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sábado, 1 de dezembro de 2012

329# NaNoWrimo: 30 de Novembro - O mes chega ao fim, mas o desafio nao...- 16#

  50169 palavras!
  O contador de palavras do NaNoWriMo deu-me mais algumas, mas eu sei que escrevi, em trinta dias, 50169 palavras! O meu objetivo pessoal implicavam mais vinte mil, no entanto, sabem que mais? Estou contente com o resultado. Entre testes, trabalhos, saídas e muuuuita preguiga, acho que isto é aceitável. Escrevi, um prólogo, dez capítulos - dois deles inacabados -, várias personagens - com quem vou adorando trabalhar - e ainda tenho outras para inserir, ao fim de conseguir redigir tudo o que quero.
  É uma pena ver que já terminou, pois já não há aquela pressão nem aquele nervo miudinho que nos obriga simplesmente a escrever e a esquecer da qualidade. O que, ao fim de cinco anos, no meu caso é claro, é complicado. Porquê? Quando começamos a escrever, seja por que motivo for, pensamos sempre em melhorar, em fazer melhor. E isso, acaba por fazer com que deixemos de não saber escrever. E este desafio passa um pouco por isso, fazer-nos voltar à altura em que escrevíamos sem pensar na qualidade. Foi complicado, mas, quando entendi que tinha menos de doze horas para terminar o desafio, caguei-me para a qualidade e dediquei-me a escrever palavras atrás de palavras, com ou sem sentido. E, quando vi que não conseguia escrever um capítulo, passei para outro e, quando bloqueei novamente, voltei ao anterior.
  Escrevi até as onze de cinquenta e seis da noite e, antes da meia noite, consegui o meu selo e o meu certificado.
  Assim que vi a palavra winner soltei um grito de felicidade e bati palmas que nem uma parvinha.

 
  Como disse o A. : Tanta coisa para não ganhares nada.

  É verdade, não ganhei nada, todavia, posso dizer que me diverti e cumpri algo a que me propus fazer. A partir de agora, não posso dizer, de forma alguma, que não posso fazer algo, pois é impossível. Por isso, que se danem os prémios! Estou contente por ter, no mínimo, metade da história escrita e por continuar animada com a minha ideia.
  Alguma coisa a reclamar? Da minha parte não.
  Continuarei a postar o desenvolvimento da história, juntamente com os meus devaneios e futilidades, por isso, se quiserem, acompanhem, pois, Dezembro, será a continuação do NaNoWriMo, mas com a intenção de terminar a narrativa. 
  Eu sei, falo muito sobre escrever... No entanto é assim: uns apaixonam-se por letras, outros por objetos.


Bom Dezembro
Nameless

domingo, 25 de novembro de 2012

326# NaNoWriMo: Novembro: A Violinista - 15#

"- Sei que não faço parte desde mundo. E também sei que,  no mundo a que realmente pertenço, durmo. O problema é que não saberei até quando é que vou permanecer adormecida. Seja como for, foi o homem que ambos vimos que me ensinou
 a tocar o que toco, a falar como falo e a escrever como escrevo. Foi o homem da fotografia que me ensinou a fazer coleções de pequenas memórias, de coisas simples que vão surgindo na mente.
Olhou para o lado e encarou Raimundo com um sorriso. 
- Ele disse que todos nós colecionamos qualquer coisa e que eu deveria colecionar as memórias dos dois mundos, para que nunca me esquecesse de onde estive,  caso não pudesse voltar a ver um dos dois lugares, ou mesmo nenhum deles." - Cassandra

sábado, 24 de novembro de 2012

322# NaNoWriMo: 24 de Novembro - O que me move - 14#


"Chega uma altura em que tenho de tirar o peso e a preguiça das costas, esquecer as críticas que se encontram no futuro e olvidar-me de quem ainda não conheci. Chega uma altura em que tenho de estranhar e entranhar, conhecer e julgar, compreender e dar o outro lado da face. Bem, minha gente, acho que chegou essa altura."
  Escrevi isto há uns tempos, pensando que apenas me faltavam três capítulos para terminar o NaNoWriMo. O problema com que me deparei foi que, se terminar este desafio, não terei desculpas para dizer que não sou capaz de terminar coisa alguma. Já alguma vez tiveram o peso desta ideia na vossa mente? Deixam-me dizer-vos que é chato. É chato porque, o que me move, é a escrita.
  Não queria admitir isso, nunca quis, mas, por favor, há qualquer coisa em mim que vai para além daquilo que vivo. Há qualquer coisa em mim que me diz que destoa do mundo real, que se aborrece com o que diariamente vê e que inventa uma história para tudo. Há uma parte de mim que tem sede do passado que não viveu, mas que quer tudo e mais alguma coisa, tudo o que podia ter presenciado. Não chamo a isto o medo de encarar o presente, nem de entender o futuro. Chamo a isto a vontade de escrever histórias que foram perdidas por não terem tido uma voz que a contasse. Eu quero ser essa voz.
  Há imensa gente que diz que gostaria de viver em mundo de magia, que fala de feiticeiros, dragões, guerreiros, elfos, enfim, personagens. Mas ficam-se por aí, pelo desejo e não atingem a vontade. Não trabalham as suas mentes ao ponto de não pararem, de estarem sempre a trabalhar, a dar o máximo e criar cada vez mais! É provável que isso acabe por ser um problema, para mim consegue ser, mas a minha mente não pára! A minha volta toda a gente se transforma numa personagem, crio diálogos e cenas que jamais acontecerão. Encaro todas as personagens e falo de forma distinta. Falo sozinha, porque estou a pensar, a criar o que nunca escreverei, o que se vai perder com o vento, porque ele leva as palavras.
  Não têm noção de como é caminhar e ver que as pessoas nos fitam de lado, porque anda a pensar em voz alta, porque caminho com um caderno na mão e uma caneta na outra, porque, quando chove, fecho o guarda-chuva para poder tirar uma folha e escrever qualquer coisa que me passe pela cabeça. As pessoas interrogam-se, aborrecem-se por não obterem a resposta a uma pergunta que eu não respondo: O que é que tanto escreves?
  Não respondo, porque não escrevo. Não escrevo nada, não penso em nada. Tudo resume-se a DADA!
  Contraditório? Sim, porque, enquanto não terminar alguma coisa de vez, será como se nada tivesse escrito, como se tudo que tenho em cadernos, documentos, folhas perdidas, fosse um treino e nada mais. E é, pela vontade de escrever, de poder dizer que escrevo ou escrevi alguma que me meti no NaNoWriMo.
  Por isso, fica aqui minha gente, no início deste texto, as minhas palavras de afirmação em relação ao que quero fazer. Pessoas, a 1 de Dezembro, se alguém me perguntar o que é que tanto escrevo, direi, sem qualquer problema ou dificuldade: Escrevo uma história.


With Love, Nameless

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

313# NaNoWriMo: 19 de Novembro - A Violonista - 2#

AVISO: ESTE POST É ENOOOORME!!

  FIRST: THERE'S NO AMERICAN NOVEL HERE! 
  (Depois deste grito interior...)

  Olá minha gente! 
  Hoje passei por aqui para vos dizer uma coisa:
  Eu tenho uma boa ideia. Na verdade,  tenho uma ótima ideia. Não o vou negar, não vou dizer o contrário e estas palavras não estão aqui para aumentar o meu ego ou a minha auto-estima.
  Pessoalmente, eu sei identificar porcaria, sei quando escrevo porcaria e sei quando estou a enganar-me a mim mesma, logo, seria hipócrita afirmar que até estou a pensar em algo com potencial quando as minhas ideias são uma bela merda.
  Em relação ao prazo que marquei para comigo mesma para terminar a história, admito que falhei, contudo - há sempre qualquer coisa -, vou chegar às 50 mil palavras antes do final do mês.
  A razão de estar atrasada é a minha preguiça. Ainda não arranjei modo de a contornar e não, mesmo, como auto-disciplinar-me para cumprir tudo aquilo a que me proponho. Parece que nem o NaNoWriMo consegue mudar-me.
  Voltando à história...
  Estou numa altura em que tudo começa a fazer sentido, em que misturo o passado com o presente, sem que se entenda o que raio é o quê. As minhas personagens começam a ganhar forma, ideias e a tomar conta da minha mente - eu sei, deveria ser o oposto. Seja como for, acho que estou a evoluir gradualmente.
  Agora, saltando aquilo que estou a fazer bem e mal, perguntam-me: Por que é que a tua história é uma ótima ideia? E eu respondo-vos, com todo o à vontade que me é possível.
  Bem, para começar, é minha! Digo isto meio a brincar, meio a sério. Acho que os elogios estão a moldar-me a mente e a deixar-me meio convencida. Contudo, é por ser minha que eu posso dizer, mais do que honestamente e desde o início, o que raio é que está errado, certo e o que é que posso mudar e o que não mudarei. Ou seja, é uma ótima ideia, primeiramente, porque é moldável e falível.

  O Segundo ponto não tem muito a ver comigo: Existe romance, no entanto, não é nada que já tenha escrito. Aqui, todas as personagens vivem ou já viveram um amor. Isto não será o ponto-chave da história, porém, terá uma grande influência em tudo o que eu redigir. - Isto é uma loucura minha. 

  O Terceiro ponto tem tudo a ver comigo: Temos mundos paralelos, seres mitológicos, alguns inventados, e lutas com armas medievais! Sei plenamente que há pessoas que não gostam de Literatura Fantástica, nem nada que faça parte do mundo fantástico, contudo, estou a escrever para uma pessoa que gosta disto e que se apaixonou por este género.

 O Quarto ponto é super simples de se dizer e extremamente complicado de se explicar. Ou seja, irei fazer referência à vossa infância! Exatamente, é mesmo isso, à vossa infância. Como se não vos conheço? É simples, vou usar os contos de fadas que todos nós já lemos, relemos e contamos. Como acontece em Once Upon a Time? Não, longe disso. Bem, não muito longe que aqui não tenho aquelas relações todas complicadas e maradas. Nesta história, as personagens que conhecem são pessoas que vivem no mundo real e que apenas se tornam em alguém irreal, quando sonham. Por exemplo, o Lobo Mau, é um rapaz completamente comum que, quando sonha, transforma-se no antagonista da Capuchinho Vermelho, que, na minha narrativa, surge com o nome Escarlate e é uma caçadora. Enfim, longa história que será muito bem explicada - farei o meu melhor nesse aspeto.
  
  Quinta razão para ter uma ótima história: Não acredito em finais simplesmente felizes.
  Lamento muito minha gente, adoro todas as criancinhas do mundo, mas, as histórias com finais felizes, são aquelas que ainda não terminaram. E, a minha ideia vai ter um fim. Todas as personagens, a determinada altura, deixarão de existir. Mesmo que isso signifique a morte de alguém. Sou fã de finais meio-abertos, no entanto, gosto de colocar os pontos nos i's.
  
  Sexto motivo! (Bem, isto já vai longo...) Tenho aventuras e guerras. 
Para mim uma boa história fantástica necessita de aventuras e guerras. Este segundo aspeto pode ser retirado, mas, as aventuras são o que me atraem no livros. Não só pela descoberta e evolução pessoal das personagens, mas também por aquilo que vou conhecer por parte do escritor. Isto é, as suas utopias. Se um dia lerem as minhas histórias, conhecerão parte das minhas ilusões.

  Sétimo aspeto... Sim, minha gente, tenho um sétimo aspeto. Sei que parece muita coisa, no entanto, acreditem, ainda nem vos contei metade, porque nem eu mesma sei! Todavia, de uma coisa é certa, não vou cortar nas ideias! Porquê? Porque tudo fará sentido ao seu tempo. Mas regressando ao sétimo ponto: tenho enigmas, anagramas, desafios, armadilhas, feitiços - não consegui evitar, adoro feiticeiros, eles fazem parte de mim de uma forma inexplicável.

  Oitavo e juro que estou quase a terminar! 
Não tenho lições de moral. Opá, condenem-me, porém detesto lições de moral. Gosto de ler uma história que me mostra um grande ponto de vista sobre a vida ou sobre outra coisa qualquer, mas, coisas como: "Quem te avisa teu amigo é", não são para mim. Isso, meus caros, já eu sei. Já senti na pele, não preciso de o provar através de uma história. Por isso, apenas escreverei aventuras que demonstras o esforço, a vontade, os motivos, aquilo que realmente nos move.
  Nono e atual último ponto: Tenho um Escolhido! Chama-se Raimundo e não foi escolhido por profecia, apesar de também ter uma, mas sim pelo avô, para continuar um trabalho que ficou a meio. É a sua chegada, como outsider, que dará início à todo o movimento que vagueia na minha mente e que passará para o papel.

  E é isto ou coisa parecida que faz com que a minha ideia seja ótima. Tenho grande parte dos elementos que aprecio. Tenho uma base que vai além do que imaginei e vou fazer algo que sempre quis fazer, dar a conhecer o meu ponto de vista em relação a personagens que toda a gente conhece.
  Não sei o que sairá daqui, mas seja o que a minha imaginação e criaturas quiserem. 
  Não deixem de dizer o que pensam, se quiserem comentar, é claro.
   


Não sei quanto a vocês, mas eu acho que vou dormir,
 Nameless

312# NaNoWrimo: 17 de Novembro - NaNoMeet - 11#

 
   E este fim de semana, fui a um NaNoMeet! 
  Os Nanomeets são encontros feitos, no caso de Lisboa, todos os sábados, num café, ou restaurante, ou outro lugar qualquer que tenha tomadas e espaço para escrever, comer e trocar ideias e dizer muita porcaria junta que, no final, transformar-se-á em algo fantástico. A sério, acreditem, não estou a gozar.
  Este Sábado foi o meu primeiro Nanomeet. Cheguei à Alvalade, procurei pelo restautante/café "A Nova Bagdad"(nome gozado à força toda pelas pessoas daqui de casa), que me foi indicado por hoem muito simpático e, com a minha visão diurna de ninja, procurei pelos nanoninjas (meio monkeys, meio ninjas). Ao dar a volta ao café com o meu peluche azul preso nos braços, encontrei o grupo sentado, ocupando qualquer coisa como três mesas. Todos eles tinham um computador a sua frente e viam-se mais do que concentrados. Eu, como sou ótima a falar com estranhos, fiquei com o pé atrás, mas lá perguntei se eram o grupo do NaNoWriMo. A Alexandra Rolo olhou para mim com um meio sorriso e disse que sim. Lá me apresentei e cumprimentei o Renato - a única pessoa que conhecia. Como quem diz, porque apenas nos tínhamos falado por mensagens.
  Acredito que tenham primeiro estranhado a cor de algumas das tranças do meu cabelo - roxo - e o facto de eu ser muito calada, porque estavam todos alegres e a falar, embora concentrados. 
 Sentei-me ao lado de uma rapariga chamada Júlia, muito simpática  - era a única nortenha na mesa.
  Eram cerca de dez pessoas na mesa e, pelo que tinham dito, faltavam, pelo menos, mais duas, que chegaram cerca de meia hora depois de mim. Confesso que não lhes sei os nomes - sou péssima com nomes.
  Pouco escrevi, confesso, pois estive mais interessada em criar um enredo coerente para os próximos capítulos, algo que nem costumo fazer.
  Seja como for, diverti-me. E, pela primeira vez em três anos, bebi coca-cola. xD O que é que tem a ver? Nada, todavia, apeteceu-me noticiar.
  Enfim, estive com pessoas que entendem a minha necessidade de escrever! Para muitos isto é parvo, mas, para mim, é, de algum modo, importante, porque estou a partilhar uma paixão que adquiri ao longo dos tempos.
  Agora, é continuar a a escrever e terminar a história antes de dia 30!
  Desejem-me sorte, porque, para a semana há mais, no entanto, não sei se vou, tenho de ver. Vai começar a segunda ronda de testes e, aqui a Nameless, precisa de subir as notas que andam meio feias. 


 Escreve também!
Nameless

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

301# Novembro - 4#


  E olá Novembro!
  Ainda não tinha dado as boas-vindas à este mês, não como deve ser, pois ganhei a febre NaNoWriMo e acreditem, ela é perigosamente contagiosa. No entanto, não se afastem daqui do meu espacinho, que apenas se passa através do contacto com um participante, ou então, da doida vontade de escrever.
  O mês passado não fiz nada de jeito, contudo, este mês, espera-me muita coisa:
  1º Tenho de terminar o NaNoWriMo;
  2º Tenho de subir as notas à História e Psicologia;
  3º Escrever uma peça de teatro para começar a ensaiar em Janeiro e apresentar em Julho - sem falhas!;
  4º Quero aprender a dançar ragga;
  5º Chegar a meio da minha história sobre feiticeiros;
  6º Sobreviver às aulas de História sem ir para a rua por dizer à minha setôra qualquer coisa que me vai na mente há já muito tempo;
  7º Conseguir construir frases em Italiano e saber o básico de Árabe;
  8º Criar um horário antes de dia dez, onde inclua todas as minhas atividades.
  Parece pouco, eu sei, mas não é, acreditem. Vistam a minha pele e descubram como é complicado sobreviver a tudo isto.
 Love, Nameless

sábado, 3 de novembro de 2012

298# NaNoWriMo: 2 de Novembro de 2012 - 10#

 15016!
É a única coisa que posso dizer para o final do dia 2... 15016 palavras! Boo-yah!!!!
Vou com um bom ritmo!
E vocês? Como está a correr?


Escrevam muito, Nameless

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

296# NaNoWriMo: 1 de Novembro (Final do dia) - 9#


  7493! Terminei o dia com 7493 palavras. 
  Vá, amanhã o meu objetivo são as 15 mil palavras, se ultrapassar, ótimo, se não, tenho o fim de semana para chegar as trinta mil. O meu objetivo é atingir as 50 mil até dia 10 de Novembro. Possível para uma iniciante a Nanoninja? Por que não? Sou louca suficiente para isso. O meu último teste é de Inglês e tenho o Domingo e a Segunda para estudar.
Enfim, acho que ainda escrevo mais uma horinha hoje, para chegar as 9 mil. Se não o fizer, boa noite, minha gente. Amanhã ainda temos trabalho. No meu caso, duas aulas, sendo uma delas teste de português sobre Os Lusíadas.

É quase fim-de-semana!
Nameless

295# NaNoWriMo: Dia 1 de Novembro (Madrugada) - 8#


  OH MY GOSH! OH MY GOSH! OH MY GOSH! 3984 palavras! Boo-yah!
  Escrevi um capítulo inteiro em duas horas! Um capítulo inteiro!
  Estou toda contente, porque já não escrevia desde dia quinze, ou dezasseis, ou seja, desde que entrei em Reabilitação Criativa, ao fim de entrender exatamente o que é que queria escrever.
  O resultado foi este, mais de três mil palavras. Ah! Ah! Sinto-me awesome.
  Tenho de aproveitar bem a madrugada, porque, amanhã a tarde, vou passar o dia a estudar português, pois tenho teste sexta-feira e Luís de Camões, não é, nem de longe nem de perto, o meu melhor amigo.
  Algures, pelas quatro da manhã, vou-me deitar. Arrumo a cozinha amanhã, que também não tem mal nenhum.
  Não me posso esquecer que isto também significa o fim da Reabilitação Criativa, logo, dentro de nada, voltarei com o Desaio dos 100 e o Ad Vindictam.
  Quero ver se chego as cinco mil palavras. Se o fizer, tenho a certeza de que dormirei muito bem.
  E vocês? Como está a ser o primeiro dia de NaNoWriMo?

PS: Espero é ter escrito alguma coisa de jeito, para não ter de cortar depois, quando fizer a correção.

  Vão dando notícias, Nameless

294# NaNoWriMo: 1 de Novembro - O Comeco - 7#

  Os meus dedos não estão quietos e os meus olhos não se afastam do relógio do computador. Para melhorar a minha situação, comecei a sentir um formigueiro pelo corpo. Raios! O que que quero mesmo, eé escrever.
  Sete minutos. Ainda não me passa nada pela mente, nada relacionado com a história.
Raios, estão a bater a porta e não me quero levantar.
Seis minutos. Está quase... Quase... Oh Lord... Um mês inteiro para morrer, estou feita!
  Cinco minutos!Está quase... Não acredito que estou a dizer isto, mas estou a roer as unhas... Quatro minutos... O maldito formigueiro está a deixar-me nervosa... Tenho dois documentos abertos, mas apenas vou escrever em um deles. O que está reservado para "A Violinista".
  Três minutos... Okay, estou a respirar fundo... Está quase... Quase... Tenho de postar isto no blogue. Lembrei-me agora, que estou a escrever no Bloco de Notas, porque, se escrever no word, dá-me um código estranho, quando o post já está online.
  DOIS MINUTOS! Não sei quanto aos outros participantes, nem sei se é por ser o meu primeiro ano, sim, primeiro, porque para o ano há mais, mas não consigo pensar em nada que não seja no momento.
  Um minuto, vou colocar os phones e a música. Até nisto me atrapelhei.
  Quase meia noite... Okay, é oficial. COMEÇOU!


PS: O post vem atrasado, mas foi escrito antes da meia noite. 
Boa escrita, pessoas!
Nameless