quinta-feira, 18 de julho de 2013

492# Valentina - 5#

Sei que algo de errado se passa, quando olho para um livro e este não me diz minimamente nada.

Valentina

quarta-feira, 17 de julho de 2013

491# Outros Pensamentos - 26#


Deixa-me regressar ao nada. À época em que não tinha nada e nem sabia quem eras. Em que o meu telemóvel não vibrava e a minha alma permanecia, como sempre, fria.
Tenho a certeza de que te recordas dessa altura, dessa Valentina: atenta, astuta, ingénua e medrosa. Sei que te lembras, que ainda te correm pela mente as palavras duvidosas e  as imagens de cada um dos meus caminhos torpes até ti. Até ao momento em que me afirmaste como uma conquista.
Na altura até gostei da expressão, das tuas palavras e da forma como as declaravas: "Não gosto do que me é dado, eu conquisto."
E é verdade. Conseguiste o que querias, porém, agora, solta-me e deixa-me partir. Não para sempre, penso. Por poucos segundos apenas. Ao fim de nalisar o que eu tenho. Para que possa ver o que mais me rodeia e me preenche por dentro -, pois tudo o que sinto, não pode vir de ti. Por isso, deixa-me regressar. A sério. Solta-me a mão e logo verás o que conquistaste. Logo verei se tudo valeu a pena. Deixa-me ir e somente depois dir-te-ei se quero regressar. Se não o fizer, não te apoquentes, nem sempre a partida de alguém significa uma mudança positiva. Não digo que necessite de algo negativo na minha vida, não. Apenas digo que, se não voltar para ti, se não prender a minha mão na tua uma vez mais, é porque perdi-me enquanto procurava o que talvez já tinha em minha posse. Parece estúpido, sei. No entanto, por vezes, é necessário perdermo-nos no que não nos diz nada, para encontrarmos o que nos completa e diz tudo. 

Com amor, 
Valentina.

490# Sentimentos - 7#


Tu obrigas-me a falar, a saber falar, quando, na verdade, o meu coração grita.

Valentina

domingo, 14 de julho de 2013

489# Conversas - 9#

A.: Não compreendo por que é que escreves tanto. Por vezes parece que escreves coisas à toa. 
EU: Por vezes sim, por vezes não. Não dá para explicar.
A.: Tipo, é escrever. São palavras, dá para explicar.
EU: Não, A., trata-se da minha paixão, do meu vício... não se explica. 
A.: Como quando danças?
EU: Sim. E tal como tu com música.
A.: Ok, assim já compreendo.

Valentina

488# Sonhos -3 #


Tenho sonhado tanto e feito tão pouco, que não posso reclamar quando recebo na mesma medida.

Valentina

sexta-feira, 12 de julho de 2013

487# Religião: 2#


Geralmente não gosto de pessoas religiosas; anseiam mais pela morte do que pela vida, simplesmente para terem a certeza de que não passaram os seus dias apoiados em algo que não era real. 


Valentina

486# Bye Bye Secundário... Bye bye...


E assim acabou.
Acabaram-se as cinco disciplinas que me atormentavam o juízo; acabaram-se os intervalos penosos sem nada para fazer e com muito a reclamar; acabaram-se os estudos a última da hora... no secundário, é claro. Isto, porque o pior está para vir... 
Universidade de Aveiro, aí vou eu!




quinta-feira, 11 de julho de 2013

485# Por vezes é só dar e não receber


Tudo morre um dia. Até aquilo que dou e recebo.
Nem todas as acções são eternas, nem todas querem ser eternas. Por isso, por vezes, acabo por dar mais do que recebo. E, apesar de não cobrar, não quer dizer que não espere.
Tudo morre um dia...simplesmente isso...