terça-feira, 2 de abril de 2013

451# Escola - 13#


Confesso que esta é uma bela verdade.
Tenham um bom dia escolar. 


Valµntina

450# Maquilhagem


E isto é bem verdade.
Eu não uso maquilhagem, detesto, contudo, vejo bem o desespero das minhas colegas quando saem de casa sem base, sombras, ou eyeliner, pois fazem-me lembrar toxicodependentes. Não levem a mal, mas, tal como um viciado em drogas procura por uma nova dose, elas, assim que chegar outra colega, correm para ela a perguntar se tem qualquer tipo de maquilhagem na mala. Chega a ser assustador o desespero por ter algo para cobrir a face e as imperfeições que as tornam nas pessoas que são. Vendo isto e pensando no assunto, apenas consigo entender quão inseguras conseguem ser quanto ao seu aspecto, mesmo que demonstrem alguma auto-estima.
A minha maquilhagem diária é o batom de cieiro e, mesmo disso, eu esqueço em casa, ou no fundo da mala, porque preocupo-me primeiro com o meu estado espírito do que físico.
O mesmo se passa convosco ou são grandes fãs de cosméticos?
Bom regresso às aulas!

 Valµntina 

domingo, 31 de março de 2013

449# Disney: Simba, o Rei Leão

Nunca fui de gostar de princesas. Este é o meu desenho animado favorito da Disney...
Timon: Está calado e cala-te. É, tens de atirar o passado para trás das costas. Olha aí, coisas más contecem e ninguém pode fazer nada para as evitar, certo?
Simba: É... 
Timon: Não! Quando o mundo te vira as coisas, tu viras as tuas costas ao mundo!
Simba: Não foi isso que me ensinaram.
Timon: Então talvez precises de uma nova lição. Repete comigo: Hakuna Matata.
Simba: O quê? 
Pumba: Hakuna Matata. Não há problemas. 
 Valµntina 

448# 100: Inocência - 24#

Nada correu como o planeado. Cheguei ao final da vida e penso em tudo o que deixei para trás.
Como me souberam bem os erros e as viagens reais e utópicas. Não sei se para o túmulo posso levar memórias, já que o que é físico cá fica, mas se for possível, guardarei todas para mim. Isto, porque antes os desejos não faziam parte da minha pessoa e do que eu era. E era fácil quando não tinha nada, porque o nada não pode ser tirado de nós, porém, eu deixei de não querer há já muito tempo, e, consequentemente, passei a pretender tudo. E obtive tudo. Tudo que me completava pelos pequenos prazeres, consoante as grandes vontades.
Agora, que me sinto ir, é que posso concordar e dizer que este é o fim da minha inocência, porque compreendo que, por mais que vivamos, não obtemos a imortalidade.
 Valµntina 

sábado, 30 de março de 2013

447# I feel infinite

Eu sinto-me infitino(a)

Desde que saiu o filme The Perks of Being a Wallflower que, pela blogosfera e outras redes socias, espalharam-se imagens do símbolo do infinito e a tal frase que tenho na imagem acima: I feel Infinite. Eu conhecia a história do filme, por ter lido o livro há já um bom tempo e, como qualquer outra pessoas qualquer, identifiquei-me com partes da história do Charlie e tive, com certeza, o desejo de me sentir infinita. No entanto, para minha sorte, já vivi essta sensação, porque sou uma pessoa de prazeres simples.
Por isso, tenho de perguntar: Para vocês, o que é ser infinito? É que, pelo que entendo, para muitos, é apenas um desejo sem nexo, baseado numa ideia filmográfica e televisiva da vida.

Desejo-vos um bom Domingo
Valµntina 

sexta-feira, 29 de março de 2013

446# Desenhar

Esboço do desenho de hoje.

Já gostei mais de desenhar, de tentar criar qualquer coisa ou recriar uma imagem ou figura que havia visto, ou que estava mesmo a minha frente. No entanto, já lá vai muito tempo desde que este gosto era realmente algo que me fascinava. Aos poucos, fui trocando este hobby por outros com tanta ou mais importância.
O desenho quase feito.
 Hoje, por acaso, deu-me para desenhar, para tirar a ferrugem dos dedos e entender para comigo mesma que estou a perder o jeito, que deixei de ter a percepção e que demoro mais tempo a compreender por onde é que devo começar, como é que se desenha o quê e o que é que não se deve fazer. Dei comigo então a desenhar uma boca torta, olhos não uniformes e sem qualquer expressão. Simplesmente vazios.
Produto final.
E olho para este desenho e digo que nem parece meu. Não sou artista alguma, não tenho qualquer talento, mas confesso que já fiz melhor, porque fui praticando. Até chateia um pouco ver que aquilo que antes me deu trabalho está a regredir. O que me leva a entender que tenho de recorçar a desenhar.


Este desenho, para além do que coloquei anteriormente, foi o último que fiz, há  já sete, oito meses, se não estou em erro. Fi-lo a olhar para outra imagem que achei na net, também serviu para desenferrujar.
E então, o que acham das minhas "obras-primas"?
Tenham um bom fim-de-semana!

Valµntina

445# A tua mãe é corajosa


Acho uma piada imensa a forma como as pessoas reagem quando digo que tenho quatro irmãos. Deixam-se ficar de boca aberta e pedem quase sempre que repita o número de filhos que a minha mãe teve. Acabo sempre por me rir, embora esteja habituada ao espanto alheio. Para mim ter dois irmãos mais velhos e dois irmãos mais novos é completamente normal, há quem tenha mais, muitos mais. Crescemos todos juntos, demos todas as dores de cabeça que foram possíveis dar e, quando cremos que não é possível fazer mais nada, um de nós inventa qualquer coisa para deitar o céu à terra. Felizmente, para a sorte dos meus pais, somos todos calminhos, dependendo dos dias, respeitadores, gente muito alegre e bons alunos, para terem noção, eu, uma aluna de 14 e 16 sou a pior aluna daqui de casa, ^.^'' o que faz com que o meu pai fique mais do que aborrecido comigo.
Mas tenho de admitir, que eu não fosse quem sou e se conhecesse alguém com quatro irmãos, tendo todos uma pequena diferença de idade, também ficaria admirada e diria a mais famosa frase que oiço: "A tua mãe é corajosa."
E sim, é, tal como o  meu pai, o super-herói daqui de casa, o homem que mais adoro neste mundo.

Tenham uma boa Páscoa, 

Valµntina

444# Por agora, sim, pode ser Valentina

E então um dia, qualquer coisa como há dois dias atrás, acordei e decidi mudar.
Mudei de penteado, mudei as minhas roupas habituais, olhei-me de forma diferente ao espelho e torci o nariz perante os meus olhos pequenos, rasgados e desconfiados.
Decidi não escrever, nem ler, nem representar, simplesmente dançar. Não em casa, com amigos, mas sim sozinha, na rua, enquanto passeava e decorava caminhos, ao som do meu Mp3 cor-de-rosa, cuja cor detesto, mas funcionalidade adoro. Isto, enquanto decorava caminho que viria a relatar mais tarde, em mais uma das minhas histórias que só será escrita daqui há vários anos, ou esquecida, porque não tem razão para existir. E, ainda de bom humor,  aceitei piropos, sorri perante olhares que num dia comum aborrecer-me-iam e, como sendo a cereja no topo do bolo, peguei numa criança linda ao colo. E, basicamente, foi isto. Esta ideia doida que me dá num dia ou outro de estar alegre e achar que o mundo está quase balançado. São dias assim que compensam o meu aborrecimento e a estúpida monotonia. Por isso, se algures desta semana viram uma rapariga a cantar a dançar pelas ruas lisboetas como se não tivesse mais nada para fazer da sua vida, muito provavelmente, cruzaram-se comigo e eu sorri-vos de boa vontade.
Isto tudo para dizer o quê? Para não pensarem que mudei este espaço, pois não o fiz, apenas mudei de nome, porque achei que estava na altura de possuir um.

Com amor,

Valµntina

P.S.: Já agora, o que acham da mudança do blog?