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terça-feira, 2 de abril de 2013

451# Escola - 13#


Confesso que esta é uma bela verdade.
Tenham um bom dia escolar. 


Valµntina

sábado, 22 de dezembro de 2012

357# Pura verdade - 14#



De conversa em conversa, ainda a pouco tempo, nem faz meia hora, eu e mais uma colega acabamos por falar sobre a minha stôra de História A e como ela não valoriaza de todo aquilo que tem. Diz-me então ela: 

J.: Há pessoas com muita sorte e nem sabem que a têm...
Eu: Quando estamos habituados ao que temos, já não consideramos sorte, J.. Podemos ter um emprego fixo, mas sorte é encontrar cinco euros no chão.

Nunca tinha pensado no que eu mesma tinha dito, mas vejo bem quão hipócritas e mal-agradecidos somos diariamente.
41º Resolução de ano novo: Sentir-me diariamente grata pelo que tenho. 
  Sensivelmente, Nameless

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

179# Pura Verdade 13#

“Aqueles que criticam nossa geração esquecem de quem nos educou.”


Sorte nº17, NamelessGirl

segunda-feira, 26 de março de 2012

111# Pura Verdade - 12#



Aprendi que existem certas pessoas que vão te julgar pela aparência e não pelo seu caráter. 

Sorte nº17, NamelessGirl

segunda-feira, 5 de março de 2012

98# Pura Verdade - 10#

"Antes de julgares a minha vida ou caráter, calça os meus sapatos e percorre o caminho que eu percorri, vive as minhas tristezas, as minhas dúvidas, as minhas alegrias. Percorre os anos que eu percorri, tropeça onde eu tropecei e levanta-te assim como eu o fiz."

Mário Quintana

Sorte nº17, NamelessGirl



sábado, 3 de março de 2012

97# Pura Verdade - 10#

Sou muito boa a entender diversas coisas como:


Porque há palavras que saem da boca de toda a gente, muitas vezes, ditas de outro modo para que não tenha um tom tão marcante.



Nem todas estas palavras são para mim, contudo, é necessário ver todos os pontos. Principalmente se os receptores da mensagem forem os nossos amigos, que, muitas vezes, têm os olhos fechados.


E quando estes nossos amigos não querem abrir os olhos e enervam-se, podem dizer o que não sentem, mas o que por vezes pensam de nós e isso magoa.


 Todavia, não é por isso que devemos cair e ficar sentidos. Embora as palavras doam e fiquem, há que seguir em frente e, por vezes, puxar aqueles que querem ou pensam que devem ficar para trás. Pois todos merecemos uma oportunidade  de remediar o que fizemos, mesmo que isso implique dar o braço a torcer.


Se fizermos tudo isto e mantivermo-nos em pé, chegaremos a ser grandes.


Sorte nº17, NamelessGirl

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

80# Pura Verdade - 9#



"As crianças de hoje em dia nunca irão saber porque o Pikachu 

anda fora da Pokébola, nem saberão que o “Timon” canta a primeira 
abertura do Pokémon;
Nunca se irão perguntar porque é que o Doraemon sendo japonês, 
fala espanhol;
Nunca saberão quem é o Agumon, nem quem é o Yugi, nem o que é o 
Beyblade;
Não irão conhecer a maior rivalidade do futebol: Oliver Tsubasa 
vs Mark Landers;
Nem nunca irão ouvir a frase épica “ Preparar Metabee!”.
ALEGREM-SE PORQUE NÓS TIVEMOS A MELHOR INFÂNCIA DE SEMPRE!"

    emyo93


Retirei este comentário do youtube, pois, para mim, é verdade.

Depois da geração de 1999, se chegou a tanto, as crianças perderam a noção do que é aprender a partir dos desenhos animados. Antes, sem saber, conseguíamos a ser amigos, porque era isso que aquelas personagens que nos eram reais e amigas diziam e demonstravam. Hoje, o que temos na televisão, ensina-nos como é importante ter um namorado, roupas giras e criar dramas, pois, sem eles, a nossa vida não é interessante. Se pretendem mandar uma mensagem de amizade, não 
recorrem à novas ideias, vão buscar o que é antigo alteram, distorcem o 
que os outros já viram e tornam-no menos apelativo, porque é repetitivo, não sabem como mudar uma história.
Aprendi a ler com a Rua Sésamo, a contar com os meus pais e a importância do poder de escolha, porque sabia que não podia ver tudo o que passava na televisão. Os vossos filhos, irmãos, não sabem e, muito provavelmente, não saberão o que é isso, se o compreendem aprenderam-no com quem viveu na mesma época que eu, ou então, antes.
Confesso que tenho uma enorme receio sobre as gerações futuras, das ideias que os desenhos animados oferecem e aquelas que as crianças deixam implantar. Contudo, acredito que o meu maior medo é um dia acordar e ver uma criança não saber quem foi o Walt Disney e julgar que esse nome é apenas um canal televisivo... 

Sorte nº17, NamelessGirl

PS: Nesta imagem o Ash ainda tem o cabelo preto e não verde... 



domingo, 22 de janeiro de 2012

73# Pura Verdade - 8#


"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe."


Oscar Wilde


A grande verdade que mais me irrita...

Sorte nº17, NamelessGirl


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

71# Pura Verdade - 6#


Eu converso sozinha, canto de modo errado, riu-me das minhas quedas, faço palhaçadas, conto piadas sem graça e acho graça, chateio-me e luto com objetos quando vou contra eles...
Sim, sou DOIDA E SOU FELIZ.


Sorte nº17, NamelessGirl


domingo, 15 de janeiro de 2012

67# - Pura Verdade - 5#

O que dita a morte, não são os anos que vivemos, mas sim o facto de estarmos vivos.


Sorte nº17, NamelessGirl


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

43# Trauma 1#


Hoje definiram-me como uma rapariga negativa. No entanto, não pude discordar mais, porque eu não sou negativista, sou realista. Sei ver o certo e errado na minha vida, o que me faz bem e o que me faz mal.
Principalmente agora, que sou mais crescida e que posso pensar por mim mesma e analisar toda a minha vida até ao momento. Consigo entender que a cada momento que era magoada, ia criando camadas que me protegessem para o resto dos meus dias, a minha personalidade ia-se tornando mais rude e eu, automaticamente, não conseguia ser tão “doce” como era quando era pequena.
Estupidamente, a culpa não era minha, ou melhor, era, pois nasci gorda e, em criança, continuei a ser gorda, porque nunca não me importei nem hoje me importo em ser um estereótipo e porque nunca gostei de chatear os meus pais com pequenas coisas como: Os meus colegas gozam comigo ou que outra coisa qualquer aconteceu, principalmente e entendendo que já vivi problemas maiores do que aqueles.
Hoje, sem qualquer dúvida, tenho a certeza de uma coisa, o meu passado traumatizou-me, a minha psicóloga – que apenas vi seis vezes na vida ou quase, quando tinha seis anos ou sete –, disse o mesmo. E isso magoa, porque, supostamente, a infância deveria estar carregada de boas memórias. Porém, as pessoas que nos rodeiam são simpáticas o suficiente para não permitir tal coisa e não querem saber, pois uma gargalhada momentânea sabe bem melhor do que a marca que fica gravada noutra pessoa para sempre.
Não exagero, de modo algum, os resultados vêem-se atualmente. Jovens de se suicidam, genocídios por parte de alunos fartos de tratamento que lhes é dado por parte de colegas. Pessoas que se escondem por detrás da comida e outras que deixam de comer, para se encaixarem em moldes para os quais não foram feitos. Ou seja, são pequenas peças de um puzzle que no final ao serem juntas, terão uma única palavra: Trauma.
Recentemente, ouvi dizer que o trauma existe para que não deixemos que determinados acontecimentos se repitam connosco. Em parte, concordo, todavia, o trauma limita-nos, pelo menos limita-me, proibi-me de imensa coisa, de modo instintivo e exaustivo.


Sorte nº 17, NamelessGirl


sábado, 17 de dezembro de 2011

40# Pura Verdade - 3#

Por vezes retomar uma amizade com alguém não é fácil, pelo menos para mim não é, porque quando sou traída, seja de que forma for, é quase impossível recuperar a confiança dessa pessoa. No entanto, quando entendemos que um pedido de desculpas é sincero, não tem mal nenhum dar o braço a torcer e reiniciar uma amizade com uma simples palavra: "Olá"


Sorte nº17, NamelessGirl





domingo, 11 de dezembro de 2011

34# Pura Verdade 2#


Querem uma confissão que sempre ficou por dizer?

Nunca me apaixonei por ninguém em toda a minha vida…





Sorte nº 17, que esta NamelessGirl não vai procurar por amores, mas vai escrever alguns romances onde, quem sabe, as minhas personagens conheçam o que eu nunca tive o (des)prazer de experimentar.