa onde sou a única ateia, onde apresento argumentos para a minha escolha de vida e diferencio a crença entre a evolução das espécies e o aparecimento dos animais e do Adão e da Eva.
  O rapaz do vídeo crê em Deus e na Bíblia, de resto, pouco ou nada sei e não me parece que vá perguntar. Contudo, seja como for, temos este ponto de vista semelhante: Apagamos a ideia de religião das nossas vidas. Por isso, se um dia acreditar num ser superior, não terei religião, por mais acertada que esta me pareça, pois, princípios, eu tenho, todavia, não correspondem inteiramente ao que um grupo defende. Correspondem àquilo que eu aprendi a defender e respeitar ao longo da minha vida.

Remember me
Nameless

324# Historias escritas por mim: Purpura


"Não! Não estou rachado. Não estou partido e muito menos perdido.
Vejo-me é numa encruzilhada, indignado, por ter de escolher um caminho. O meu caminho.
É que todos falam-me de destino, mas, até agora, tive de decidir o que fazer e marcar os meus próprios passos. Não devia estar tudo feito, decidido? Não devia eu seguir simplesmente em frente?
Se não tenho isto, se não tenho esta ideia, em que raio de mundo preformista me encontro? Se os meus pecados e enganos não estão marcados... se não estão marcados, sou o culpado de todos os meus tropeços e falhas." - Noire

Púrpura

Nameless

323# Cinema: Harry Potter: As Reliquias da Morte (Parte 1) - 12#


Sinopse: Prestes a completar 17 anos, Harry Potter (Daniel Radcliffe) precisa ser transportado da casa dos seus tios, os Dursley, até um local seguro. Lorde Voldemort (Ralph Fiennes) e seus comensais da morte sabem que a transferência está prestes a acontecer e aguardam sua realização para atacar. Para que ela ocorra vários amigos de Harry, como Rony Weasley (Rupert Grint), Hermione Granger (Emma Watson), Remo Lupin (David Thewlis), Hagrid (Robbie Coltrane) e "Olho-Tonto" Moody (Brendan Gleeson), tomam a Poção Polissuco e assumem a forma física de Harry. A intenção é despistar Voldemort sobre quem é o Harry verdadeiro, de forma que ele possa chegar seguro à Toca, casa dos Weasley. A missão é bem sucedida, mas logo a situação se torna ainda mais perigosa. O Ministro da Magia Rufus Scrimgeour (Bill Nighy) é morto e, em seu lugar, assume um dos asseclas de Voldemort. Harry e seus amigos passam a ser caçados impiedosamente, obrigando que ele, Rony e Hermione fujam. Precisando mudar constantemente de lugar, eles elaboram um plano para encontrar e destruir as horcruxes que podem eliminar Voldemort de uma vez por todas.

Opinião: Eu fui o tipo de pessoa que viu primeiro a Parte 2 do Relíquias da Morte e, por isso, ao ver a Parte 1, sentia-me como se estivesse a fazer um puzzle. 
  O  que me fascina e o que invejo na escrita e na história da Rowling, para além do mundo mágico que ela criou, é a sua capacidade de puxar a nossa mente para um mundo negro, mas, ainda assim, coberto com algumas esperanças, por parte das personagens.
  Houve quem dissesse que o desenvolvimento é lento, mas não achei, creio que a pressa é inimiga da perfeição.
  Aqui tivemos personagens bem desenvolvidas, que tomaram várias caras e personalidades. As cenas de luta são entusiasmantes, de deixar uma pessoa colada  ao sofá, pedindo que mais ninguém morra. Se bem que tal não aconteceu. Como, por exemplo, o Dobby. A morte do Dobby é uma cena marcante, até porque é das personagens que mais gosto, pela postura, pela voz, coragem e amizade. Esta personagem é realmente uma bela demonstração de lealdade.
  O filme não está  feito apenas para aqueles que leram os livros, os por menores mais importantes não se perdem. No entanto, para quem não conhece a coleção, não acredito que seja o melhor por onde começar. Ou se calhar é, porque a curiosidade será mais aguçada do que a de um gato para descobrir o que aconteceu no passado.
    A divisão da história em duas partes é compensatória, ao contrário do que disse quando fiz a crítica ao último filme da tetralogia Crepúsculo, e, honestamente, acho que não podia pedir mais, porque a película está simplesmente fantástica.

Bom Domingo, Nameless

sábado, 24 de novembro de 2012

322# NaNoWriMo: 24 de Novembro - O que me move - 14#


"Chega uma altura em que tenho de tirar o peso e a preguiça das costas, esquecer as críticas que se encontram no futuro e olvidar-me de quem ainda não conheci. Chega uma altura em que tenho de estranhar e entranhar, conhecer e julgar, compreender e dar o outro lado da face. Bem, minha gente, acho que chegou essa altura."
  Escrevi isto há uns tempos, pensando que apenas me faltavam três capítulos para terminar o NaNoWriMo. O problema com que me deparei foi que, se terminar este desafio, não terei desculpas para dizer que não sou capaz de terminar coisa alguma. Já alguma vez tiveram o peso desta ideia na vossa mente? Deixam-me dizer-vos que é chato. É chato porque, o que me move, é a escrita.
  Não queria admitir isso, nunca quis, mas, por favor, há qualquer coisa em mim que vai para além daquilo que vivo. Há qualquer coisa em mim que me diz que destoa do mundo real, que se aborrece com o que diariamente vê e que inventa uma história para tudo. Há uma parte de mim que tem sede do passado que não viveu, mas que quer tudo e mais alguma coisa, tudo o que podia ter presenciado. Não chamo a isto o medo de encarar o presente, nem de entender o futuro. Chamo a isto a vontade de escrever histórias que foram perdidas por não terem tido uma voz que a contasse. Eu quero ser essa voz.
  Há imensa gente que diz que gostaria de viver em mundo de magia, que fala de feiticeiros, dragões, guerreiros, elfos, enfim, personagens. Mas ficam-se por aí, pelo desejo e não atingem a vontade. Não trabalham as suas mentes ao ponto de não pararem, de estarem sempre a trabalhar, a dar o máximo e criar cada vez mais! É provável que isso acabe por ser um problema, para mim consegue ser, mas a minha mente não pára! A minha volta toda a gente se transforma numa personagem, crio diálogos e cenas que jamais acontecerão. Encaro todas as personagens e falo de forma distinta. Falo sozinha, porque estou a pensar, a criar o que nunca escreverei, o que se vai perder com o vento, porque ele leva as palavras.
  Não têm noção de como é caminhar e ver que as pessoas nos fitam de lado, porque anda a pensar em voz alta, porque caminho com um caderno na mão e uma caneta na outra, porque, quando chove, fecho o guarda-chuva para poder tirar uma folha e escrever qualquer coisa que me passe pela cabeça. As pessoas interrogam-se, aborrecem-se por não obterem a resposta a uma pergunta que eu não respondo: O que é que tanto escreves?
  Não respondo, porque não escrevo. Não escrevo nada, não penso em nada. Tudo resume-se a DADA!
  Contraditório? Sim, porque, enquanto não terminar alguma coisa de vez, será como se nada tivesse escrito, como se tudo que tenho em cadernos, documentos, folhas perdidas, fosse um treino e nada mais. E é, pela vontade de escrever, de poder dizer que escrevo ou escrevi alguma que me meti no NaNoWriMo.
  Por isso, fica aqui minha gente, no início deste texto, as minhas palavras de afirmação em relação ao que quero fazer. Pessoas, a 1 de Dezembro, se alguém me perguntar o que é que tanto escrevo, direi, sem qualquer problema ou dificuldade: Escrevo uma história.


With Love, Nameless

321# Desafio

Regras: Pôr a negrito o que se relacionar comigo.
 
Tenho menos de 1.65m.
Tenho uma cicatriz.
Gostava que o meu cabelo tivesse uma cor diferente.
Já pintei o cabelo.
Tenho uma tatuagem.
Eu nunca usei suspensórios.
Um estranho já me disse que era bonito/a.
Tenho mais de 2 piercings.
Tenho sardas.
Já jurei algo aos meus pais.
Já fugi de casa.
Eu tenho irmãos.
Quero ter filhos no futuro.
Tenho um emprego.
Já adormeci numa aula
Faço quase sempre os trabalhos de casa.
Já estive no quadro de honra da escola.
Já disse "LOL" durante uma conversa.
Ainda choro a ver filmes da Disney.
Já chorei de tanto rir.
Já rasguei as calças em público.
Tenho uma doença de nascença.
Já tive que levar pontos.
Já parti um osso.

Já fiz uma cirurgia.
Já andei de avião.
Já fui a Itália.
Já fui à América.
Já fui ao México.
Já fui a Espanha.
Já fui à Suiça.
Já fui a África.
Já me perdi na minha própria cidade.
Já fui à rua de pijama.
Dei um pontapé a um rapaz onde dói mesmo.
Estive num casino.
Gostava de jogar verdade ou consequência.
Já tive um acidente de carro.
Já fiz ski.
Já entrei numa peça de teatro.
Já me sentei num telhado à noite.
Costumo pregar partidas às pessoas.
Já andei de táxi.
Já comi sushi.
Já tive um encontro às cegas.
Sinto falta de alguém neste momento.
Já beijei uma pessoa com mais 8 anos do que eu.
Já me divorciei.
Já gostei de alguém que não sentia o mesmo por mim.
Já disse a alguém que o/a amava, quando não era verdade.
Já disse a alguém que o/a odiava quando na verdade o/a amava.
Já tive uma paixão por alguém do mesmo sexo.
Já me apaixonei por um/a professor/a.
Já me beijaram à chuva.
Já beijei um estranho.
Fiz algo que prometi não fazer.
Já saí sem os meus pais saberem.
Já menti aos meus pais acerca do sítio onde estava.

Tenho um segredo que ninguém pode saber.
Já fiz batota.
Copiei num teste.
Passei um semáforo vermelho.

Já fui suspenso na escola.
Já testemunhei um crime.
Estive preso/a.
Já consumi álcool.
Bebo regularmente.
Já desmaiei de tanto beber.
Estive bêbado/a pelo menos uma vez nos últimos 6 meses.
Já fumei ganza.
Já tomei drogas fortes.
Consigo engolir 5 comprimidos de uma vez sem problemas.
Já me diagnosticaram uma depressão.
Tenho problemas de ansiedade diagnosticados.
Grito com os outros quando estou enervado.
Tomos anti-depressivos.
Sofro/sofri de anorexia ou bulimia.
Já me aleijei de propósito.
Já acordei a chorar.
Tenho medo de morrer.
Odeio funerais.
Já vi alguém morrer.
Alguém que me era querido suicidou-se.
Já pensei em suicidar-me.
Tenho pelo menos 5 CD’s.
Tenho um ipod ou um mp3.

Sou obcecado por anime.
Já comprei alguma coisa pela Net.
Canto bem.
Já roubei um tabuleiro de um restaurante de fast food.
Eu vejo o noticiário.
Não mato insectos.
Canto no duche.
Já fingi estar doente para não ir à escola.
Acedo à net pelo meu telemóvel.
Ando no ginásio.
Sou fanático/a por desporto.
Cozinho bem.
Já fui de pijama para a escola.
Sou capaz de disparar uma arma.
Amo amar.
Eu ja exkrevi axim.
Eu rio-me das minhas próprias piadas.

Todas as semanas como fast food.
Acredito em espíritos.
Já fui para um teste sem estudar e tive boa nota.
Sou muito sensível.
Adoro chocolate branco.
Tenho o hábito de roer as unhas.
Sou bom/a a decorar nomes.
Associo músicas a pessoas/momentos.
 
Retirado do Blog da Alyra
 E vá, é isto, Nameless

320# Cinema: Branca de Neve e o Cacador - 11#


Sinopse: "Um rei viúvo caiu de amores por Ravenna (Charlize Theron) sem saber de seus terríveis planos de conquista e acaba morrendo, deixando para ela todo o seu reino. Para piorar a situação, a filha dele foi jogada em uma masmorra e lá ficou até se tornar uma bela jovem. Obcecada pela beleza e pela juventude, a Rainha não se cansa de perguntar ao seu oráculo para saber de existe alguém mais bela do que ela, até o dia em que a resposta não a agradou. Felizmente, Branca de Neve (Kristen Stewart) consegue fugir sem que seu coração seja arrancado e Ravenna se torne poderosa para sempre. Mas a malvada não desiste fácil e além da ajuda do irmão, um fiel escudeiro, ela contrata Eric (Chris Hemsworth), um exímio caçador para trazer sua presa de volta. Só que ele acaba descobrindo que a missão era um grande erro e vai ajudar a jovem em sua cruzada contra o reinado da malévola. Para isso, eles contarão também com o importante apoio dos seres da floresta e dos unidos sete anões mineiros"



Opinião (contém informações sobre o filme): Para tudo o que ouvi falar do filme e para toda a publicidade feita, esperava mais, muito mais. Acho que, ultimamente, os filmes têm vindo a ser sobrevalorizados devido aos atores que neles entram e aos efeitos especiais que possuem. Eu sou uma amante de aventuras e do sobrenatural e, honestamente, creio que esta película podia ter sido melhor aproveitada. Não por parte da Rainha, não por parte dos Guardas da Rainha, mas por parte da própria Branca de Neve e do seu amigo Caçador - se bem que, pelo que li numa daquelas notícias que surgem no msn, o próximo filme será focado nele.
  No conto infantil dos Grimm, todos nós habituamo-nos a ter o foco sobre a Branca de Neve, onde vemos o seu desenvolvimento com as personagens e o seu próprio desenvolvimento, ou melhor dizendo, estagnação. Aqui, temos algum foco sobre a personagem principal, contudo, não é tanto. Após a sua fuga da prisão (uma cena que adorei e que, na minha opinião está muito bem feita), ela cruza-se com o Caçador - um homem que perdeu a sua mulher por causa da Rainha. Este salva-a e, juntos, dão de caras com os Sete Anões, metem-se num mundo de fadas - completamente contrário à Floresta Negra (um dos melhores cenários de todo o filme) e ainda lutam, ou melhor, a Brancs de Neve foge, quem luta é o Caçador.
  O que me irrita profundamente nas cenas seguintes - saltanto um pouco, ou daqui a nada conto o filme todo -, é a rapidez com que a Branca de torna numa guerreira. Ela já tinha a intenção de derrotar a Rainha e parte da coragem, todavia, não me recordo de a ver a aprender mais do que um golpe - tendo em conta que o único treino que teve foi-lhe dado em menos um minuto.
  Não me posso esquecer de William! Um amigo que infância que não me fez recordar nada mais nada menos do que um pseudo Robin dos Bosques, cujo papel no filme não foi de grande importância - vejam a película e retirem a cena da morte da pincesa e entenderão o que eu digo -, mas que ajudou na guerra contra a sua Alteza Ravenna.
  O filme está bom, se bem que podia estar fantástico, pois a ideia é muito boa. Para os amantes de romance faltou-lhes este pequeno elemente, contudo, acredito que, se as complicações no elenco não tivessem surgido, teriam algum na segunda parte do filme.
  Para terminar - eu tinha de dizer isto -, como me disseram, a Stwart não parece Bella alguma. Continua com falta de expressões faciais, no entanto acho que está a melhorar em alguns pontos desta área.
 Como sempre, vejam o filme e tirem as vossas próprias conclusões. 


Um bom Sábado, Nameless

319# Jogos: Enigmas e Misterios

Desafio-vos!
É isso mesmo, lanço-vos o desafio de cumprir um enigma. Sem batotas!
Agora, de que enigma se trata? É simples, de explicar, é claro.
Imagimem o seguinte: Foram raptados e presos uma sala. A porta está fechada e a saída bloqueada por uma cadeira que está aparafusada ao chão e, a única forma de sair dali, é resolvendo os mistérios que vão aparecendo. Como? Têm uma mala junto a uma parede, um quadro noutra e diois cofres na terceira. Podem encontrar outro objetos, junto àqueles que já têm no espço fechado e penso que isso ajudar-vos-á, de algum modo a sair dali.
Por que é que não tenho a certeza? Porque zinda n
ao consegui desvemdar este maldito enigma que me está a dar cabo do juízo. Vou vou consegui-lo!
Então aceitam?


Fica aqui o link.

Bom fim de semana!
Nameless