sábado, 15 de junho de 2013

469# Admissão de Manuscritos - ou se preferirem: Esta pode ser a vossa oportunidade de publicar um livro! ou não...


E olá minha gente!
Para os interessados, os não interessados e os ainda não interessados, deixo-vos aqui um convite da Editorial Divergência, que tomou a iniciativa de fazer aquilo pelo qual eu sempre reclamei (pela sua inexistência): apostar em escritores nacionais!
É isso mesmo. Até o dia trinta deste mês, Junho, esta editora aceita manuscritos com as seguintes condições básicas:


Participem e passem a palavra!
Boa sorte a todos!

Valentina de Andrade




sexta-feira, 14 de junho de 2013

468#Entre Blogs: Meeting - 7#


Hoje a tarde, quando passeava pela Blogosfera vi, no blog da Daniela, este post, onde ela falava sobre um possível meeting entre bloggers. Pessoalmente, acredito que a ideia é super engraçada e que é algo que valeria a pena., por isso, repasso a mensagem:

Bem pessoal, este é o movimento de que falámos no domingo, gostávamos imenso que todos aderissem e que tornassem este meeting possível, estamos a contar com vocês.
Não decidimos ainda nenhuma data, pois não temos a certeza da adesão e se essa adesão for escassa, não valerá a pena, como já dissemos antes, serão realizados meetings no Norte e no Centro, para que grande parte possa participar, quem quiser aderir ao Meeting ou confirmar a sua presença, deverá ir ao blog do Pipo e responder "sim" ao post dele!Vamos tornar este meeting possível com a ajuda de todos e ajudem a espalhar a mensagem!Contamos com vocês!___ Blog Pages of Freedom

Eu já fiz a minha parte, os interessados que façam a sua. Sigam o link e escrevam um comentário a dizer que querem participar. Ah! E partilhem esta ideia! Um post por pessoas e todos ficarão a conhecer este projecto.

Valentina de Andrade

quinta-feira, 13 de junho de 2013

467# Outros Pensamentos: Sou o silêncio dos mortos - 25#

 
O silêncio dos mortos é o mesmo que o meu. Mesmo sabendo que na minha mente ecoam todas as palavras, que se repetem, vezes sem conta, as memórias tão bem cuidadas e que tocam todas as melodias por mim escutadas. 
Sou como um pequeno rio parado, coberto de lodo, onde os animais vão para morrer e não descansar. Sou um cemitério. Só me faltam as campas e os caminhos por onde todos os vivos caminharão, chorando a partida dos que aqui já não podem ficar.
Sou o silêncio dos mortos, aqueles que já não podem caminhar. 


Valentina de Andrade

quarta-feira, 12 de junho de 2013

466# Entre escrever e estudar... prefiro escrever

Juro que era suposto estar a estudar. Juro por tudo que eu queria fazê-lo... no entanto, meti-me a ler Harry Potter e a Pedra Filosofal e, em seguida, senti-me inspirada para escrever a PdF e... e agora não dá para parar. Prometo estudar Português amanhã. Prometo mesmo. Logo de manhã. Mas, por agora, a única coisa que faço é isto...
Aviso que isto ainda está por corrigir, logo, ignorem os possíveis erros e homicídios à Lingua Portuguesa.

Uma óptima noite!
E, para quem for ver as Marchas... uma fantástica madrugada!

Valentina de Andrade

segunda-feira, 10 de junho de 2013

465# Baile de Finalistas - 4#

Uma verdade que, para muitos, foi posta à prova de sexta para sábado
 Já acertei os dias! Já não penso que vamos a dia nove, porque, para mim, os dias sete e oito foram os mesmos, simplesmente por não ter tido uma noite de sono. 
Hoje recebi as fotografias do Baile, apareço em quase todas com uma cara assim para o estranhas, mas hey!, eu estava mais procupada em dançar do que em parecer bem (desculpas de quem não é muito fotogénica ^.^)
O Baile foi óptimo. Cheguei ao restaurante às nove da noite, ou seja, uma hora atrasada, mas ainda estavam as pessoas a entrar e a espera de tirar uma ou mais fotografias. Encontrei-me logo com os meus colegas todos e as minhas directoras de turma. Dançámos um pouco antes do jantar, tirámos mais fotografias, cantámos e voltámos a cantar e a tirar fotografias. Em seguida, jantámos: Strogonoff de frango. E verdade seja dita, aquilo era mais frango do que arroz e a carne estava um pouco para o crua, mas lá se comeu, entre alguns risos. Tivemos, mais tarde, os vídeos da turma, o agradecimento da parte da minha turma aos professores que nos acompanharam ao longo destes três anos. Tirei uma foto com os meus quatro rapazes, o que não podia faltar; dancei até me doerem os pés e ser obrigada a trocar de sapatos; saltei; sentei-me; fui arrastada para o meio da roda, onde dancei mais um pouco; dancei com quem não conhecia e terminei a noite ao lado do Zik, do A, da Ni e a Sassá, a caminhar pela zona da Expo, em plena madrugada.
Quando cheguei à casa eram sete da manhã. Adormeci (como quem diz) as sete e meia e acordei à uma, para ir passear com duas amigas minhas.
Enfim, minha gente, foi uma noite fantástica. E admito que, pela festa, não me importava de ser finalista mais do que uma vez ^.^


Um bom feriado!
P.S.: Os meus colegas de turma estavam super sexy ;)
 
Valentina de Andrade

quarta-feira, 5 de junho de 2013

464# Baile de Finalistas - 3#

E dentro de dois dias termina tudo.
Terminam as aulas, os horários, os stresses com os colegas, auxiliares e professores. Termina a má disposição por ter de me levantar cedo para ter algo de que não gosto... mas não termina o stress para o Baile.
Não estou totalmente perdida. Não, isso não. Apenas ando a procura de... não sei exactamente o quê. 
Já tenho o vestido; tenho os sapatos, embora vá procurar por outros; já sei o que vou fazer ao cabelo, vou cortá-lo; tenho de trocar a mala que comprei, porque ninguém gostou dela e, ao que parece, não é típica nem boa paa um baile, mas nem pensem que não vou comprar uma onde não caibam os meus saltos, que as minhas sabrinas vão ser as minhas melhores amigas, tal como um par de collants, que estarão na minha mala, caso sejam necessários. Também já tenho a pulseira, é amarelo-flurescente. Só faltam as flores para os professores e as dedicatórias... Ah! E a manicure, que será feita em casa e... voilá! Acho que posso respirar fundo...
E é por  isto que detesto festas e coisas deste género.Implicam sempre muita cois que me tira do sério.
E não é que agora querem que me maquilhe par o baile? Era só o que me faltava... Como se tivesse paciência para tal.
E a minha vida melhora, sabendo que terei de ir para o baile de autocarro e voltar nele. E nisso nem pensar. Posso voltar de autocarro para casa, sim, mas, possivelmente, vou de táxi para lá. Disso podem ter a certeza.
E, já agora, anda algum finalista por aqui? Se sim, como está a preparação para o baile? E para os que já não saão finalistas, como é que foi o vosso? 
Tenham o resto de uma óptima semana!
Valentina de Andrade

sexta-feira, 31 de maio de 2013

463# Semanário - 16#

Resumidamente, esta semana definiu-se em três simples palavras: Baile de Finalistas. 
Para quem está no décimo segundo ano, ou já esteve, reconhece bem estas frases:
Já tens vestido?
Já tens o fato?
Quanto é que custa o baile e até quando é que podemos pagar?
Com quem é que vais ao Baile?
Já pagaste pelo jantar?
Ai... Vai ser brutal!
E a lista continua até o derradeiro dia.
Eu, como fiquei responsável pela entrega do dinheiro da minha turma, já me tornei conhecida na AE. Quando me vêem a entrar já sabem que é para fazer algum pagamento, uma pergunta sobre o jantar e o baile, ou então trocar pulseiras. Na sala de professores, a D. Lina já sabe que ando à caça de alguém que deu a entrada mas não me pagou o resto do dinheiro, para que não haja problemas com a AE e os interessados no Baile. Pela escola, quando tenho a folha com os nomes e corro que nem uma doida, procuro por uma auxiliar que me disse que ia, sem grandes certezas e que não sabia se levava a filha e o marido.

Hoje, eu parecia uma barata tonta, porque as contas da AE fechavam hoje a tarde. Então corria eu atrás dos meus colegas, das auxiliares, dava explicações sobre quem perguntava se podia ir e ainda vi-me atrás de professores e a convencer outros a ir. Só a uma e poucos é que me sentei para desncasar e não duvido que tenha feito exercício para uma vida, pois até dinheiro tive de ir levantar, por colegas meus, isto, porque estavam a fazer teste de Sociologia. Digam lá se não tenho uma paciência de santo! E a minha mãe diz que eu vou ficar velha cedo por me irritar com facilidade. Aqui fica a prova que ainda hei-de viver para sempre.



Um bom fim-de-semana!
 Valentina de Andrade

P.S.: E não é que, com isto do Baile esqueci-me de enviar a QEM para o Concurso da Book It? Mas vá, que se lixe, fica para o outro ano.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

462# A fé que colocam em nós

Hoje, por acaso há bocado, enquanto passeava pelo fabebook, recordei-me do meu professor de Geografia. Talvez porque ele esteja ligado à tecologias e fale imenso sobre a segurança na net e coisas desse género. Mas, para além disso, recordei-me dele pela fé que ele tinha em mim. Por reparar quando faltava às aulas e por fazer comentários como: Falta aqui a Valentina...
Uma vez, depois de deixar o Zik à porta da sala dele, isto quando não éramos da mesma turma, entrei na sala, pousei a minha mala e ouvir a voz do meu professor a dizer: Valentina, no próximo teste, não quero menos de quinze valores. E, sem saber como reagir, disse-lhe sim. Infelizmente, não cumpri o que lhe prometi, todavia, nesse dia, ele deu-me um motivo permanente para sorrir e, mais do que nunca, comecei a adorar as aulas de Geografia.
Além desta disciplina e deste professor, lembro a minha de Português e a minha de Inglês, que olham para mim e pensam que estou doida, porque já não me calo nas aulas, porque brinco e pouco ou nada presto atenção àquilo que dizem. Contudo, não podem reclamar que não lhes compenso em certas aulas, em que me farto de participar e não me calo, ao falar com elas, para elas. E, apesar de nos darmos bem, causa-me imensa confusão ver como nunca duvidam de mim, mesmo quando não lhes dou o meu máximo e afirmam sempre: Consegues fazer bem melhor. E sim, dizem o mesmo a outros alunos, só que comigo entende-se que é diferente. Em mim parece que têm um pouco mais de fé.
Talvez a mesma fé que os meus pais colocam quando ouvem as minhas decisões, quando duvidam delas e me questionam quanto as minhas certezas. Mas, embora pareça a mesma fé, tenho de admitir que aquela vem de fora sabe-me melhor, porque, para além de acreditarem em mim, não me cobrem de dúvidas que jamais saberei responder.

Valentina de Andrade