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sexta-feira, 29 de março de 2013

444# Por agora, sim, pode ser Valentina

E então um dia, qualquer coisa como há dois dias atrás, acordei e decidi mudar.
Mudei de penteado, mudei as minhas roupas habituais, olhei-me de forma diferente ao espelho e torci o nariz perante os meus olhos pequenos, rasgados e desconfiados.
Decidi não escrever, nem ler, nem representar, simplesmente dançar. Não em casa, com amigos, mas sim sozinha, na rua, enquanto passeava e decorava caminhos, ao som do meu Mp3 cor-de-rosa, cuja cor detesto, mas funcionalidade adoro. Isto, enquanto decorava caminho que viria a relatar mais tarde, em mais uma das minhas histórias que só será escrita daqui há vários anos, ou esquecida, porque não tem razão para existir. E, ainda de bom humor,  aceitei piropos, sorri perante olhares que num dia comum aborrecer-me-iam e, como sendo a cereja no topo do bolo, peguei numa criança linda ao colo. E, basicamente, foi isto. Esta ideia doida que me dá num dia ou outro de estar alegre e achar que o mundo está quase balançado. São dias assim que compensam o meu aborrecimento e a estúpida monotonia. Por isso, se algures desta semana viram uma rapariga a cantar a dançar pelas ruas lisboetas como se não tivesse mais nada para fazer da sua vida, muito provavelmente, cruzaram-se comigo e eu sorri-vos de boa vontade.
Isto tudo para dizer o quê? Para não pensarem que mudei este espaço, pois não o fiz, apenas mudei de nome, porque achei que estava na altura de possuir um.

Com amor,

Valµntina

P.S.: Já agora, o que acham da mudança do blog?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

412# A NamelessGirl: Presente, Passado e Futuro (Com algumas referências à Ricardo Reis)

Cai chuva, cai granizo e eu apenas tenho vontade de sair de casa, de passear e de conhecer. Não conhecer-me a mim mesma, que isso faço todos os dias, aos poucos, num sentido Estoico,  Epicurista e, ao mesmo tempo, num sentido não Estoico nem Epicurista. 
Embora saiba que Ricardo Reis tem a sua ponta de razão, não consigo viver apenas o momento, aproveitar o presente e não tentar compreender o passado e muito menos não visualizar aquilo que quero para o futuro. É que, mesmo que não tenha noção alguma do que posso vir a querer, há que pensar no que é (im)possível desejar. 
E é entre estes pensamentos de filósofa de poltrona que me deixo estar quando não tenho a cabeça presa na sala de aula, ou em outro lugar qualquer. E é com ideias parecidas, ou totalmente distintas a estas que me encaminho para casa e de lá, ou daqui, não saio. Mas atenção, isto não quer dizer que me afasto, para me tornar numa pensadora a full time, mas sim que apenas não quero sair, porque estou a pensar. Apesar de ter a perfeita noção de que tenho tendência a afastar-me das pessoas e a ser um ser muito mais reservado do que a juventude em geral, não sou anti-social, apenas mais questionadora das coisas da vida. É que aprender, aprendemos todos, com modos e ideologias distintas, todavia, compreender o que aprendemos é mais lixado, porque é uma ótimo exercício para nos deixar a mente completamente fucked up and twisted.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

396# A NamelessGirl: Ainda estou viva - 26#


Ainda estou viva. Feliz, ou infelizmente, não vos abandonei e continuo a pensar no que raio é que vou escrever no blog. E, sinceramente, não faço a mínima ideia do que vou aqui postar, por isso, é que não publiquei nada mais cedo. Também posso culpar a preguiça pela minha ausência, mas como a sua presença é constante, começo a achar que deixar-me levar por ela é mais um estilo de vida do que outra coisa qualquer.
Mais uma vez, agradeço A Alyra e a Hedwig pelos selos que me deram, a seguir faço um post a cumprir os desafios.
Antes de terminar, tenho de avisar que não prometo postar todos os dias, não ando com cabeça para isso (e nem eu mesma sei o porquê). Tenho imensos projetos pendentes e estou a ver se os encaminho, porque tenho como resolução terminar aquilo que começo.
, creio que é isto. 


 

Nameless
 

sábado, 8 de dezembro de 2012

338# A NamelessGirl: Quanto a quem sou... - 25#



Possuo uma história. Com partes que nunca contarei, com segredos que poderei revelar, com ideiologias que deixo morrer ou crescer, até se confirmarem.
Conheço-me bem, sei por onde andei, o que me marcou, o que foi e ainda é importante. Marco os meus amigos e desmarco aqueles que, por livre vontade, me fogem pelos dedos.
Sei o porquê de gostar das coisas e de me perder naquilo que aprecio.
Estou marcada, como escrevi numa história: É egoísta da minha parte dizê-lo. Confesso que sim, porém, sejamos sinceros: nós marcamos pessoas e ela foi marcada por mim... 
Eu  estou marcada por muita gente. Desde aquelas que se sentam ao meu lado no autocarro e contam a sua vida, para desabafar, àquelas que me param na rua para fazer um elogio e àquelas que já me pararam, para dizer que era feia. Estou marcada por ti, que me lês e pelos que não me leem nem sabem da minha exitência. E neste último caso estou marcada, porque são pessoas que posso vir a conhecer e, quem sabe, contar a minha ainda curta história.
Mas atenção! Não sou uma história que será contada em meia hora. Não sou ninguém que se possas escrever. Sou uma pessoa que tem de ser estudada. Que nunca te dirá: Preciso de falar contigo, tenho um problema. Sou a pessoa que te dirá: Ontem tive um problema,mas consegui resolvê-lo. Isto, porque sei que tenho de enfrentar cada situação que se mete no meu caminho e resolvê-la.
Embora já não esteja sozinha, ainda não perdi o hábito se agir somente por mim mesma, ainda não sei trabalhar em grupo, partilhar ideias e dizer que preciso de ajuda. No entanto, sei procurá-la em silêncio, algures, muitas vezes, dentro de mim.
Conheço muita coisa. Oh... Como isto é verdade.
Conheço a pobreza, a fome, o cansaço, a tristeza, a depressão, a alegria, a felicidade, o amor, a amizade, a traição, o desespero, o desejo de morte, a perda, a pressão, a ansiedade, o tédio, o vazio, a desilusão, a ideia de que estou perdida, de que não perteço, a esperança de pertencer e até a certeza de que estou deslocada. Mais uma vez errada. Conheço a vergonha, a humilhação, o medo. Conheço muito mais, mas sei que vocês também conhecem, logo, não vale a pena escrever sobre isso. E, apesar de todas as coisas más, sei o que é sorrir, sem máscaras. Sorrir porque estou contente. 
Se bem que ainda sorrio pouco, contudo,  mais do que antes.
Não me peçam abraços! Não sou de braços, porque, durante muito tempo, não soube demonstrar bem os meus sentimentos e os abraços dizem muita coisa. Também não me perguntem se choro, porque o faço. Muito pouco. Somente quando expludo. Mas aí, é porque tenho demasiado peso em cima dos ombros e porque alguma coisa não está a correr bem. Todavia, a vossa frente, ou daqueles que conheço. não choro. Se chorar, quem é que os faz sorrir? Toda a gente tem de sorrir. Eu tenho quem me obrigue a fazê-lo, logo nessa área não tenho problemas.
Que mais vos posso dizer sobre mim?
Sou defensora daquilo em que acredito. Não volto com ideias atrás, não desdigo o que por mim já foi dito e não aceito que me coloquem palavras na boca. Sou honesta, demasiado até. Aquilo que não quero dizer, acaba por ser dito de qualquer forma. Do mesmo modo que falo, não tenho medo de ouvir. Já escutei palavras duras, simpáticas, de ódio... e estou viva.
Há quem não aguente, mas nesse ponto, o tempo ajuda, a vida também ensina.
Não sou romântica. Nem gosto de ler romances. São muito irreais. Têm todos os mesmos problemas, as personagens possuem sempre as mesmas personalidade e as lutas que têm com a vida são tão... vagas. Choram por amor. Está bem, é justo, mas e depois? Depois não há nada. Existe uma reviravolta... happy ending... Pois bem, minha gente, não existem finais felizes. Estes apenas acontecem nas histórias inacabadas. Ou melhor pensando... aconteciam na altura em que amar não era um verbo com o mesmo valor que foder. Aí, mesmo sabendo que alguém morreria, existiam finais felizes, porque aí o verbo amar era o mais alto de todos. Hoje, é dos mais baixos. Para quem gosta de pensa,r filosofar na poltrona e analisar as vidas dos outros, é triste entender isso. Pois eu vejo pessoas de grande idade juntas, a caminhar lado a lado. Muitas vezes, de mãos dadas e isso, por vezes, dá-me vontade de sorrir, porque é lindo de se ver. E quando vejo duas crianças juntas... quando vejo duas crianças a beijarem-se... rio-me. Não há nada mais lindo do que o amor não maltratado e inocente. E o facto de as ver tão puras é que me faz perguntar: Como é que podem não gostar de crianças? Também já o foram! Porque fazem birras? Porque são mimados? Porque querem tudo o que veem? Por favor, são crianças! Elas não têm culpa de serem quem são. Estão a ser criadas po outros, a surgir consoante o que lhes é ensinado. Tal como nós. Com o tempo, aprenderão a ser melhor. Compreenderão o que podem e não podem ter. Deem-lhes espaço. Elas crescerão. Mas aí desejarão que voltem a ser o que eram. Eu, por exemplo, adorava que os meus irmãos continuassem pequenos, aí, brincar com eles, tinha mais piada. Tomar conta deles, era... único. E acreditem, tenho saudades!
Que mais? Hum... (mordo o lábio enquanto penso...)
Os meus defeitos!
Sou muito fechada. Não gosto de desabafar, porque sinto que estou a fraquejar. Por isso é que gosto de passear e esvaziar a mente enquanto caminho.
Não sou boa a falar com estranhos. Não tenho jeito para puxar assunto, sou muito calada.
Sou muito centrada em mim. Estou sempre a dar exemplos da minha pessoa. Não sei se é por ser leonina ou se é mesmo de mim.
Sou impaciente. Não gosto de esperar. Principalmente quando sei que não há motivo para isso. Porém, como concluí depois de uma aula de Psicologia: Há de chegar uma altura em que  a espera será um mito e o verbo desta mesma palavra sumirá do dicionário.
Espero bem que assim não chega, porque o nosso mundo já caminha por caminhos feios.
Também sou um pouco insensível e descuidada. Desastrada e, por vezes, ainda insegura. Tenho receio que não gostem de mim, contudo, esse é um sentimento que sempre me acompanhou e do qual ainda não me livrei.
Consigo ser convencida, quando sei que faço alguma coisa bem. mas, em minha defesa, apenas o sou durante alguns momentos, o sentimento depois desaparece.
Tenho a mania que sou professora de Português. Tenho tendência a corrigir toda a gente, mas a única pessoa que se chateou comigo por causa disso foi o A., por isso, parei de o fazer com toda a gente. Se bem que, cada vez que oiço um erro, algo em mim morre aos poucos.
Sou mentirosa. Para mim mesma, atenção! Gosto de dizer que tudo vai ficar bem. Que as coisas más não vão acontecer, mesmo sabendo que vão acontecer.
Sou preguiçosa, se puder ficar quieta sem fazer nada, é o que faço, mesmo sabendo que há algo por fazer. O problema é que a minha consciência não me deixa ficar com as tarefas incompletas.
Acho que não tenho muitos mais. Fico-me por aqui.
O que gosto e o que não gosto pouco são importantes. E, por isso, é assim. Vou com o vento. Perco-me por onde me posso perder e corro, por onde ainda houver caminho. Vou constatando os meus medos e ultrapassando vergonhas. Sempre muito racional.
Por ser muito racional, é que não considero que tudo seja uma problema sem solução. Não... O meu maior drama não é o meu namorado, nem é a falsidade do meu vizinho. Nem o facto de me terem falado mal, ou de achar que não tenho amigos, ou que ninguém gosta de mim. Não! Isso já passou por mim há muito tempo. Há uns seis anos, um pouco o ano passado.
Para mim, problemas são aqueles que não têm mesmo solução. Os que nos afetam para lá do que é fisico e psicológico. Para mim, um problema, é saber que há quem se levante a não tenha o que comer.
Um problema é uma pessoa perder a casa porque perdeu o seu emprego, ou perder a guarda dos filhos, pois não tem como cuidar deles, embora os ame. Um problema que tive na minha vida, foi despertar e sentir que tinha perdido tudo o que era, que já não era dona de mim. Isso, foi um problema. Entre outros que me ensinaram a ser quem hoje sou.
Uma amiga minha, enquanto passeávamos por um centro comercial, disse-me: "Tu eras aos dezasseis, aquilo que eu hoje sou aos vinte. E isso é assustador."
Eu ri-me, mas é verdade. Não sou criança. Se sou, é muito pouco.
Quem é que, aos dezoito anos, adormece a pensar: Amanhã, quando chegar à casa, tenho de fazer o jantar, tenho de ter a certeza de que isto ou aquilo está feito, para que esta ou aquelas pessoas não tenham trabalho.
E isto é apenas um dos meus pensamentos!
Sou demasiado racional. A minha vida fez-me assim. Aos catorze anos pensava eu como os meus colegas de dezoito. Aos quinze já não me ria de tudo o que fazia. Aos dezasseis, dividia na perfeição aquilo que me competia e o que não me competia. As doidices que cometia eram sempre ponderadas e nunca pisava o risco. Nunca pisei o risco ao ponto de não poder voltar atrás numa decisão.
Isto é bom? É mau? Não sei. Um dia, quando for mais velha, decidirei sobre isso.
E é tudo. Talvez demasiado. Sei lá! Decidam vocês, se lerem este texto, que eu já terminei e nada vou acrescentar. Por isso, queridos leitores, aqui têm um bocado de mim.
Logo, quanto a quem sou... sou alguém que vai vivendo. Recusando a ideia de apenas existir. 

P.S.: Sem saber o que pensavam antes, o que é que acham de mim agora?

Nameless

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

331# A NamelessGirl: Sentimentos - 24#


  Hoje deixo-te falar mais alto. Deixo-te vencer, pois estou em baixo. Mal comigo mesma.
  Hoje, amiga tristeza, deixo-te tomar conta de mim, permito que entres na minha mente e que me deites abaixo.. Hoje faz o que quiseres. Hoje a minha coragem não me protege, porque tenho noção de quem embora um pouco forte, ainda sou fraca. 
  Queres saber se este pensamento magoa? Sim, magoa. Por isso ganhaste.
  Hoje deixo-te ganhar, como deixei durante muitos anos, porém, amanhã... amanhã já não. Amanhã sorrio e enfrento tudo de cabeça erguida. Aí saberás que perdeste. 


Nameless

sábado, 1 de dezembro de 2012

329# NaNoWrimo: 30 de Novembro - O mes chega ao fim, mas o desafio nao...- 16#

  50169 palavras!
  O contador de palavras do NaNoWriMo deu-me mais algumas, mas eu sei que escrevi, em trinta dias, 50169 palavras! O meu objetivo pessoal implicavam mais vinte mil, no entanto, sabem que mais? Estou contente com o resultado. Entre testes, trabalhos, saídas e muuuuita preguiga, acho que isto é aceitável. Escrevi, um prólogo, dez capítulos - dois deles inacabados -, várias personagens - com quem vou adorando trabalhar - e ainda tenho outras para inserir, ao fim de conseguir redigir tudo o que quero.
  É uma pena ver que já terminou, pois já não há aquela pressão nem aquele nervo miudinho que nos obriga simplesmente a escrever e a esquecer da qualidade. O que, ao fim de cinco anos, no meu caso é claro, é complicado. Porquê? Quando começamos a escrever, seja por que motivo for, pensamos sempre em melhorar, em fazer melhor. E isso, acaba por fazer com que deixemos de não saber escrever. E este desafio passa um pouco por isso, fazer-nos voltar à altura em que escrevíamos sem pensar na qualidade. Foi complicado, mas, quando entendi que tinha menos de doze horas para terminar o desafio, caguei-me para a qualidade e dediquei-me a escrever palavras atrás de palavras, com ou sem sentido. E, quando vi que não conseguia escrever um capítulo, passei para outro e, quando bloqueei novamente, voltei ao anterior.
  Escrevi até as onze de cinquenta e seis da noite e, antes da meia noite, consegui o meu selo e o meu certificado.
  Assim que vi a palavra winner soltei um grito de felicidade e bati palmas que nem uma parvinha.

 
  Como disse o A. : Tanta coisa para não ganhares nada.

  É verdade, não ganhei nada, todavia, posso dizer que me diverti e cumpri algo a que me propus fazer. A partir de agora, não posso dizer, de forma alguma, que não posso fazer algo, pois é impossível. Por isso, que se danem os prémios! Estou contente por ter, no mínimo, metade da história escrita e por continuar animada com a minha ideia.
  Alguma coisa a reclamar? Da minha parte não.
  Continuarei a postar o desenvolvimento da história, juntamente com os meus devaneios e futilidades, por isso, se quiserem, acompanhem, pois, Dezembro, será a continuação do NaNoWriMo, mas com a intenção de terminar a narrativa. 
  Eu sei, falo muito sobre escrever... No entanto é assim: uns apaixonam-se por letras, outros por objetos.


Bom Dezembro
Nameless

domingo, 25 de novembro de 2012

327# Escola: Teste de Historia A - 9#


Novo teste de História A!
E que tal um 17? Pois, isso seria regressar às notas do costume a esta disciplina, mas não estou muito confiante em relação a isso. Não sei bem porquê...
Geralmente não me deixo afetar por negativas, mas esta foi... foi qualquer coisa de desmotivador. Mas seja como for, tenho d eestudar. Não sei exatamente o quê, no entanto, tenho de conseguir fazê-lo até quarta-feira, dia 28... Como é que o vou fazer? Vou usar as tardes livres e os furos e... o que tiver de usar para compreender a matéria que, mais uma vez, foi dada mal e porcamente na sala de aula.
Enfim... Como costumo dizer: Fight! Neste caso, contra a desmotivação
Não é uma questão de confiança, é uma questão de valor próprio... Algo que tenho vindo a colocar em causa e que tenho de resolver até amanhã (segunda-feira, 26), pois tenho de começar a estudar.
Vá, desejem-se sorte!
Boa semana!
Nameless

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012

164# A NamelessGirl - 20#

Desisti de ser uma princesa que deixa a sua vida dependente do aparecimento de um príncipe. Passarei a ser  agir como uma guerreira, ter a versatilidade de uma meretriz e os modos de uma dama.

Sorte nº17, NamelessGirl

quarta-feira, 4 de julho de 2012

162# A NamelessGirl - 19#


Os exames terminaram, o Verão chegou, oficialmente, apesar do tempo de hoje, a imaginação e a vontade de escrever juntaram-se a mim e até me sinto mais feliz e animada. O que quer dizer que me encontro apta para voltar a escrever as minhas inutilidades no blog e as minhas histórias falhadas. Até o desafio dos 100!
Não prometo postar regularmente, porque estou de férias e, como é óbvio, os meus dias esperam-se atarefados com atividades pouco úteis ao meu futuro. Neste post não há muito a acrescentar, é uma simples forma de dizer "Olá outra vez" aos meus leitores.

Sorte nº17, NamelessGirl

sexta-feira, 27 de abril de 2012

136# A NamelessGirl - 18#

E começo a ficar louca...
Não sei se sou a única, mas falta-me apenas um ano para terminar o secundário e não faço a mínima ideia que curso seguir. Encontro-me em Línguas e Humanidades (não, não é uma área tão fácil como dizem, por alguma razão é que quase toda a gente foge das nossas disciplinas) e as opções são imensas, todavia, há que pensar bem, para não me arrepender depois. Isto, porque, acima de qualquer quantia monetária, encontra-se a minha sanidade mental e felicidade e, pessoalmente, não quero um emprego que me aborreça, quando posso ser feliz diariamente. Já fiz imensos testes psicotécnicos, porém, o meu problema é que sou uma pessoa com demasiadas ideias, não influenciável, mas que, infelizmente, pode pensar em demasia no que os outros querem ou esperam de mim e seguir por esses pensamentos. Todavia, isto acontece porque não sei o que quero! Enerva-me tanto... Adoro ler, escrever, estilismo, ajudar pessoas e mais n coisas. Poderia ser estilista, jornalista, psicóloga, poderia até seguir teatro, arriscar como uma louca no mundo estrangeiro da literatura e etc. No entanto, possuo quase a certeza que não me sentiria bem o suficiente, precisaria de dançar, cantar, ter algo mais, não tomar nada por garantido.Quero um futuro onde possa ter dúvidas, contudo, certezas, por não ter escolhido mal. Necessito de ver em mim a possibilidade de ver e fazer mais, pois, na minha mente, consegui-lo é um dos motivos para cá estar, para ainda existir.

Sorte nº27, NamelessGirl


terça-feira, 17 de abril de 2012

127# A NamelessGirl - 17#

Escola = Cansaço = Más noites de Sono

Sou a única que se sente assim? 



Sorte nº17, NamelessGirl

terça-feira, 27 de março de 2012

112# A NamelessGirl - 16#

Hoje olhei para mim mesma, olhei para a janela da casa de banho e reparei que  vem aí o Verão. Além disso, apercebi-me que as visualizações dos vídeos de fitness e outros outros exercícios físicos têm aumentado a olhos vistos.
Perguntam-se então aonde é que eu quero chegar... Pois bem, ao olhar-me ao espelho apercebi-me que há dois anos que não preocupe em saber quanto é que peso ao certo e se estou demasiado gorda para usar um bikini. Isto é, minha gente, sinto-me otimamente bem comigo mesma. E pergunto-me: Vocês que passam por aqui, vão aderir às dietas malucas ou vão simplesmente saltar da cama para a praia? (Praia... Saudades...) É que, se não fosse pelo frio que faz ao final da tarde nesta estação maluca, já estaria  na praia desde as oito da manhã... Porque é que não vou apenas até ao tarde? Não consigo, quando coloco os meus pés na areia, parece que algo me puxa e obriga a lá ficar até ao final do dia, em que vejo o sol a desaparecer. E apenas aí é que posso dizer que quero ir para casa. 

Sorte nº17, NamelessGirl



quarta-feira, 7 de março de 2012

99# A NamelessGirl - 15#


"Porque a vida é de quem sonha, e a realidade 

é uma consequência de quem vive."

Nataly Celina


Sorte nº 17, NamelessGirl



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

89# A NamelessGirl - 14#

Pois bem, estou fora desde dia quinze e, sinceramente, não pensei muito sobre este espaço, mas pensei.
Andei ocupada com trabalhos da escola, testes, que correram muito bem (espero notas acima dos quinze valores, no mínimo) e, finalmente, descansei um bocado, ou seja, nada fiz para além de apanhar sol e pensar em dormir por não ter sono. Todavia, acabei por organizar mentalmente algumas histórias que queria escrever há já algum tempo. Recordei-me de que tenho de postar uma história aqui: Fanfictionpt e tenho de começar a trabalhar nela desde já.
As aulas começam já amanhã e não há felicidade alguma por me recordar disso, apetece-me ficar na cama a dormir, porém, daqui há nada é fim de semana e eu vou dormir como se não houvesse amanhã. Yay!
Enfim, vou voltar ao meu mundo nada interessante e jantar, pois daqui há nada fica muito tarde e eu necessito de levantar cedo (6:15), para sair às 17:40... Iap, o meu horário não é nada simpático às terças e quintas feiras, mas a vida é assim, com altos e baixos. 


Sorte nº17, NamelessGirl


Um dia destes estarei assim, mas por enquanto... 


acho que serei mais parecido a este gato.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

76# A NamelessGirl - 13#

Estou cansada. A escola cansa, mesmo que muitos pensem o contrário. Além de mais, esta minha nova rotina sem pontos fixos deixa-me confusa, as noites mal passadas fazem-me sentir mal  e pensar em tudo  leva-me quase que à loucura.
Levanto-me todos os dias às seis da manhã e apenas paro à meia noite. Pelo meio tenho trabalhos de casa, trabalhos de grupo, atividades extra curriculares, os meus próprios projetos...
Reconheço que o dia tem 24 horas. Uso seis ou sete delas para dormir, duas ou menos para descansar, mais de dez para a escola e as restantes para outros assuntos onde incluo amigos chorosos, uma família numerosa e pouco regular... 
Enfim... Não preciso de férias, mas de um feriado numa sexta ou segunda feira.

Sorte nº17, NamelessGirl



terça-feira, 27 de dezembro de 2011

49# A NamelessGirl - 13#

E a NamelessGirl está mais do que feliz hoje, pois o seu primo nasceu na noite passada, quase no Natal.

Tem mais de três quilos, bochechas enormes e é mulatinho… LINDO!!
Boa semana, minha gente e, como sempre, Sorte nº 17, NamelessGirl


I'm on the top of the world!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

44# Pessoas


Em ruas de Lisboa, depois de ter sido arrancada da cama, arrastada para um autocarro, dois metros, escadas rolantes e empurrada pelo “El Corte Inglés” de S. Sebastião, apercebi-me mais do que nunca que não suporto pessoas. Contudo, juro que tento.
Não me mostro mal disposta, mal encarada, até sou uma pessoa sorridente, todavia, não suporto que me olhem de lado, que analisem a minha roupa de cima à baixo e que me comparem com quem eu não me pareço. E muito menos que interrompam uma conversa minha para se atirarem a um(a) amigo(a) meu(minha) ou para me lançarem uma piropo ridículo e irritante.
Tento, todavia, não me é possível compreender o que se passa pela mente dos outros, porque não gosto de fazer julgamentos quanto ao que alguém é. Desconheço a sua vida, a sua personalidade, muitíssimas vezes nem sei o seu nome, nem imagino e, se tentar adivinhar, provavelmente ficarei longe da resposta correta.
Se ignoro tanta coisa sobre a pessoa, mesmo que pareçam banalidades, que direito tenho de aborrecê-la com os meus olhares e comentários? Se sei que é de mau tom interromper a conversa de alguém, porquê fazê-lo e, ainda por cima, ser mal-educada para com as pessoas em redor.
Por mais pequeno e inconsistente que pareça o meu incómodo, os aspetos que mencionei são chatos! Dão-me vontade de bater em alguém e é por isso que, por vezes, desejo encontrar uma lamparina mágica e pedir ao meu pequeno génio que as chapadas não doam, só para o caso de me apetecer atacar alguém.

Sorte nº 17, NamelessGirl



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

43# Trauma 1#


Hoje definiram-me como uma rapariga negativa. No entanto, não pude discordar mais, porque eu não sou negativista, sou realista. Sei ver o certo e errado na minha vida, o que me faz bem e o que me faz mal.
Principalmente agora, que sou mais crescida e que posso pensar por mim mesma e analisar toda a minha vida até ao momento. Consigo entender que a cada momento que era magoada, ia criando camadas que me protegessem para o resto dos meus dias, a minha personalidade ia-se tornando mais rude e eu, automaticamente, não conseguia ser tão “doce” como era quando era pequena.
Estupidamente, a culpa não era minha, ou melhor, era, pois nasci gorda e, em criança, continuei a ser gorda, porque nunca não me importei nem hoje me importo em ser um estereótipo e porque nunca gostei de chatear os meus pais com pequenas coisas como: Os meus colegas gozam comigo ou que outra coisa qualquer aconteceu, principalmente e entendendo que já vivi problemas maiores do que aqueles.
Hoje, sem qualquer dúvida, tenho a certeza de uma coisa, o meu passado traumatizou-me, a minha psicóloga – que apenas vi seis vezes na vida ou quase, quando tinha seis anos ou sete –, disse o mesmo. E isso magoa, porque, supostamente, a infância deveria estar carregada de boas memórias. Porém, as pessoas que nos rodeiam são simpáticas o suficiente para não permitir tal coisa e não querem saber, pois uma gargalhada momentânea sabe bem melhor do que a marca que fica gravada noutra pessoa para sempre.
Não exagero, de modo algum, os resultados vêem-se atualmente. Jovens de se suicidam, genocídios por parte de alunos fartos de tratamento que lhes é dado por parte de colegas. Pessoas que se escondem por detrás da comida e outras que deixam de comer, para se encaixarem em moldes para os quais não foram feitos. Ou seja, são pequenas peças de um puzzle que no final ao serem juntas, terão uma única palavra: Trauma.
Recentemente, ouvi dizer que o trauma existe para que não deixemos que determinados acontecimentos se repitam connosco. Em parte, concordo, todavia, o trauma limita-nos, pelo menos limita-me, proibi-me de imensa coisa, de modo instintivo e exaustivo.


Sorte nº 17, NamelessGirl


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

38# A NamelessGirl - 10#


Este período nem faço a média… Linda do jeito que está deve rondar os catorze valores…
Que desilusão.

Sorte nº17, NamelessGirl