sexta-feira, 13 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
120#
No meu pensamento apenas carrego uma ideia: Faltam dois meses para tudo isto terminar.
Os meus melhores anos de vida. pelo que dizem, estão a terminar e eu não lhes dou a importância devida.
Pois bem... Os meus melhores anos ainda estão para vir...
Os meus melhores anos de vida. pelo que dizem, estão a terminar e eu não lhes dou a importância devida.
Pois bem... Os meus melhores anos ainda estão para vir...
Sorte nº17, NamelessGirl
119#
E porque não New York? Foi o que pensei hoje ao raciocinar sobre o meu futuro. Porque não New York?
Não tenho nada a perder, só a ganhar. Nunca arrisquei muito na vida, pois tenho receio de deixar tudo para trás. Porém, interrogo-me profundamente: Quando é que vou dizer a mim mesma que posso fazer algo, mesmo que os outros digam que não? Mesmo que eu diga que não?
Dá no que pensar... sei que sim. Seria uma loucura? De todo, mas teria oportunidades, alargaria horizontes e se, as coisas que deixei partissem sem nada dizerem, então nunca me pertenceram. Simples como isso.
Egoísta? Talvez. Indecisa? Não vamos falar sobre isso... (-.-)''
Enfim, o que eu quero é algo novo, algo que implique uma mudança na minha vida. Quero viajar, conhecer, amar tudo o que houver para amar e odiar, se possível, na mesma medida. Quero sorrir por ter tentado. Perder, se necessário, mas não pensar que não fiz nada do que desejava.
Por isso indago a mim mesma? Porque não New York? E respondo: Porque tenho medo de descobrir que afinal não faço tanta falta como julgo...
Chato não é? Mas o que sde pode fazer se o grande medo do Homem é ser esquecido?
Não tenho nada a perder, só a ganhar. Nunca arrisquei muito na vida, pois tenho receio de deixar tudo para trás. Porém, interrogo-me profundamente: Quando é que vou dizer a mim mesma que posso fazer algo, mesmo que os outros digam que não? Mesmo que eu diga que não?
Dá no que pensar... sei que sim. Seria uma loucura? De todo, mas teria oportunidades, alargaria horizontes e se, as coisas que deixei partissem sem nada dizerem, então nunca me pertenceram. Simples como isso.
Egoísta? Talvez. Indecisa? Não vamos falar sobre isso... (-.-)''
Enfim, o que eu quero é algo novo, algo que implique uma mudança na minha vida. Quero viajar, conhecer, amar tudo o que houver para amar e odiar, se possível, na mesma medida. Quero sorrir por ter tentado. Perder, se necessário, mas não pensar que não fiz nada do que desejava.
Por isso indago a mim mesma? Porque não New York? E respondo: Porque tenho medo de descobrir que afinal não faço tanta falta como julgo...
Chato não é? Mas o que sde pode fazer se o grande medo do Homem é ser esquecido?
Sorte nº17, NamelessGirl
sexta-feira, 6 de abril de 2012
118# Eu - 6#
Vivo para ouvir as trovoadas da madrugada, envolver-me com chuva da noite e adormecer no nascer do sol.
Sorte nº17, NamelessGirl
quinta-feira, 5 de abril de 2012
117# Eu - 5#
Existe uma leve linha que separa a sensualidade da sexualidade e essa é a tua desculpa para não me saberes definir...
Sorte nº17, NamelessGirl
116# Eu - 4#
O que é real, é imperfeito. Por isso, é que me queres e, por esse mesmo motivo, é que sou possível de obter...
Sorte nº17, NamelessGirl
quarta-feira, 4 de abril de 2012
115# Fundo do Baú - 2#
"Todo o Homem nasce com um génio. Génio este que lhe dá direito a
diversos desejos. Há quem os gaste logo à nascença e há quem os guarde para
poder utilizá-los mais tarde.
Em
Arco-Celeste, uma pequena ilha que vagueia acima das nuvens, ou sob elas,
quando a madrugada desperta e os cheiros mais cálidos rebentam sobre o gelo
ventoso. Nesta porção de terra rodeada de nada, não vivem mais de cem pessoas,
todas elas em pequenas comunidades que diferem quanto ao seu estilo de vida.
Tanto
quanto se sabe, nunca se saiu nem entrou em Arco-Celeste. As pessoas que lá
vivem, juram nunca ter visto, fora da ilha, ser algum semelhante ou diferente
dos que eles conhecem, todavia, não duvidam que haja mais para além do que eles
avistam.
Apesar
de não vermos Arco-Celeste com os nossos olhos, os celestinos, como essa
pequena população se intitula, conseguem ver que há alguma coisa abaixo deles,
no entanto, têm receio que esta coisa seja perigosa e não civilizada."
in Púrpura
Sorte nº17, NamelessGirl
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