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sexta-feira, 12 de julho de 2013

487# Religião: 2#


Geralmente não gosto de pessoas religiosas; anseiam mais pela morte do que pela vida, simplesmente para terem a certeza de que não passaram os seus dias apoiados em algo que não era real. 


Valentina

domingo, 24 de fevereiro de 2013

417# Vida - 13#


As pessoas falam comigo e pedem-me novidades, na esperança que eu tenha dramas para contar, ou que lhes diga que finalmente arranjei um namorado. No entanto, não tenho nada disso para fazer. Não sou propriamente do tipo romântica e nem me vejo apaixonada por ninguém. Além disto, a minha vida é bastante calma e é assim que gosto dela. De que me servem as confusões e as frustrações? De nada. Já me basta ficar irritada com as personagens das minhas histórias e ter de lidar com os meus compromissos e tarefas
Não sei quanto a vocês, mas a minha vida é bastante agradável, sem colocar os problemas pessoas que vão surgindo à parte. 

Boa semana!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

407# Vida - 12#


Se ao menos fizesse o mesmo em relação à vida... Isso sim seria de valor!
Tenham um bom dia, minha gente!



Nameless

sábado, 26 de janeiro de 2013

394#

Não vives. Não vives aqui nem perto de mim. Houve uma altura em que pensei que esta ideia era um erro meu, mas não é. Entre olhar para o lado e para a frente, entre sorrir e fingir que não me importo com a tua presença ou a tua ausência, prefiro não saber de nada ao todo.
A única coisa que queres saber é de viagens, de idas e voltas e não de ficar, de falar, de fazer-me ver. Por isso é que digo que não vives aqui. É claro que te deixei ofendida, é claro que não me queres falar e, sabes que mais? Eu não quero saber se não me falas. Não quero saber se voltas a partir e a chegar. Sabes do que quero saber neste momento? De nada. Quero uma mente vazia, um mundo silenciado pela minha mente e um espaço onde cair. E onde estás tu? Não estás. Ao que parece as coisas são tão simples quanto isto.
Nameless

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

390# Vida - 10#


Por vezes não são o número de vezes que presenciamos e vivemos algo que nos transforma, mas sim a intensidade com que a vivemos.


Bom fim de semana, Nameless

domingo, 26 de agosto de 2012

192# Vida - 8# | Eu - 11#

 
Por mim chega. A sério, chega! Treze anos a estudar e, o que aprendemos numa sala de aula, não é o que aprendemos com o resto da vida.
A escola prepara-nos para exames, apresentações, ajuda-nos a criar um à vontade em público, porém, não nos ensina a aceitar os nãos da vida.
Este ano vou para o décimo segundo ano, completar o meu décimo terceiro ano como estudante e, depois disso, penso em entrar para a universidade. Não sei bem onde nem como, mas sei que hei-de lá ir parar. Tenho um convite para ir viver para Inglaterra, mas, ao mesmo tempo, ótimos motivos para permanecer no meu mundo junto à Oz e perto de Nárnia, bem ao lado das Terras Médias. Contudo, vá por onde for, sei bem que o que eu quero é sair da minha zona de conforto e viajar.
Comprar uma mochila, enfiar lá dentro alguns trapos, poucos pares de sapatos, agarrar no dinheiro que tiver e partir. Partir esquecendo os lugares certos, as ideias flácidas e aqueles que me têm vindo a servir como estorvo. Tenho de esquecer os que não me permitem, fazer escolhas próprias e arriscar e partir! Mesmo que isso implique ser deserdada. Minha gente, o que é nosso fica, não vai e, se for, volta um dia.
Tenho quatro anos para juntar dinheiro, planear os locais para onde quero ir. O que implica terminar a licenciatura do curso que desejar, viajar e só depois procurar por trabalho. 
Loucura? Talvez. Se me importo? Não. Não me importo, porque a estagnação toca-nos a vez e isso enfurece-me.



sábado, 25 de agosto de 2012

191# Vida - 7#



Viver é também aprender a dançar a chuva.
Minha gente, a partir de hoje, estou de regresso!

Sorte nº17, Nameless

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

176# Vida - 6#


 Corre-me um arrepio pelo corpo, descontrolando a vontade antes controlada. E entendo então que cada um dos meus dias resume-se em pequenas frases.

Sorte nº17, NamelessGirl

175# Vida - 5#


Ainda não me fui e já tenho saudades da vida.

Sorte nº17, NamelessGirl

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

60# Vida 3#




Iap... That is my life... Boo-Yah!!

Sorte nº17, NamlessGirl

59# Vida 2#



Quando somos pequenos ensinam-nos a gostar das pessoas, independentemente da sua etnia, nacionalidade, origens e não nos ensinam a descriminar pelo amor que os outros sentem. 

Porém, é o que mais se tem feito... 
Na minha opinião... Amor é Amor...


Se toda a gente entendesse isso, seria um passo para um mundo melhor...


Sorte nº17, NamelessGirl

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

43# Trauma 1#


Hoje definiram-me como uma rapariga negativa. No entanto, não pude discordar mais, porque eu não sou negativista, sou realista. Sei ver o certo e errado na minha vida, o que me faz bem e o que me faz mal.
Principalmente agora, que sou mais crescida e que posso pensar por mim mesma e analisar toda a minha vida até ao momento. Consigo entender que a cada momento que era magoada, ia criando camadas que me protegessem para o resto dos meus dias, a minha personalidade ia-se tornando mais rude e eu, automaticamente, não conseguia ser tão “doce” como era quando era pequena.
Estupidamente, a culpa não era minha, ou melhor, era, pois nasci gorda e, em criança, continuei a ser gorda, porque nunca não me importei nem hoje me importo em ser um estereótipo e porque nunca gostei de chatear os meus pais com pequenas coisas como: Os meus colegas gozam comigo ou que outra coisa qualquer aconteceu, principalmente e entendendo que já vivi problemas maiores do que aqueles.
Hoje, sem qualquer dúvida, tenho a certeza de uma coisa, o meu passado traumatizou-me, a minha psicóloga – que apenas vi seis vezes na vida ou quase, quando tinha seis anos ou sete –, disse o mesmo. E isso magoa, porque, supostamente, a infância deveria estar carregada de boas memórias. Porém, as pessoas que nos rodeiam são simpáticas o suficiente para não permitir tal coisa e não querem saber, pois uma gargalhada momentânea sabe bem melhor do que a marca que fica gravada noutra pessoa para sempre.
Não exagero, de modo algum, os resultados vêem-se atualmente. Jovens de se suicidam, genocídios por parte de alunos fartos de tratamento que lhes é dado por parte de colegas. Pessoas que se escondem por detrás da comida e outras que deixam de comer, para se encaixarem em moldes para os quais não foram feitos. Ou seja, são pequenas peças de um puzzle que no final ao serem juntas, terão uma única palavra: Trauma.
Recentemente, ouvi dizer que o trauma existe para que não deixemos que determinados acontecimentos se repitam connosco. Em parte, concordo, todavia, o trauma limita-nos, pelo menos limita-me, proibi-me de imensa coisa, de modo instintivo e exaustivo.


Sorte nº 17, NamelessGirl


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

42# Vida


Nem todos nascemos com uma folha em branco.
Acredito profundamente que começamos a viver assim que começamos a existir. Por isso, não nos podemos intitular, de todo, uma folha em branco. Todos nós trazemos connosco para este louco cabaré pelo menos uma palavra que nos acompanhará até o final das nossas vidas.
Possuo dois pontos de vista quanto à nossa vida ser o tal cabaret:
a)    Ou é uma bela porcaria, com mais baixos do que altos, onde tudo parece lixar-nos o juízo – digo lixar para passar o termo mais rude
b)     Ou então, é uma festa e sabemos aproveitar todas, ou quase todas as oportunidades, que nos são oferecidas, mesmo conhecendo os altos e baixos da vida.
Durante as minhas viagens de autocarro ou caminhadas, em que tento pensar no que mais ninguém pensa, acabo por observar as pessoas, analisar a suas maneiras de andar e as palavras que usam. Entendo então que as suas cabeças encontram-se sempre abaixadas, as suas palavras são apenas queixas e quase nunca ou mesmo nunca sorriem. Ou seja, a maior parte das pessoas que vejo fazem parte da primeira alínea.
Os donos da segunda alínea são geralmente crianças. Nem falo dos pré-adolescentes ou dos adolescentes, pois estes encontram-se envolvidos por uma onda de vivências muito virada para “Morangos com Açucar”, “Gossip Girl”, “90210”, “Degrassi” e etc… Pois elas continuam e nunca acabam.
As crianças são o sorriso do mundo, o ideal de vivência em termos de alegria, porque sorriem, riem, dizem o que pensam e não têm medo do cometer erros. Aceitam correções e questionam sem limites de porquês e a sua paciência apenas estoira quando não lhes fornecem as respostas que consideram necessárias.
Fielmente, acredito que estas crianças podem ser eternamente donas da segunda alínea, caso não sejam moldadas de um modo, não digo incorreto, contudo, estrito. Pois a nossa sociedade é fixa, os seus valores não mudam, as suas restrições aumentam e apenas o tamanho da roupa é que diminui – para infelicidade da minha vista e pensamentos. Falo como sendo uma adolescente de dezassete anos que presa o seu espaço privado.
Eu, pessoalmente, vejo a minha vida a balançar entre as duas alíneas, como toda a gente, aposto, no entanto, reduzir-me à primeira parece chegar ao risível. Portanto, tento sempre chegar à primeira, sorrir mais do que quero, nunca fingindo o meu estado de espírito, mas tentando analisar o ponto positivo de uma atitude ou consequência errada.

Sorte nº 17, NamelessGirl