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domingo, 14 de abril de 2013

453# Filmes: Les Misérables - 18

Sinopse: "Adaptação de musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado em clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe)."


Opinião: E foi graças a uma aula de Psicologia que decidi ver o filme e ler o livro. E como? Simples. Estávamos a falar sobre estereótipos e o nosso professor mostrou-nos o vídeo da Susan Boyle, o da sua estreia em público, com a canção I Dreamed a Dream. Muito curiosa, em casa, lá fui eu fazer uma pesquisa sobre a canção e terminei por ver o filme e por adquirir o livro, que está prontinho para ser lido.
Bem, minha gente, posso dizer-vos que não podia estar mais contente com a minha curiosidade, porque acabei por ver um filme fantástico. Sou fã de musicais, adoro-os de alma e coração, contudo, este foi além das minhas espectativas. Levou a visão que tinha sobre os quatro actores principais, Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway e Amanda Seyfried, a um outro patamar, fazendo-me esquecer qualquer outro papel interpretado pelos mesmos e colando-me ao ecrã durante o tempo inteiro.
Não podia podia estar mais contente.
O que me deixou um pouco aborrecida, não, não foi o romance, mas o facto de a actriz Samantha Barks não ter recebido mais atenção por parte do público em geral, pois a sua apresentação em cena foi fantástica.
Enfim, resumidamente, esta história tem tudo, romance, mortes, crimes e lutas, tanto morais como físicas. 
Aconselho a qualquer o filme que quase me fez chorar, devido a cada uma das suas personagens e à sua história.  
Com amor, 
Valentina

domingo, 10 de março de 2013

426# Filmes:The Perks of Being a Wallflower - 17#


Sinopse: "Estamos em 1991. O academicamente precoce e socialmente desajeitado Charlie é um ser invisível, que vive no seu próprio mundo, até conhecer um carismático par que o decide ajudar. A bonita e rebelde Sam e o seu destemido meio-irmão Patrick guiam Charlie através de novas amizades, primeiro amor, sexualidade, festas, exibições de meia-noite do filme "Rocky Horror" e na busca pela canção perfeita. Ao mesmo tempo, Mr. Anderson, o professor de Inglês de Charlie começa a introduzi-lo no mundo da literatura, alimentando-lhe os sonhos de um dia se tornar um escritor. Mas apesar de Charlie sentir-se realizado no seu novo mundo de adulto, nunca consegue ver-se livre da dor que arrasta do seu passado, e que inclui o recente suicídio do seu melhor amigo Michael e a morte acidental de uma querida tia. Quando os seus amigos começam planear a saída de casa para a faculdade, o precário equilíbrio de Charlie começa a desmoronar-se, e na origem da sua tristeza está uma chocante revelação."


Opinião: Quanto a este filme, não posso dizer nada de negativo, pelo menos não consigo, porque adorei.
Comparativamente ao livro alguns acontecimentos são distintos, todavia, não me posso esquecer que a película é baseada na obra e não uma cópia fiel.
As personagens são fieis a si mesmo desde o início até ao final, todo o enredo é coerente e bastante atractivo.
Pelo que conheço da cultura americana e da vida colegial, a fidelidade das acções foi imensa
O Logan Lerman não nos aparece neste filme como nenhum Percy Jackson ou um D'Artagnan, muito pelo contrário, a sua personagem está tão bem representada que parece real. 
A Emma Watson não é nenhuma Hermione e a sua personagem vê-se bem distante daquela que representou durante anos a fio.
Enfim... Posso dizer, desde já, que se tornou num dos filmes de eleição.
Mais tarde, isto é, quando tiver paciência, faço uma crítica ao livro. 
Btw, se quiserem ver o filme, com legendas, cliquem na minha assinatura.

Bom Domingo!



domingo, 20 de janeiro de 2013

385# Filmes: The Constant Gardener - 16#


Sinopse: "Numa zona remota do norte do Quénia, a brilhante e fervorosa activista Tessa Quayle (Rachel Weisz) é encontrada brutalmente assassinada. O seu companheiro de viagem, um médico local, desapareceu. Tudo indica tratar-se de um crime passional. Assombrado pelo remorso e revoltado com rumores sobre as infidelidades da sua mulher, Justin, o marido, embarca numa perigosa odisseia sem fim para limpar o nome de Tessa; uma odisseia em busca da verdade que revelará uma conspiração a nível global."


Opinião: Vi este filme na aula de Inglês, para que pudessemos identificar os direitos humanos que não estavam a ser respeitados.É uma boa película para se ver numa tarde. Não é muito aborrecida, se bem que tem um início parado, no entanto, não posso pedir que haja tanta ação como num filme de 007, até porque, aqui, pode-se falar de conspirações, mas não de desarmamentos de bombas ou saltos de comboios em andamento e lutas em túneis. 
O filme mostra-nos uma realidade que, infelizmente, ainda é verdadeira em África, mais precisamente, no Quénia e, a partir daí, podemos ter a certeza que o mundo ainda tem muito para mudar, nós temos muito para mudar. As únicas imagens belas do país, surgem em vagos momentos, numa situação crítica. Neste país, a ideia dos direitos humanos existe parcialmente e, nem o direito à vida é totalmente respeitado. No Quénia ser gay é crime, não existe liberdade de expressão, nem toda a gente tem uma casa e, muito menos, cuidados médicos. E é em redor deste último ponto que a história desenrola-se. Vemos até que ponto chega a maldade humana e a sua ambição. Como matar populações parece ser fácil, quando o futuro revela milhões de euros e ao ponto que se chega, para que nada do que fazem chegue aos ouvidos dos demais.
Durante os minutos que passeia frente da tela, pude entender a sorte que tenho em viver num país onde, neste momento, posso dizer o que me deixa ou não descontente, sabendo que não tenho nada a temer.
Mais uma vez, vejam e tirem as vossas conclusões.

Nameless

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

362# Filmes e Livros



Necessito de mais magia em 2013.
Para quem não sabe, adoro literatura fantástica. Sou viciada! E preciso de sugestões para livros e filmes. Acho que é por ser tudo bastante irreal.
Por outro lado, também gosto de mistério, crimes, História. Adoro literatura histórica.
Enfim, preciso de sugestões literárias para 2013. 
Alguém tem alguma?
Ah! E filmes! Conhecem algum filme que valha a pena ver?
É que já decorei as falas dos que mais gosto. =)


Boa semana!
Nameless

domingo, 25 de novembro de 2012

323# Cinema: Harry Potter: As Reliquias da Morte (Parte 1) - 12#


Sinopse: Prestes a completar 17 anos, Harry Potter (Daniel Radcliffe) precisa ser transportado da casa dos seus tios, os Dursley, até um local seguro. Lorde Voldemort (Ralph Fiennes) e seus comensais da morte sabem que a transferência está prestes a acontecer e aguardam sua realização para atacar. Para que ela ocorra vários amigos de Harry, como Rony Weasley (Rupert Grint), Hermione Granger (Emma Watson), Remo Lupin (David Thewlis), Hagrid (Robbie Coltrane) e "Olho-Tonto" Moody (Brendan Gleeson), tomam a Poção Polissuco e assumem a forma física de Harry. A intenção é despistar Voldemort sobre quem é o Harry verdadeiro, de forma que ele possa chegar seguro à Toca, casa dos Weasley. A missão é bem sucedida, mas logo a situação se torna ainda mais perigosa. O Ministro da Magia Rufus Scrimgeour (Bill Nighy) é morto e, em seu lugar, assume um dos asseclas de Voldemort. Harry e seus amigos passam a ser caçados impiedosamente, obrigando que ele, Rony e Hermione fujam. Precisando mudar constantemente de lugar, eles elaboram um plano para encontrar e destruir as horcruxes que podem eliminar Voldemort de uma vez por todas.

Opinião: Eu fui o tipo de pessoa que viu primeiro a Parte 2 do Relíquias da Morte e, por isso, ao ver a Parte 1, sentia-me como se estivesse a fazer um puzzle. 
  O  que me fascina e o que invejo na escrita e na história da Rowling, para além do mundo mágico que ela criou, é a sua capacidade de puxar a nossa mente para um mundo negro, mas, ainda assim, coberto com algumas esperanças, por parte das personagens.
  Houve quem dissesse que o desenvolvimento é lento, mas não achei, creio que a pressa é inimiga da perfeição.
  Aqui tivemos personagens bem desenvolvidas, que tomaram várias caras e personalidades. As cenas de luta são entusiasmantes, de deixar uma pessoa colada  ao sofá, pedindo que mais ninguém morra. Se bem que tal não aconteceu. Como, por exemplo, o Dobby. A morte do Dobby é uma cena marcante, até porque é das personagens que mais gosto, pela postura, pela voz, coragem e amizade. Esta personagem é realmente uma bela demonstração de lealdade.
  O filme não está  feito apenas para aqueles que leram os livros, os por menores mais importantes não se perdem. No entanto, para quem não conhece a coleção, não acredito que seja o melhor por onde começar. Ou se calhar é, porque a curiosidade será mais aguçada do que a de um gato para descobrir o que aconteceu no passado.
    A divisão da história em duas partes é compensatória, ao contrário do que disse quando fiz a crítica ao último filme da tetralogia Crepúsculo, e, honestamente, acho que não podia pedir mais, porque a película está simplesmente fantástica.

Bom Domingo, Nameless

sábado, 24 de novembro de 2012

320# Cinema: Branca de Neve e o Cacador - 11#


Sinopse: "Um rei viúvo caiu de amores por Ravenna (Charlize Theron) sem saber de seus terríveis planos de conquista e acaba morrendo, deixando para ela todo o seu reino. Para piorar a situação, a filha dele foi jogada em uma masmorra e lá ficou até se tornar uma bela jovem. Obcecada pela beleza e pela juventude, a Rainha não se cansa de perguntar ao seu oráculo para saber de existe alguém mais bela do que ela, até o dia em que a resposta não a agradou. Felizmente, Branca de Neve (Kristen Stewart) consegue fugir sem que seu coração seja arrancado e Ravenna se torne poderosa para sempre. Mas a malvada não desiste fácil e além da ajuda do irmão, um fiel escudeiro, ela contrata Eric (Chris Hemsworth), um exímio caçador para trazer sua presa de volta. Só que ele acaba descobrindo que a missão era um grande erro e vai ajudar a jovem em sua cruzada contra o reinado da malévola. Para isso, eles contarão também com o importante apoio dos seres da floresta e dos unidos sete anões mineiros"



Opinião (contém informações sobre o filme): Para tudo o que ouvi falar do filme e para toda a publicidade feita, esperava mais, muito mais. Acho que, ultimamente, os filmes têm vindo a ser sobrevalorizados devido aos atores que neles entram e aos efeitos especiais que possuem. Eu sou uma amante de aventuras e do sobrenatural e, honestamente, creio que esta película podia ter sido melhor aproveitada. Não por parte da Rainha, não por parte dos Guardas da Rainha, mas por parte da própria Branca de Neve e do seu amigo Caçador - se bem que, pelo que li numa daquelas notícias que surgem no msn, o próximo filme será focado nele.
  No conto infantil dos Grimm, todos nós habituamo-nos a ter o foco sobre a Branca de Neve, onde vemos o seu desenvolvimento com as personagens e o seu próprio desenvolvimento, ou melhor dizendo, estagnação. Aqui, temos algum foco sobre a personagem principal, contudo, não é tanto. Após a sua fuga da prisão (uma cena que adorei e que, na minha opinião está muito bem feita), ela cruza-se com o Caçador - um homem que perdeu a sua mulher por causa da Rainha. Este salva-a e, juntos, dão de caras com os Sete Anões, metem-se num mundo de fadas - completamente contrário à Floresta Negra (um dos melhores cenários de todo o filme) e ainda lutam, ou melhor, a Brancs de Neve foge, quem luta é o Caçador.
  O que me irrita profundamente nas cenas seguintes - saltanto um pouco, ou daqui a nada conto o filme todo -, é a rapidez com que a Branca de torna numa guerreira. Ela já tinha a intenção de derrotar a Rainha e parte da coragem, todavia, não me recordo de a ver a aprender mais do que um golpe - tendo em conta que o único treino que teve foi-lhe dado em menos um minuto.
  Não me posso esquecer de William! Um amigo que infância que não me fez recordar nada mais nada menos do que um pseudo Robin dos Bosques, cujo papel no filme não foi de grande importância - vejam a película e retirem a cena da morte da pincesa e entenderão o que eu digo -, mas que ajudou na guerra contra a sua Alteza Ravenna.
  O filme está bom, se bem que podia estar fantástico, pois a ideia é muito boa. Para os amantes de romance faltou-lhes este pequeno elemente, contudo, acredito que, se as complicações no elenco não tivessem surgido, teriam algum na segunda parte do filme.
  Para terminar - eu tinha de dizer isto -, como me disseram, a Stwart não parece Bella alguma. Continua com falta de expressões faciais, no entanto acho que está a melhorar em alguns pontos desta área.
 Como sempre, vejam o filme e tirem as vossas próprias conclusões. 


Um bom Sábado, Nameless

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

316# Cinema: Saga Luz e Escuridao - Lua Nova (Parte 2) - 10#

 Sinopse (com detalhes): "Após dar a luz a Renesmee (Mackenzie Foy), Bella Swan (Kristen Stewart) desperta já vampira. Ela agora precisa aprender a lidar com seus novos poderes, assim como absorver a ideia de que Jake (Taylor Lautner), seu melhor amigo, teve um imprinting com a filha. Devido ao elo existente entre eles, Jake passa a acompanhar com bastante atenção o rápido desenvolvimento de Renesmee, o que faz com que se aproxime cada vez mais dos Cullen. Paralelamente, Aro (Michael Sheen) é informado por Irina (Maggie Grace) da existência de Renesmee e de seus raros poderes. Acreditando que ela seja uma ameaça em potencial para o futuro dos Volturi, ele passa a elaborar um plano para atacar os Cullen e eliminar a garota de uma vez por todas."


Opinião: Para quem já andou aqui pelo blog, sabe que não sou fã da tetralogia Twilight. Muito pelo contrário, não suporto! No entanto, como estou a tentar ganhar o hábito de terminar tudo o que começo, decidi ver o filme desta coleção, porque vi os anteriores. E, embora não goste da história, decidi ver isto com toda a minha paciência e justiça e aqui vai a minha opinião:
  Para começar, não entendo por que é que criaram duas partes para este último livro. Nem o conteúdo do primeiro filme, nem o conteúdo do segundo o jutificam. Tudo teria ficado muito melhor se tivesse sido feito em uma só película.
  Posso logo dizer que esparava um pouco mais. No entanbto, tendo em conta que o guião deve seguir o enredo do livro, não podia pedir por uma verdadeira batalha final, o que, com certeza, foi uma desilusão, para aqueles que não conheciam a história.
  Mais uma vez, embora nunca o tenha dito aqui, esperava que as personagens fossem mais exploradas, porque surgem tantas, com histórias distintas e ficamos sem saber nada sobre elas. Até parece que este filme foi feito somente para quem leu a obra. Além disso, os nosos personagens surgem carregados de clichés, sotaques forçados, maneirismos que demonstram uma ideia retrograda por parte da produção e da criadora.
  Apesar de Bella mostrar-se muito mais viva enquanto morta, esperava ver a sua evolução de forma mais pausada. Sim, é um filme, deve ter pouco tempo, porém, foi tudo tão mal explicado que, para quem não leu o livro ou não está totalmente à fixado na história, perde alguma infirmação.
  Depois dos aborrecidos quarenta minutos, da junção dos clãs e mais alguns aliados e da preparação da Bella (cuja duração levou vagos minutos), estamos prontos para ver o desfecho da história.
  O final é romântico, todavia, pouco, atrativo. Estava tão entretida a ver a luta, a cena que salvou o filme, que esqueci-me do que vinha depois.
  Enfim, minha gente, a história chegou ao final. Os atores estão aliviados por estarem fora dos papéis desempenhados e prontos a enfrentar outro desafio. Espero que vocês, fãs, estejam prontos para seguir em frente e encontrar uma nova história onde se fixarem.

Nameless




sexta-feira, 16 de novembro de 2012

310# Cinema: Mirror Mirror

Sinopse: "Sete corajosos e rebeldes anões, unem forças com a Branca de Neve na sua luta para recuperar o seu reino e para conquistar o seu príncipe, nesta comédia de aventura mágica, plena de inveja, romance e traição que irá conquistar os corações e a imaginação do público por todo o mundo."


Oponião: É uma visão diferente e mais engraçada da história da Branca de Neve. O facto de ter a Julia Robets como antagonista é sempre interessante, pois é uma ótima atriz e já a vi interpretar um diversos papéis.
Acho que as personagens podiam ter sido mais exploradas, contudo, tendo em conta que é um filme, nâo podemos pedir mais do tempo que já tem  - 1hora e 43 minutos.
A história é fiel àquilo qie conhecemos, ou quase, porque temos mais ação e uma princesa que tenta puxar por si mesma e ser um pouco mais indepentente. Ou seja, não ser simplesmente salva pelo Principe Encantando - que, por sua vez, é bastante divertido - e não é envenenada pela maçã - o que é uma marca muito importante para o conto. Todavia, não se desiludam, esta surge, no momento oportuno.
Enfim, os figurinos eram chamativos, não fugiam à época retratada - até a roupa interior foi bem escolhida -, os penteados são aqueles que todas as raparigas querem ter, pelo menos quando são pequenas, e o Príncipe luta, literalmente, com uma mão atrás das costas.
Querem mais do que isto? Honestamente, a Julia Roberts é motivo suficiente para verem o filme, but I'm jus saying...
Bem, para quem gosta de películas simples e que ofereçam um bom tempo, este é um filme a ver. 





Smile, I'm here!
Nameless

sábado, 20 de outubro de 2012

278# Cinema: Transformers - The Dark of the Moon - 8#

Sinopse: "Transformers: The Dark of the Moon" centra-se em Sam que depois de acabar o seu curso universitário tenta encontrar um emprego. No entanto, esta sua tarefa é subitamente interrompida pelos Autobots que voltam a precisa da sua ajuda para salvar a Terra dos diabólicos planos dos Decepticons que desta vez são liderados por Shockwave, um dos maiores aliados de Megatron."

Opinião: Este filme é ótimo! 
Depois da desilusão do segundo, este subiu, de todo, a fasquia. Tem imensa ação, suspense e, para adocicar as coisas, uma ponta de romance. Como sabem, a Megan Fox não estra neste filme, pois, segundo o guião da película, ela e o Sam terminaram o namoro e ele encontrou uma bela inglesa, Rose Huntington-Whiteley, que interpreta o papel de Carly, que se torna a sua nova namorada.
Achei fantástico como tudo tem um propósito. Nada surge por acaso. As lutas estão fantásticas, não há perda de tempo, nem últimos discursos quando as vítimas estão prestes a morrer. Tenho imensa pena pelos dois ou três Autobots que morrem e ainda recordo-me das minhas expressões ao ver o Bee pronto a ser morto. (Quase que gritei NÃÃÃO!, mas ele não morre).
Não gostei muito da interpretação de Huntington-Whiteley, o seu papel no filme é passivo, diria que apenas lá está para preencher o espaço da Megan Fox e fazer entender que o Sam tem sorte com as mulheres que conhece.
Para mim, este filme como o último, mas, pelo que ouvi dizer, a intenção é fazer um quarto com novas personagens.Não vejo muito o sentido, porém, só me basta esperar para ver o que é que acontece.



Ótimo Sábado!
Nameless

277# Cinema: Extremely Loud & Incredibly Close - 7#



Sinopse: "Oskar Schell, de 11 anos, é uma criança excepcional: inventor amador, francófilo, pacifista. Depois de encontrar uma misteriosa chave que pertencia ao seu pai, que morreu no 11 de Setembro no Wall Trade Center, ele embarca numa excepcional viagem – uma urgente e secreta pesquisa através dos cinco distritos de Nova Iorque. Enquanto vagueia pela cidade, Oskar encontra uma grande variedade de diferentes pessoas, cada uma sobrevivente no seu próprio modo. No final, a viagem de Oskar termina onde começa, mas com o consolo da maior experiência humana: o amor."


Opinião: Não li o livro, só vi o filme, ainda a bocado, para dizer a verdade, porém, assim que puder e recordar-me, procurarei pela obra.
As cenas aqui aqui temos, as personagens, as histórias que parecem ficar por contar, o modo como esta película puxa pelo nosso sentido moral, pela nossa atenção... Este filme tem qualquer coisa de especial.
Inicialmente, não me deixei levar pelo Oskar Schell, o nosso protagonista. Não sei porquê, mas não esperava uma personagem tão adulta de pensamento, tão inteligente e frágil. Acredito que esperava uma criança. Contudo, ele bem afirmou "O meu pai nunca me tratou como uma criança." E fez bem, porque criou um grande pensador. Excelente na verdade.
Como todas as obras, esta tem as suas partes óbvias, mas, outras, nem tanto. Fez-me rir, sorrir, esperar e sorrir de tristeza, mesmo no seu final. Se fosse mais sensível, chorava.
Toda esta história é uma lição de vida. A todos os níveis, em todos os sentidos, sem exceções. É  uma lição de insistência, inteligência, procura e de encontros.
Aqui, a frase "não entramos na vida das pessoas por acaso", adequa-se na perfeição, pois, em todas as portas em que ele bateu e, por todas aquelas por onde ele entrou, alguma coisa mudou nele e na pessoa que o viu chegar.
Uma das cenas mais engraçadas, e o termo engraçado não é o mais correto, todavia é aquele que me vem agora à mente, é quando vejo a persistência da criança, o Oskar. Quando entendo a sua luta interior, experior e pessoal, pelo seu pai, que já morreu,  e ao  seu lado, tem o avô, que, devido ao medo, não teve a capacidade de cuidar do filho que teve e, mais tarde, não conseguiu assumir a sua relação com o neto, fugindo.
Este filme, que não tem mais do que duas horas e meia, é algo que aconselho a ver. De olhos bem abertos, tal como a mente.
Outra coisa que me agrada, é o seguinte:
Nem sempre ganhamos na vida. É um dos factos mais certos de todos  aqueles que possamos conhecer. No entanto, a ideia de perder qualquer coisa, não deve ser seguida pela sensação de que se perdeu tudo. Oskar Schell, no final, ao escrever a carta para todos aqueles que encontrou durante a sua busca, diz:
 "Talvez lhes interessa saber, mas a chave não era feita para mim Era para o Sr. William Black, que talvez precisasse dela mais do que eu. Fiquei decepcionado, obviamente. Mas, honestamente, estou feliz por estar onde deve estar. Até estou feliz com a minha decepção, que é muito melhor do que não ter nada. O meu pai disse-me que Nova York teve um 6º Bairro que ficou à deriva. Tentaram salvá-lo, mas não conseguiram e não vai voltar, nunca mais. Por mais que eu queira, também, o meu pai não vai voltar, nunca mais. E eu achava que não podia viver sem ele. Mas agora, sei que posso. Acho que o meu pai ficaria orgulhoso disso. Que é tudo que eu sempre quis."






Sem mais a dizer, 
Nameless

terça-feira, 16 de outubro de 2012

271# Cinema: Elizabeth

 Sinopse: "Inglaterra, 1554. O país está dividido entre católicos e protestantes. Mary Tudor (Kathy Burke) está no poder e uma católica fervorosa, mas tem um tumor que a deixa com os dias contados. Sua meia-irmã, Elizabeth (Cate Blanchett), uma protestante convicta e a primeira na linha de sucessão. Elizabeth levada até a rainha, que tenta fazê-la prometer que o país seguirá o catolicismo. Mas, apesar de poder morrer, Elizabeth diz que será fiel sua consciência. Já no leito de morte de Mary Tudor, o Duque de Norfolk (Christopher Eccleston) tenta fazer em vão com que a rainha assine a pena de morte de Elizabeth que, com a morte de Mary, coroada rainha. Entretanto, Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte, forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), ela planeja matar todos os seus inimigos para consolidar seu poderio."

Opinião: (Aviso, contém informação sobre o filme) 
 Okay, para aqueles que conhecem parte da história inglesa, sabem que a rainha Elizabeth, de Inglaterra, não estava, de modo algum, destinada a ser rainha de tal nação. O primeiro motivo consistia no facto de ser uma filha bastarda, do Rei Henrique VIII, e, segundo, por ser protestante. Tendo a religião católica um maior número de apoiantes. Estas duas razões levaram a conspirações, tentativas de revoltas, ofensas, guerras falhadas e outros conflitos que podem ser vistos na película.  
 Antes de ser declarada rainha, conhecemos o romance entre Elizabeth e Robert Duddley, que, mais tarde, se torna impossível, embora ainda se mantenha por algum tempo.  
 O filme em si, está puramente concentrado na transição de Elizabeth, de princesa bastarda, para rainha de Inglaterra, Irlanda e França. Julgo que a principal intenção é demonstrar a imaturidade a falta de capacidade da rainha perante o seu reino e a sua corte. E isto, está bem conseguido
 Ignorando alguns aspetos históricos que fogem totalmente à realidade, como a cena final em que ela corta o cabelo e declara-se a rainha virgem, é um filme bem feito e bastante compreensível. Para uma película realizada em 1998 é bastante atrativa e, para aqueles que já viram o segundo, a atriz principal, Cate Blanchett, nem parece ter passado tanto pelo tempo. Entendendo que a sequela foi feita em 2007.
 Enfim, de modo resumido, compreendemos o estilo de vida do século XVI, as amizades convenientes, os casamentos arranjados, a necessidade de se ter um filho varão e a corte de um só lado.
 Para quem gosta de História ou filmes históricos, este e a sua sequela devem ser vistos. E, claro, para os que gostam de ler, devem procurar o livro que, se nao me engano, encontra-se venda pelas mãos da Editoral Presença.
  
  Espero que tenham tido uma boa terça-feira. Nameless





domingo, 30 de setembro de 2012

239# Cinema: The Book of Eli - 6#


A ver ainda esta semana, para depois comentar: The Book Of Eli.

Sinopse: Cidades vazias, estradas cortadas, tudo à volta são marcas de uma destruição catastrófica. Sem civilização e leis, as estradas pertencem a gangs de assassinos que matam em troca de sapatos, água, ou simplesmente por prazer. Eli, guerreiro por necessidade, apenas procura paz, mas quem se atravessar no seu caminho para o atacar rapidamente vai perceber o erro que cometeu. Ele protege não a sua vida, mas a esperança de um futuro melhor; uma esperança que ele carrega e guarda há 30 anos. No entanto, há outra pessoa que compreende o poder que Eli tem, Carnegie, e está determinada a ficar com esse poder. Mas ninguém vai conseguir parar Eli. Ele tem de manter o seu caminho para conseguir dar um futuro à Humanidade.
 
Sorte nº17NamelessGirl

237# Cinema: Project X - 5#



Okay, imagina-te  no seguinte cenário: na escola, tu e os teus amigos, não são nada mais do que um grupo de falhados, cujos nomes ninguém sabe Em casa, os vossos pais acham que vivem destinados para fracassar e os teus únicos amigos estão fartos de serem invisíveis. Para melhorar, vais fazer dozoito anos e a tua festa vai resumir-se a um bolo com velas e cerca de três pessoas. Podes parar por aí, pois não é isto que vai acontecer. Na verdade, a atua festa vai ter quase duas mil pessoas, sexo, drogas e rock'n'roll. Queixas dos vizinhos, saltos de telhados, raparigas nuas nas piscinas, música até o amanhecer e a polícia a bater-te a porta. Para melhorar o cenário, ou não, o teu vizinho passa-se do juízo e decide carbonizar tudo o que tem a sua frente, pois o seu gnomo de jardim, onde guardava as suas drogas, foi roubado (pelos ti e pelos teus amigos que não eram nada nem ninguém).
Todo este cenário é gravado por uma câmara de filmar amadora (como quem diz, pois é um profissional que cria tal efeito), pronto a ser guardado, para ser visto sempre que quiserem.
Mas se pensam que tudo termina aqui, depois a da infração de várias leis, não. Adivinha: um dos teus amigos vai fazer dezanove anos e, em vez de colocar um anuncio na net, como fez com a tua festa, fá-lo em direto, em pleta televisão nacional.
 
Sorte nº17NamelessGirl

235# Cinema: Real Steal - 4#


Sinopse: "Uma viagem que nos transporta para um futuro próximo onde o boxe abraça a tecnologia e que tem como estrela principal Hugh Jackman no papel de Charlie Kenton, um ex-pugilista que perdeu a sua oportunidade de ganhar o título quando robôs gigantes tomaram conta do ringue. Charlie, é agora um insignificante promotor de combates que sobrevive a arranjar, peça a peça, robôs já descartados que posteriormente utiliza em combates ilegais. Quando já pouco ou nada resta da sua dignidade, Charlie, relutantemente, junta-se ao seu filho Max, em cuja vida nunca esteve presente, para construir e treinar um verdadeiro campeão. Quando, na brutal e implacável arena é elevada a fasquia, Charlie e Max, contra todas as expectativas, encontram ali a sua última chance para um regresso apoteótico."
 
Opinião: Real Steal, para além de um filme sobre robôs, é uma película sobre a aproximação de um pai (Charlie Kenton) e de um filho (Max Kenton), que mal se conhecem. É ótimo ver que, nas poucas semanas que passam juntos, aprendem a gostar um do outro, mesmo que não o digam diretamente. Além disso, Charlie, recupera o amor que tinha pelo Box, e isso vê-se na sua expressão, durante o último combate.
Está longe de ser um filme lamechas, na verdade, é bastante atrativo.
Deixei-vos então o trailer. Enjoy.

Sorte nº17, Nameless

234# Cinema: Ghost Roder 2 - 3#



Sinopse: Em constante luta com a maldição que carrega consigo, escondido numa zona remota da Europa Oriental, Johnny é recrutado por uma seita secreta da Igreja para salvar um rapaz do demónio. No início, Johnny está relutante em abraçar o poder do Ghost Rider, mas esta é a única forma de proteger o rapaz e, possivelmente, de se livrar para sempre da maldição.

Opinão: Um filme um pouco óbvio, com um bom ator principal, Nicholas Cage – que errou demasiadas vezes nas suas aceitações para fazer um papel.
Acompanhei esta película, pois, numa madrugada de insónias visualizei a primeira parte de Ghost Rider, o que espero que seja uma duologia.
Confesso que me chamou a atenção desde o início, pois era uma história que nunca tinha visto na televisão nem em livros (poia não sou fã de banda desenhada. Acho que a ideia poderia estar melhor desenvolvida, ou seja, gostaria de ter visto meia hora de filme sem adivinhar tudo o que ia a acontecer e o final. Com excepção da “nova” faceta do Ghost Rider no final do filme.
Todas as personagens são interessantes, tendo em pouca atenção a pequena família, Nadya, a mãe e o filho Danny.
Enfim, Ghost Rider 2 não é o melhor filme da vossa vida, todavia, providenciar-vos-á um bom bocado e algum entretenimento.

Sorte nº17, Nameless

228# Cinema: Hannah - 2#




Sinopse: "Hanna (Saoirse Ronan) é uma adolescente que foi criada no frio da Finlândia pelo pai, um ex agente da CIA (Eric Bana), como uma máquina perfeita para matar. Levando uma vida totalmente diferente de qualquer outro jovem de sua idade, sua rotina sempre foi voltada para cumprir uma missão. E quando este dia chega, ela vai cruzar a Europa, enganando agentes experientes com os ensinamentos de seu mentor, mas enquanto o alvo vai ficando cada vez mais perto, alguns segredos sobre sua vida começam vir à tona, provocando uma revolução em sua cabeça."


Opinião: Hanna foi uma película que, em termos de publicidade, deixou muito a desejar. Parecia um novo tipo de filme de ação, porém, não podia estar mais enganada. O enredo que nos é apresentado possui falhas e é confuso.
Hanna é uma rapariga que vive com o seu pai na floresta há quinze anos. Nesse espaço de tempo, ele ensinou-lhe tudo que ela deveria saber para sobreviver no mundo que lhe era desconhecido, ou seja, o nosso mundo. Ela sabe falar mais línguas do que qualquer pessoa comum, sendo uma delas o árabe. Sabe caçar, pois era da caça que sobrevivia na floresta e lutar, devido à missão que lhe estava destinada desde a morte da sua mãe.
Esta rapariga, mais nova do que eu dois anos, quase três é uma assassina nata, não possuidora de remorsos – o resultado de uma mutação genética realizada em mais vinte mulheres grávidas, vinte e uma contando com a mãe de Hanna. O objetivo de tal trabalho era criar o soldado perfeito, que não sentisse remorsos, medos e que fosse mais hábil e forte que os restantes seres humanos.

Interrogo-me: Como é que retiramos remorsos e medos a um feto ou criança que não conhece o mundo nem tais conceitos?
Vendo esta operação interrompida, a chefe deste projeto decide eliminar as “provas”, contudo, Hanna é levada pelos pais. Durante a fuga a mãe de Hanna é morta pela tal chefe e o seu pai foge com ela para a tal floresta.

Sei que me repeti, no entanto, tinha de fazê-lo, pois não entendo porque é que ele não desapareceu com a criança, dando-lhe uma vida normal. Porque é que a preparou para ser uma criança soldado? Que tipo de pai é que ele é? Bem, com o filme ficamos saber que não é o pai biológico, mas também não explicam quem é que ele é. Na verdade, a relação dele coma  mãe de Hanna não é explicada, tal como não é explicada a relação dele com a chefe da organização que perseguem. 

Ao contrário do que se espera num filme de ação, este quase que não há cenas de suspense. As situações conseguem ser muito paradas, porque ela está a conhecer o mundo e a entrar em contacto com outras pessoas, algo nunca antes feito. Existem momentos engraçados, todavia, não os posso considerar de pura comédia, porque esquecemo-nos deles logo de seguida, pois estamos interessados em saber no que vai acontecer a seguir, ao fim de entendermos a razão de tudo aquilo. 
Como se não bastasse, no final, todos que a ajudaram morreram - exceptuando a família com quem ela viajou pela Europa, acho eu. Essa parte também não é explicada no filme.  - No final do filme, ela cumpre a sua missão, contudo, fica a pergunta: Se todos em quem ela podia confiar morreram, para onde é que vai? Ninguém sabe, o final é aberto, o espectador que use a sua imaginação. Porém, uma coisa é certa, ela jamais será uma adolescente ou adulta comum, viverá sempre como uma assassina treinada, pronta a matar caso se sinta em perigo.
Apesar de isto tudo, vejam o filme e tirem as vossas próprias conclusões.                                                                                        

Sorte nº17NamelessGirl