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domingo, 7 de julho de 2013

483# Palavra de Valentina

Ontem disseste amanhã.
Sim, ontem disse amanhã e amanhã chegou.
Há já uns dias criei o Palavra de Valentina, pois há já muito tempo que queria um espaço onde escrever sobre as minhas ideias e histórias e postar os meus textos, sem misturá-los com este blog, onde tenho vindo a postar cada vez menos acerca da minha escrita.
No Palavra de Valentina falarei, principalmente, da correcção final da QEM e da escrita da PdF, as duas ideias que tenho vindo a desenvolver há já um bom tempo.
E, com isto, minha gente, se ficarem curiosos, é só seguirem a hiperligação que se encontra do lado esquerdo do meu blog, logo no início, onde diz Pages and Romande. 

Uma boa noite!

sábado, 15 de junho de 2013

469# Admissão de Manuscritos - ou se preferirem: Esta pode ser a vossa oportunidade de publicar um livro! ou não...


E olá minha gente!
Para os interessados, os não interessados e os ainda não interessados, deixo-vos aqui um convite da Editorial Divergência, que tomou a iniciativa de fazer aquilo pelo qual eu sempre reclamei (pela sua inexistência): apostar em escritores nacionais!
É isso mesmo. Até o dia trinta deste mês, Junho, esta editora aceita manuscritos com as seguintes condições básicas:


Participem e passem a palavra!
Boa sorte a todos!

Valentina de Andrade




quarta-feira, 12 de junho de 2013

466# Entre escrever e estudar... prefiro escrever

Juro que era suposto estar a estudar. Juro por tudo que eu queria fazê-lo... no entanto, meti-me a ler Harry Potter e a Pedra Filosofal e, em seguida, senti-me inspirada para escrever a PdF e... e agora não dá para parar. Prometo estudar Português amanhã. Prometo mesmo. Logo de manhã. Mas, por agora, a única coisa que faço é isto...
Aviso que isto ainda está por corrigir, logo, ignorem os possíveis erros e homicídios à Lingua Portuguesa.

Uma óptima noite!
E, para quem for ver as Marchas... uma fantástica madrugada!

Valentina de Andrade

domingo, 24 de março de 2013

435# Escrever: CampNaNoWriMo - 27#

Escrever... Escrever... Escrever...
Pessoalmente, admito, grande parte da minha vida resume-se a isto: escrever. Começo a achar que deixou de ser um hobby e passou a ser um vício - se bem que acho que já admiti que é um vício... mas seguindo.
Hoje trago-vos o resumo da minha escrita  nestes últimos dias.
Comecemos com a A Violinista. Acho que já conhecem bem esta história, pois foi o meu desafio no NaNo de 2012. Neste momento encontro-me a corrigi-la, ainda não está terminada, isto, porque encontro-me num pequeno dilema, contudo, creio que a termino este ano, algures em Junho, mais tarde do que realmente queria.
Posso dizer que tenho tido imenso gosto em escrever esta história, mesmo sabendo que o estilo não me é novo. Criar este novo mundo e estas novas personagens têm-me dado imenso trabalho, pois tenho de escrever um passado e um futuro para cada uma delas, ao fim de as relacionar com outras sem perder a minha ideia.
A minha segunda prioridade é a QEM. Este projecto foi o meu  primeiro romance - e quando digo romance refiro-me à uma história ficcional, mas do estilo não fantástico - e, sinceramente, juro que não é nada de mais, porém, não me consido desfazer dele, nem deixar de gostar dele, pois foi a primeira história que terminei. Tem um princípio, um meio e um fim que me agradam por completo. Tenho a perfeita noção de que vou ter de alterar um capítulo, porque não quero demasiado drama, apesar de se tratar de uma história de adolescentes, e que é uma narrativa que eu gostaria de ler. Isso agrada-me! Para terminá-la por completo, basta corrigi-la.
Ah! E o motivo pelo qual é uma das minhas prioridades, é o concurso literário da editora Book It. Se concorrer, como penso fazer, este meu romance será a minha aposta. No entanto, se não me vir muito segura dele até meado de Maio, tenho uma outra opção, mas antes de vos falar dela, resumerei, muito rapidamente, o meu desenvolvimento com a PdF.
Para quem não sabe a PdF - Magia, trata-se de uma história de feiticeiros muito simples, na minha opinião, mas que me dá uma enorme dor de cabeça, pois tenho três grandes momentos, todos eles bem assentes em duas personagens principais. Para mim esta é das histórias mais importantes que tenho, porque comecei a escrevê-la no meu oitavo ano, com uma ideia totalmente diferente actual.
De momento tenho dez capítulos, da história, ainda vou no seu início e consegui, finalmente, avançar com o capítulo que me deixou bloqueada durante um mês. Logo, considero este desenvolvimento a minha vitória da semana.
Agora, para finalizar este post que já vai longo, falo-vos da minha segunda opção para o Concurso Literário. Trata-se de uma história encontrada no fundo do baú (ou seja, numa das pastas que tenho dentro de outra pasta que está dentro de outra pasta) e que, muito estranhamente, chamou-me a atenção pela sua sinopse e também pela capa que tinha.

Sinopse: "Myléne tem uma vida simples, baseada num quadrado comum a muita gente: família, amigos, escola e casa. É uma rapariga que se vê sempre livre de discussões e que gosta do seu espaço, da sua cidade. No entanto, desde que começou a estudar longe de casa, começou a sentir uma necessidade de sair e conhecer. Por isso, num acto de coragem e vontade de descobrir, ao receber uma encomenda que não lhe pertencia, decide apanhar um táxi, descer numa cidade que não conhece, subir a um prédio tocar a campainha. Doze dias depois disso, ela não diria que voltaria com a sua decisão atrás, contudo, sabia perfeitamente que teria pensado duas vezes antes de tomar aquela decisão."


Infelizmente, para a minha pouca sorte, esta história não tem mais do que um capítulo escrito. Por outro lado, felizmente, em Abril, vou participar no CampNaNoWriMo e, com uma organização extrema vou: Corrigir a QEM, corrigir e continuar A Violinista, escrever os dois grandes momentos da PdF e escrever o máximo possível da Beijo à Chuva – para os mais curiosos, o título surgiu a partir de um excerto que escrevi aleatoriamente, mas que vai aparecer no segundo capítulo, ainda não criado.

PS: O nome que está na capa da história não é o meu verdadeiro nome, mas sim o pseudónimo que vou utilizar no concurso.

Tenham um bom domingo!

                                                           Nameless
 

domingo, 10 de março de 2013

427# 100: Céu - 23#

Via-o sempre ali, sentado no  mesmo banco, usando o mesmo casaco velho, de uma cor diferente, porque a original tinha-se ido com o tempo. A idade também já lhe pesava, assim como as camisolas de lã e o palitó mal usado. Devia ter medo do frio.
Sempre me questionei sobre o seu nome, a sua vida e sobre o porquê de passar tanto tempo a olhar para o céu, se este não contava histórias nem respondia a perguntas.
Houve dias em que tive uma certa coragem de me aproximar, de me sentar no mesmo banco, mas não de olhar para ele. Como é que lhe poderia dizer que estava interessada em falar com ele? E, além disso, que seria feita da minha curiosidade se ele me contasse tudo o que eu queria fazer?Que outro mistério teria?
Então, de ombros encolhidos por causa do frio, esqueci a minha coragem, levantei-me e afastei-me a passos largos caminhando para casa. Entre uma das minhas passadas, olhei para trás. O homem fitava o céu e anuiua com a cabeça, como se concordasse com alguma coisa vinda do firmamento.


Nameless

sábado, 9 de março de 2013

425# E como não tenho mais nada para fazer, a minha vida resume-se a isto: escrever

E é isto... a minha vida resume-se ao gosto de escrever. Sei bem que isso não me dá emprego, escusado será dizê-lo; os meus pais destruiram a ideia de me tornar rica a escrever livros - pelo menos em Portugal.
Desta vez vou participar no Camp NaNoWrimo que é um pouco diferente do NaNoWriMo. Tenho de escrever um x palavras em 30 dias, contudo, eu é que decido o número de palavras que pretendo escrever. Mais uma vez não interessa a qualidade mas sim a quantidade.
O meu objectivo são as 40 000 palavras com uma nova história que me está a chatear a mente. Entrementes, vou corrigindo a QdM e terminando A Violinista
A ver como é que tudo corre!  
E vocês? O que é que andam a escrever?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

419# Verdade

Imagem retirada daqui

A verdade é que as imagens carregam histórias que já não consigo contar...

Nameless

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

371# Poema: Escrito por mim - 3#


Hoje, na aula de Inglês, a minha querida professora mandou-nos escrever um poema utilizando algumas palavras de um outro poema que havíamos lido. Como era de esperar, eu comecei logo a desesperar. Primeiro, porque não me apetecia escrever, estava cheia de sono. Segundo, porque não escrevo poemas. Recuso-me! Não tenho jeito, não gosto, não é a minha onda, é algo que ainda não me assite. Simples e claro como isto. No entanto, como era um trabalho de aula, tinha de fazê-lo e, com alguma vontade, muito pouca,fui escrevendo e apagando... e escrevendo... e apagando... até que decidi redigir do fim para o princípio. Ou seja, escrevi primeiro o último verso e, só depois, o primeiro. E, acreditem ou não, funcionou e até gostei do poema, pois, ao contrário dos outros que ouvi, não era sobre o amor - já sabem, não sou uma romântica!
E... pois... o resultado foi este:

It was never blue or cold as water
It was in the sky and was one of my lovers
I saw it rising as the sun
Falling down as the moon
Disappearing as the shadow... so soon
I climbed the montains
I felt the wind on my face
And, at the top, there it was,
a star, full of grace


Deixem-me a vossa opinião e, se tiver erros, perdoem-me...
 
With love and kind of sleepy, 
Nameless

domingo, 23 de dezembro de 2012

358# Escrever: Organização - 22#

Adoro escrever! Acho que isso já se tornou óbvio aqui no blog. No entanto, quando me perguntam se faria disto a minha vida, tenho de dizer que não. Escrevo porque preciso, poque é um escape, é a minha imaginação a falar e as palavras que vou engolindo. Tudo aquilo que nós redigimos, acaba por ser a nossa visão do mundo em relação a alguma coisa e, honestamente, eu, não conseguiria escrever tudo o que vejo para ganhar um punhado de moedas. Não. Nunca escrevi com a ideia de ter dinheiro em mente e, duvido que o faça futuramente, pois, aí, deixarei de fazer o que faço por paixão. 
Neste momento, estou concentrada em termonar três histórias: A Violinista, a QEM e a PdF- Magia.
A primeira história já é conhecida aqui no blog, sigam a hiperligação. A QEM (sigla da história), trata-se de um romance adolescente sobre duas pessoas que se apaixonaram, separaram-se, esqueceram-se e reencontram-se, anos mais tarde, em situações completamente distintas daquelas que antes viviam. Eles não se reconhecem e apaixonam-se novamente um pelo outro, mas como é óbvio as coisas não correm bem e há problemas pelo meio e, possivelmente, o final não é feliz. Esta história está terminada. Tem um final escrito e vê-se pronta para ficar na minha estante, numa bela capinha, porém, eu quero alterar alguns pontos desta história, principalmente o final existente. Logo, ao trabalho!
Depois sou capaz de deixar aqui o prólogo para que me deem a vossa opinião.
A PdF - Magia é sobre feiticeiros. 
Adoro Feiticeiros devido a Debra Doyle e James McDonalds. Li as aventuras de Randal e adorei. Foi a sua primeira aventura que me fez ganhar o gosto pela leitura e os livros seguintes trouxeram-me aonde estou agora.
Mas seguindo... A PdF - Magia conta a história de duas irmãs e da sua família. Em como elas são perseguidas por terem o nome que têm. 
Ao fim de se manterem a salvo, vão passando de cidade em cidade até que a irmã  mais velha arranja uma forma de pedir ajuda ao seu padrinho e, desse modo, ele ajuda-as a manterem-se a salvo. No entanto, ao final de dez anos, quando todos pensam que o perigo passou, este volta a surgir de um modo diferente que fará com que uma das irmãs siga pelo caminho errado.
A história tem pelo menos uma pequena aventura em cada capítulo e, pessoalmente, não acho que seja ua história negra, não adequado a crianças. Talvez a  pseudo-pessoas a partir dos doze anos.
A medida que vou escrevemdo vão surgindo dúvidas, porque acho que estou a queimar tempo, ou estou a ser pouco original, ou acho que não sigo pelo caminho certo. Contudo, sei também que o que estou a criar é um esboço. Quando penso desse modo, os receios parecem sumir um pouco e ganho mais alguma coragem para seguir com a ideia. O problema desta história é que é a primeira de quatro partes e posso dizer que esta é a ideia mais complicada que tenho para escrever, pois não tenho um personagem principal concreto. Em cada parte da narrativa tenho duas personagens principais. Mais tarde conhecê-las-ão. Deixo aqui pequenas fichas sobre as minhas personagens e um excerto do que ando a escrever.
Agora... o que hoje me apeteceu escrever é o meu método de trabalho, ou parte dele. O resto deste post vai funcionar, em parte, como digas, como crítica, como modo de opinião... enfim, de x maneiras.
Antes de começar a escrever, tenho de pensar no que é que quero escrever, ou seja, no enredo. Geralmente, nem matuto sobre isso, a ideia surge-me e vou trabalhando até bloquear. E como é que a trabalho? Ao fim de três pares de anos, isto já faz parte do meu dia-a-dia. 
  Decido o género que quero escrever. No caso destas duas histórias trata-se do género Fantástico e Aventura;
  Organizo as minhas ideias em tópicos, mesmo que não tenham uma ordem certa, ao fim de saber os pontos que quero abordar;
  Não penso na perfeição da história quando estou a colocar as ideias no papel - o contrário se sucede quando estou a escrever um capítulo ou uma cena;
  Decido todas as personagens que entrarão na história e o papel de cada uma delas, para que não tenha cenas a encher. Gosto de ser direta, mas não muito direta;
  Partilho as minhas ideias com quem gosta de ler e escrever, para saber as suas opiniões;
  Meio segura do que quero, escrevo os capítulos base da história, de forma muito resumida e, entretanto, vou verificando o envolvimento de todas as personagens. Ninguém pode ser deixado para trás, a não ser que morra;
  Mentalizo-me de que apenas escrevo sobre o que gosto e não sobre o que os outros gostam. Procurar escrever sobre o que os outros gostam e não sobre o que nos interessa, é o primeiro passo para abandonar a história em que estou a trabalhar.
  Começo a desenvolver a história. A mão, no computador, onde quer que seja, usando como base os capítulos minimamente resumidos. Não os escrevo ao pomenor porque apenas necessito de saber as ideias mais importantes e, a partir daí, deixo a minha imaginação trabalhar.
9º   Confio na minha intuição. Se acho que estou a seguir pelo caminho certo, continuo o que estou a fazer, embora pondere sobre outras opções.
10º   Acredito no que escrevo. Mesmo que a minha ideia não seja publicar a história, dou-a. Para cada uma das minhas ideias surge uma pessoa na minha mente para a ler. Por isso, um dos meus objetivos será fazê-la acreditar naquilo que escrevi, mesmo que eu mesma não o creia. Isto é, tenho de ser credível no que escrevo, para que os outros vejam as coisas como eu visualizei.
11º   Escrevo o primeiro capítulo de cada história em, pelo menos, dois pontos de vista. Por vezes nem chega a ser um capítulo, mas sim três parágrafos, ou quatro.
O ponto de vista em que a história vai ser escrita, é uma das coisas mais importantes de todo o enredo, porque as palavras terão de nos fazer embrenhar no que está a ser contado. Se o POV (point of view) for mal escolhido, a narração também pode ficam mal escrita.
12º   Começo a história com algum impacto. Uma narrativa que, desde o início nos promete qualquer coisa, ou um grande romance, ou uma bela aventura, ou um mistério de nos fazer arrancar cabelos, ou mesmo uma personagem que nos interessa, é muito mais chamativa do que uma que nos fala sobre o tempo e os relâmpagos que caiam e rebentavam fazendo toda a gente arrepiar-se. Por favor! Começar uma história a falar sobre o tempo que nada interessa, para mim, é do pior que há. Falemos de qualquer coisa que nos interesse e seja importante.
13º   Se bloquear, leio e releio o que já escrevi e rescrevo o que for necessário rescrever. Honestamente, toda a gente que faz algo por puro gosto, busca pela perfeição. Eu, embora uma bela amadora no mundo da escrita, procuro pelo meu ponto de perfeição em cada parágrafo criado. Nem sempre o fiz, mas vou sempre fazê-lo. Isto, porque quero o melhor para mim e para o 
14º   Leio a história em voz alta. Ao fazê-lo, damos conta dos nossos erros e torna-se mas fácil marcar e corrigir a pontuação, devido ao ritmo da leitura.
15º   Não queimo tempo. Na vida não gostamos de perder tempo e, quando criamos uma personagem, temos de ter noção que elas agirão como pessoas, logo, para quê fazê-la perder três horas a olhar para uma parede em branco? Não tem sentido, pois não?
Uma personagem mole irrita qualquer leitor. Recordam-se da Bella de Twilight? Das críticas que ela recebeu? Grande parte caiam sobre o facto de ela quase não ter vida, parecer um fantoche.
Eu adoro personagens que, apesar de fracas, reagem.

E por hoje, é tudo. Deixo aqui parte do meu método de trabalho que nem sempre é seguido à risca, mas que, quando bem usado, dá-me bons resultados. (Os meus trabalhos de Português que o digam).
Nota da Nameless: A QEM e a PdF não têm os seus nomes escritos, pois tenho pessoas conhecidas que seguem o meu blog e não sabem que sou eu quem escreve nele. Como conhecem as histórias, não quero que comecem a seguir os posts com outras intenções. 


Com a imaginação não há limites.
Estão a espera do quê para sonhar?
Nameless

sábado, 1 de dezembro de 2012

329# NaNoWrimo: 30 de Novembro - O mes chega ao fim, mas o desafio nao...- 16#

  50169 palavras!
  O contador de palavras do NaNoWriMo deu-me mais algumas, mas eu sei que escrevi, em trinta dias, 50169 palavras! O meu objetivo pessoal implicavam mais vinte mil, no entanto, sabem que mais? Estou contente com o resultado. Entre testes, trabalhos, saídas e muuuuita preguiga, acho que isto é aceitável. Escrevi, um prólogo, dez capítulos - dois deles inacabados -, várias personagens - com quem vou adorando trabalhar - e ainda tenho outras para inserir, ao fim de conseguir redigir tudo o que quero.
  É uma pena ver que já terminou, pois já não há aquela pressão nem aquele nervo miudinho que nos obriga simplesmente a escrever e a esquecer da qualidade. O que, ao fim de cinco anos, no meu caso é claro, é complicado. Porquê? Quando começamos a escrever, seja por que motivo for, pensamos sempre em melhorar, em fazer melhor. E isso, acaba por fazer com que deixemos de não saber escrever. E este desafio passa um pouco por isso, fazer-nos voltar à altura em que escrevíamos sem pensar na qualidade. Foi complicado, mas, quando entendi que tinha menos de doze horas para terminar o desafio, caguei-me para a qualidade e dediquei-me a escrever palavras atrás de palavras, com ou sem sentido. E, quando vi que não conseguia escrever um capítulo, passei para outro e, quando bloqueei novamente, voltei ao anterior.
  Escrevi até as onze de cinquenta e seis da noite e, antes da meia noite, consegui o meu selo e o meu certificado.
  Assim que vi a palavra winner soltei um grito de felicidade e bati palmas que nem uma parvinha.

 
  Como disse o A. : Tanta coisa para não ganhares nada.

  É verdade, não ganhei nada, todavia, posso dizer que me diverti e cumpri algo a que me propus fazer. A partir de agora, não posso dizer, de forma alguma, que não posso fazer algo, pois é impossível. Por isso, que se danem os prémios! Estou contente por ter, no mínimo, metade da história escrita e por continuar animada com a minha ideia.
  Alguma coisa a reclamar? Da minha parte não.
  Continuarei a postar o desenvolvimento da história, juntamente com os meus devaneios e futilidades, por isso, se quiserem, acompanhem, pois, Dezembro, será a continuação do NaNoWriMo, mas com a intenção de terminar a narrativa. 
  Eu sei, falo muito sobre escrever... No entanto é assim: uns apaixonam-se por letras, outros por objetos.


Bom Dezembro
Nameless

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

294# NaNoWriMo: 1 de Novembro - O Comeco - 7#

  Os meus dedos não estão quietos e os meus olhos não se afastam do relógio do computador. Para melhorar a minha situação, comecei a sentir um formigueiro pelo corpo. Raios! O que que quero mesmo, eé escrever.
  Sete minutos. Ainda não me passa nada pela mente, nada relacionado com a história.
Raios, estão a bater a porta e não me quero levantar.
Seis minutos. Está quase... Quase... Oh Lord... Um mês inteiro para morrer, estou feita!
  Cinco minutos!Está quase... Não acredito que estou a dizer isto, mas estou a roer as unhas... Quatro minutos... O maldito formigueiro está a deixar-me nervosa... Tenho dois documentos abertos, mas apenas vou escrever em um deles. O que está reservado para "A Violinista".
  Três minutos... Okay, estou a respirar fundo... Está quase... Quase... Tenho de postar isto no blogue. Lembrei-me agora, que estou a escrever no Bloco de Notas, porque, se escrever no word, dá-me um código estranho, quando o post já está online.
  DOIS MINUTOS! Não sei quanto aos outros participantes, nem sei se é por ser o meu primeiro ano, sim, primeiro, porque para o ano há mais, mas não consigo pensar em nada que não seja no momento.
  Um minuto, vou colocar os phones e a música. Até nisto me atrapelhei.
  Quase meia noite... Okay, é oficial. COMEÇOU!


PS: O post vem atrasado, mas foi escrito antes da meia noite. 
Boa escrita, pessoas!
Nameless