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sábado, 25 de maio de 2013

459#

Ontem, quando deixei a Biblioteca da escola e os meus colegas de turma, cheguei à conclusão que sim, mudei. Mas mudei para melhor, porque estou mais feliz, sou uma pessoa mais brincalhona, que arrisca mais e que não pensa tanto no que faz. Sim, estou menos racional. Já nem sei o que é andar triste porque algo me aborrece. Realmente cheguei à conclusão de que não me devo chetear por pouco e que nunca, mas mesmo nunca, devo dizer que sou uma perdedora. 
Minha gente, adoro boa disposição, pessoas a rir. Adoro estar alegre e, sinceramente, quanto mais ando pela blogosfera, mais entendo que os blogs servem para espalhar tristezas e desgraças.
O meu professor de Psicologia está sempre a dizer: Não alimentem as emoções negativas. No entanto, ao que parece, toda a gente cria e transforma-se em redor dos sentimentos negativos, mas de tal modo que, sem eles, não são nada.
Aqui, no meu cantinho, nem sempre faço posts engraçados, ou interessantes, porém, tento, sempre ou quase sempre, que não sejam tristes. Entendo que todos precisamos de desabafar, todavia, a minha mente não dá para ler tantas desgraças num só dia. Parece que já não há palavras novas e isso desanima-me. Deixa-me farta de cá estar. Não digo que vá apagar o blogue, mas, se um dia deixar de cá aparecer, foi porque decidi colocar um ponto nisto.
Com as mais sinceras felicidades, 
Valentina de Andrade

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

194# Dia - 2#

Deus disse: Haja preguiça! E não, eu não nasci, mas tal ordem afetou o meu nascimento. Isto, porque, ao que parece, nasci depois do tempo previsto. Ou melhor, o médico não sabia quando é que eu ia nascer. Apenas vi a luz num dia qualquer, à pedido da minha mãe, pois ela tinha medo que houvesse qualquer coisa de errado comigo. Ela bem teve motivos para isso, pois quem me conhece pode visualizar o resultado de um parto provocado. Pessoas como eu não se encontram em todo o lado, acreditem.
Mas enfim, não é disto que vim falar. Até porque não tenho motivos para falar de partos, a não se estivesse grávida, algo que, profundamente, não desejo. Não dá jeito, não quando se tem dezoito anos. (Mas sejamos sinceros, não dá jeito em idade alguma).
Enfim...
A tag do post diz Dia, logo, falarei do meu dia. O problema é que não há muito a dizer. Como bebi meio litro de café na madrugada passada - confesso que não sei o que raio é que me deu, porque detesto café -, adormeci as nove da manhã. Resultado: Despertei as quatro da tarde, quase cinco e passei o resto do dia com uma moca de sono enorme. 
Ah pois é! Aqui a Nameless tem as suas pancadas.
E agora perguntam-me: Pelo menos fiz alguma coisa de produtivo durante a madrugada? Bem, depende do ponto de vista. Escrevi o primeiro capítulo de uma história cujo título era a única coisa existente no documento. O título e o meu nome, é claro. Que mais? Decidi que, para além do meu querido Projeto PdF, escreverei, por dia, um capítulo ou mais de uma história. Quem sabe assim avance na minha duvidosa e pouco promissora carreira de escritora.
Mas eu falava do meu dia, certo? Não fiz nada. Deambulei por aí com os meus pensamentos pouco positivos e terminei aqui, agora, no quarto, pois não me apetece discutir religiões com a minha mãe. 
Enfim - hão-de reparar que adoro esta palavra -, o meu dia foi isto e sei bem que vão pedir-me os vossos minutos de vida de volta por lerem o que aqui está. Todavia, não os posso devolver. Quem sabe noutra vida. Quiçá calhe a minha vez de ser Deus, não é?

 Sorte nº17, Nameless

sexta-feira, 13 de abril de 2012

123# Dia

Sim... Para mim hoje foi sexta feira treze...
Para começar, dormi tarde e acordei tarde e perdi dois autocarros. Antes de sair de casa, a minha cadela teve a rica ideia de fazer chichi na cozinha e o gato de despejar a sua areia no chão, onde fez as suas necessidades, caminhando de seguida pela casa, como se fosse um príncipe. Para piorar, estava meia hora atrasada e tive de acordar o meu sobrinho, para leva-lo ao infantário. Tendo-o acordado, sai de casa, onde vi o autocarro a passar por mim. De seguida, segui por um outro caminho, onde apanhei, um autocarro que me levaria ao infantário. Por vinte minutos respirei fundo. Após descer do autocarro, o meu sobrinho decidiu brincar durante todo o caminho, atrasando-me mais um bom bocado e deixando-me de mau humor.
Na esperança de que o dia melhorasse, apenas me enganei, redondamente... -.-''
O autocarro que tinha de apanhar para Oriente atrasou-se, o metro demorou quase dez minutos a chegar e, quando finalmente consegui chegar à escola, descobri que o meu professor havia mudado de sala sem avisar a turma. Conclusão: Aqui a NamelessGirl esteve a procura da sala de aula. Encontrada a sala de aula, o meu professor reparou que não tinha marcado as faltas e marcou-me uma ao primeiro tempo (razoável, cheguei à escola as nove da manhã). No final da aula de Geografia, o meu professor diz-nos que o trabalho é para entregar no Domingo e eu pergunto: Como Domingo? Não era dia 17? E ele responde: Enganei-me, olhei para o calendário de 2011. Trabalhinho para hoje a noite... Tão bom... Merda, isso sim.
Para piorar, tenho teste intermédio para a próxima semana, sexta feira, um trabalho de história para entregar terça feira, mas que estive a fazer hoje com o meu colega. Devo passá-lo para computador e enviar uma cópia ao resto do grupo.
Finalmente fim de semana... Casa... Casa... CAMA!!!
Não... Não casa... Não cama... A minha chave está em casa da minha mãe e eu vivo com o meu irmão. Esperei quase meia hora pela minha cunhada e senti que o dia tinha terminado, mas não... O gato roubou-me o Mp3... Outra vez e fui encontrá-lo debaixo do sofá. Além disso, apercebi-me que perdi as chaves de casa da minha mãe e com elas, o meu colar-relógio (Lá se foram vinte euros).
Espero que tenham tido um dia melhor que o meu.

Sorte nº 17, NamelessGirl

TGIF... 13TH