sábado, 22 de junho de 2013

477# Escola: Exame de História - 20#

Diferenças entre a imagem e a mesa da minha sala: A marca do meu PC Toshiba e eu estou encostada no sofá a pensar: I'm so fucked...

E estudar História A é isto: ficar em casa, enquanto a nossa família sai para se divertir numa boa tarde de início de Verão...
O meu exame é já terça-feira, o que quer dizer que tenho dois dias e meio para compreender e decorar três volumes, ou melhor, um e meio, que o primeiro e o terceiro já os sei como deve ser, a excepção de uma matéria ou outra que nunca saiu em exame, mas que convém ter uma mínima noção.
E, com isto, tenho de estudar no geral:

Módulo 7 (sábado):
* I Grande Guerra;
* Revolução Russa (Fev. e Out);
* Opções Totalitárias;
* A Grande Depressão;
* Estado Novo;
* E as vésperas da II Grande Guerra. 
 
 
No módulo 8 (domingo):
 * II Grande Guerra; 
* ONU;
*Guerra Fria;
* Isolamento Internacional;
* 25 de Abril 
* Descolonização;
* As alterações comportamentais e sociais.

 Módulo 9 (segunda):
* O Fim do Modelo Soviético;
* A Hegemonia dos Estados Unidos;
* União Europeia;
* Globalização: Economia; Transnacionais; Ambiente e Segunrança;
* Neoliberalismo.


Nada interessante para vocês, entendo perfeitamente, todavia, ainda é um pouco interessante para mim. Contudo, ao juntar a minha falta de paciência à minha amiga preguiça... isto é tão agradável  para mim quanto é para vocês.
Boa sorte para todos aqueles que vão fazer exame!


sexta-feira, 21 de junho de 2013

476# Escola: Exame de História - 19#


Que alguém me salve do exame de História A...
Voluntários?

Beijos, 

475# Crítica Literária: Perdidos de Rute Canhoto - 13#

Título: Perdidos

Autor: Rute Canhoto

Editora/Impressão: Euedito
Sinopse: Marina, de 17 anos, leva uma vida monótona e confortável, centrada no objetivo de ter boas notas para entrar na universidade. 
Findas as férias de verão, tem início um novo ano letivo que se revela repleto de novidades, entre elas Lucas. A misteriosa figura do aluno desperta-lhe a atenção, apesar da aura obscura que o rodeia. Mais tarde, Joshua junta-se à turma e um turbilhão de sentimentos contraditórios assola Marina, deixando-a confusa e sem saber que caminho seguir. E se fizer a escolha errada? 
Em simultâneo, o cosmos da rapariga fica completamente virado do avesso com uma série de inexplicáveis acidentes, que parecem querer colocar um ponto final na sua existência. Afinal, o que se estará a passar? A resposta será uma revelação inesperada, que dará a conhecer ao mundo os Perdidos. 
Este é o primeiro volume da trilogia Perdidos, uma série na qual coração e razão entram em conflito. Nem sempre o que gostaríamos de ter é o melhor para nós. Mas e se o que nos dizem não ser bom para nós, é exatamente aquilo de que precisamos? Viver implica correr riscos, demasiado grandes às vezes.

Opinião: "Perdidos”, um livro de Rute Canhoto, marca o início de uma trilogia. A ideologia da obra é baseada nas obras “Hush Hush” e “Twilight”, ou seja, a rapariga comum que, no início do seu ano lectivo, conhece um rapaz que fará com que a sua vida dê uma volta de 180º. Ao perceber-me disto, simplesmente pela sinopse, fiquei com o pé atrás para ler toda a narração, pois não sou fã de romances e detestei os dois best-sellers antes por mim referidos. No entanto, há que experimentar para poder dizer que não se gosta e lá me atirei de cabeça.
Embora seja uma obra portuguesa e seja óptimo ver escritores portugueses a destacarem-se cada vez mais no mundo do fantástico, tenho de dizer que, comparativamente aos best-sellers, este livro não me trouxe nada de novo. Proporcionou-me uma boa leitura, todavia, houve uma pequena resistência minha parte, logo ao início do primeiro capítulo, que acabou por desaparecer com o avançar os capítulos. E a parte boa é que não há nem vampiros nem anjos, que destes estou eu mais do que farta!
A escrita da autora é simples e acessível, contudo, ao reler, entendi que há descrições que são escusadas. A personalidade das personagens está bem marcada, tanto que entendemos perfeitamente quem fala sem quaisquer indicações e, os acidentes que vão surgindo na vida da Marina, tornam o livro mais interessante.
Para mal de alguns, como eu, que já li mais do que um bom par de livros e já vi diversos filmes sobre adolescentes, acabei por achar os acontecimentos bastante óbvios, o que tornou as coisas um pouco aborrecidas. Além disto, o que me irritou bastante foram a passividade da Ana, a amiga da Marina, que parece existir apenas para encher, e as paixões crescentes à velocidade da luz. Tanto por parte da Marina pelo Lucas, como por parte do Joshua para a Marina. Parece que, do dia para a noite, a existência deste triângulo amoroso é a única coisa importante nas suas vidas – o que me fez recordar a loucura da Bella pelo Edward e a forte pancada do Jacob pela Bela, o que me obriga a pensar: Espero que a Marina não se tente suicidar.
O grupo da Joana e das “Joanetes” não foi algo que me convenceu. Ando na escola há treze anos e sim, as raparigas ficam apanhadinhas por rapazes, mas não chegam ao ponto de cercá-lo, quase que o sufocando, mesmo que seja o novo brinquedo da escola.
Fora do que indiquei, não há muito mais a apontar, acho que a história pode ser melhor desenvolvida, tal como o conceito de “Perdidos”, que não é aprofundado neste primeiro volume.
Dou-lhe assim 3*

quarta-feira, 19 de junho de 2013

474# Post Scriptum - 9#

Querida Valentina, que a tua sombra seja mais do que o simpes reflexo dos teus desejos.

terça-feira, 18 de junho de 2013

473# 3 R's

Hello Happy Moon Friends!
Enquanto o mundo não se preocupa tanto quando devia com o ambiente, eu, Valentina de Andrade, decidi mostrar-vos formas simples e engraçadas de reutilizar materias recicláveis e não recicláveis.
O nome deste pequeno projecto vai ser 3 R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) e terá um post por semana, em princípio, todas as Terças-Feiras.
Mostrar-vos-ei coisas bastante úteis como fazer um marcador de livros, reutilizar roupas velhas para fazer outras peças, transformar caixas velhas em caixas de arrumação, criar pequenos brinquedos para os vossos primos, irmãos e, se forem como eu, para vocês mesmos.
Uma abraço, 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

472# Escola: Exame de Português - 18#

Olá minha gente!
Contrariamente ao que queria, embora tivesse admitido que me dava jeito, fiz exame de Português e até correu bem. Ainda não pude ver a correcção, pois ainda não se encontra disponível (pelo menos desde a última vez que lá fui ver), contudo, espero, pelo menos, um 12 no exame. Infelizmente, pelo que tenho em mente das minhas respostas e do que a minha querida professora de Português esteve a dizer, a minha nota variará entre os 12 e os 14 valores, não mais.
E àqueles que fizeram exame, como correu? 
Aos que não fizeram, boa sorte para dia 2 de Julho!

Um abraço, 

domingo, 16 de junho de 2013

471# Escola: Exame de Português - 17#


Enquanto "rezo" para que saia Fernando Pessoa ou Luís de Stau Monteiro e não Luís de Camões ou Saramago, aproceito para vos desejar boa sorte para amanhã! Haja ou não exame.
Espero que saibam toda a Gramática, todas as simbologias e que conheçam bem os nossos amigos Álvaro de Campos (o maluquinho das máquinas), Alberto Caeiro (o mestre sensacionista) e Ricardo Reis (o pagão fã do Carpe Diem, mas de vivências moderadas).
Uma boa semana!



470# Texto: Hoje não tenho pressa - 32#

Hoje não tenho pressa. Quero apenas sentar-me e observar o dia correr, enquanto a música electrónica toca bem alto na rádio. Sim, alto, pois músicas de baixo tom bastam-me quando tento dormir. Hoje quero-me bem desperto. 
É assim mesmo: hoje não tenho pressa.
Quero que me observem, que me consumam com a vista e desejem por meros segundos. Podem até desejar por mais, porém, podem ter a certeza quando digo que nunca pertencerei a ninguém.
Sem pressas minha gente, só as horas é que correm. Eu não corro, só espero. Deixo que a paciência escorra sem se esgotar, que siga uma linha de pensamento interminável e que se confunda com o cansaço, para que a alguma altura pare e recupere o fôlego. É-lhe merecido.
Hoje tirei o dia para ver toda a gente a correr, a gritar, a olhar para o relógio e a torcer o nariz àqueles que não se apressam. É inveja, penso eu de momento. É inveja por não poderem parar. E seguem. Nem se apercebem que os observo. Se o fazem, não ligam. As pessoas não querem saber de quem as vê, afinal, isso não dá dinheiro a ninguém. E, por isso, olho para cima, para os lados, para baixo e novamente para a frente. Hoje não tenho pressa. Vou deixar que o sol caia e que a lua se levante, trazendo a madrugada. E que esta seja fria! Tenho cobertor.
Ah... Hoje não tenho pressa. Não sei se é ou não o meu último dia na terra, todavia, sei que não vou arriscar, que não vou magoar o coração e que me vou deixar estar. Afinal, devo repetir para que entendam: hoje não tenho pressa, nem quero saber do que se passa. Que cada doido corra no seu lugar. Eu espero. Voe o tempo como voar, eu espero, não tenho pressa.