segunda-feira, 10 de junho de 2013

465# Baile de Finalistas - 4#

Uma verdade que, para muitos, foi posta à prova de sexta para sábado
 Já acertei os dias! Já não penso que vamos a dia nove, porque, para mim, os dias sete e oito foram os mesmos, simplesmente por não ter tido uma noite de sono. 
Hoje recebi as fotografias do Baile, apareço em quase todas com uma cara assim para o estranhas, mas hey!, eu estava mais procupada em dançar do que em parecer bem (desculpas de quem não é muito fotogénica ^.^)
O Baile foi óptimo. Cheguei ao restaurante às nove da noite, ou seja, uma hora atrasada, mas ainda estavam as pessoas a entrar e a espera de tirar uma ou mais fotografias. Encontrei-me logo com os meus colegas todos e as minhas directoras de turma. Dançámos um pouco antes do jantar, tirámos mais fotografias, cantámos e voltámos a cantar e a tirar fotografias. Em seguida, jantámos: Strogonoff de frango. E verdade seja dita, aquilo era mais frango do que arroz e a carne estava um pouco para o crua, mas lá se comeu, entre alguns risos. Tivemos, mais tarde, os vídeos da turma, o agradecimento da parte da minha turma aos professores que nos acompanharam ao longo destes três anos. Tirei uma foto com os meus quatro rapazes, o que não podia faltar; dancei até me doerem os pés e ser obrigada a trocar de sapatos; saltei; sentei-me; fui arrastada para o meio da roda, onde dancei mais um pouco; dancei com quem não conhecia e terminei a noite ao lado do Zik, do A, da Ni e a Sassá, a caminhar pela zona da Expo, em plena madrugada.
Quando cheguei à casa eram sete da manhã. Adormeci (como quem diz) as sete e meia e acordei à uma, para ir passear com duas amigas minhas.
Enfim, minha gente, foi uma noite fantástica. E admito que, pela festa, não me importava de ser finalista mais do que uma vez ^.^


Um bom feriado!
P.S.: Os meus colegas de turma estavam super sexy ;)
 
Valentina de Andrade

quarta-feira, 5 de junho de 2013

464# Baile de Finalistas - 3#

E dentro de dois dias termina tudo.
Terminam as aulas, os horários, os stresses com os colegas, auxiliares e professores. Termina a má disposição por ter de me levantar cedo para ter algo de que não gosto... mas não termina o stress para o Baile.
Não estou totalmente perdida. Não, isso não. Apenas ando a procura de... não sei exactamente o quê. 
Já tenho o vestido; tenho os sapatos, embora vá procurar por outros; já sei o que vou fazer ao cabelo, vou cortá-lo; tenho de trocar a mala que comprei, porque ninguém gostou dela e, ao que parece, não é típica nem boa paa um baile, mas nem pensem que não vou comprar uma onde não caibam os meus saltos, que as minhas sabrinas vão ser as minhas melhores amigas, tal como um par de collants, que estarão na minha mala, caso sejam necessários. Também já tenho a pulseira, é amarelo-flurescente. Só faltam as flores para os professores e as dedicatórias... Ah! E a manicure, que será feita em casa e... voilá! Acho que posso respirar fundo...
E é por  isto que detesto festas e coisas deste género.Implicam sempre muita cois que me tira do sério.
E não é que agora querem que me maquilhe par o baile? Era só o que me faltava... Como se tivesse paciência para tal.
E a minha vida melhora, sabendo que terei de ir para o baile de autocarro e voltar nele. E nisso nem pensar. Posso voltar de autocarro para casa, sim, mas, possivelmente, vou de táxi para lá. Disso podem ter a certeza.
E, já agora, anda algum finalista por aqui? Se sim, como está a preparação para o baile? E para os que já não saão finalistas, como é que foi o vosso? 
Tenham o resto de uma óptima semana!
Valentina de Andrade

sexta-feira, 31 de maio de 2013

463# Semanário - 16#

Resumidamente, esta semana definiu-se em três simples palavras: Baile de Finalistas. 
Para quem está no décimo segundo ano, ou já esteve, reconhece bem estas frases:
Já tens vestido?
Já tens o fato?
Quanto é que custa o baile e até quando é que podemos pagar?
Com quem é que vais ao Baile?
Já pagaste pelo jantar?
Ai... Vai ser brutal!
E a lista continua até o derradeiro dia.
Eu, como fiquei responsável pela entrega do dinheiro da minha turma, já me tornei conhecida na AE. Quando me vêem a entrar já sabem que é para fazer algum pagamento, uma pergunta sobre o jantar e o baile, ou então trocar pulseiras. Na sala de professores, a D. Lina já sabe que ando à caça de alguém que deu a entrada mas não me pagou o resto do dinheiro, para que não haja problemas com a AE e os interessados no Baile. Pela escola, quando tenho a folha com os nomes e corro que nem uma doida, procuro por uma auxiliar que me disse que ia, sem grandes certezas e que não sabia se levava a filha e o marido.

Hoje, eu parecia uma barata tonta, porque as contas da AE fechavam hoje a tarde. Então corria eu atrás dos meus colegas, das auxiliares, dava explicações sobre quem perguntava se podia ir e ainda vi-me atrás de professores e a convencer outros a ir. Só a uma e poucos é que me sentei para desncasar e não duvido que tenha feito exercício para uma vida, pois até dinheiro tive de ir levantar, por colegas meus, isto, porque estavam a fazer teste de Sociologia. Digam lá se não tenho uma paciência de santo! E a minha mãe diz que eu vou ficar velha cedo por me irritar com facilidade. Aqui fica a prova que ainda hei-de viver para sempre.



Um bom fim-de-semana!
 Valentina de Andrade

P.S.: E não é que, com isto do Baile esqueci-me de enviar a QEM para o Concurso da Book It? Mas vá, que se lixe, fica para o outro ano.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

462# A fé que colocam em nós

Hoje, por acaso há bocado, enquanto passeava pelo fabebook, recordei-me do meu professor de Geografia. Talvez porque ele esteja ligado à tecologias e fale imenso sobre a segurança na net e coisas desse género. Mas, para além disso, recordei-me dele pela fé que ele tinha em mim. Por reparar quando faltava às aulas e por fazer comentários como: Falta aqui a Valentina...
Uma vez, depois de deixar o Zik à porta da sala dele, isto quando não éramos da mesma turma, entrei na sala, pousei a minha mala e ouvir a voz do meu professor a dizer: Valentina, no próximo teste, não quero menos de quinze valores. E, sem saber como reagir, disse-lhe sim. Infelizmente, não cumpri o que lhe prometi, todavia, nesse dia, ele deu-me um motivo permanente para sorrir e, mais do que nunca, comecei a adorar as aulas de Geografia.
Além desta disciplina e deste professor, lembro a minha de Português e a minha de Inglês, que olham para mim e pensam que estou doida, porque já não me calo nas aulas, porque brinco e pouco ou nada presto atenção àquilo que dizem. Contudo, não podem reclamar que não lhes compenso em certas aulas, em que me farto de participar e não me calo, ao falar com elas, para elas. E, apesar de nos darmos bem, causa-me imensa confusão ver como nunca duvidam de mim, mesmo quando não lhes dou o meu máximo e afirmam sempre: Consegues fazer bem melhor. E sim, dizem o mesmo a outros alunos, só que comigo entende-se que é diferente. Em mim parece que têm um pouco mais de fé.
Talvez a mesma fé que os meus pais colocam quando ouvem as minhas decisões, quando duvidam delas e me questionam quanto as minhas certezas. Mas, embora pareça a mesma fé, tenho de admitir que aquela vem de fora sabe-me melhor, porque, para além de acreditarem em mim, não me cobrem de dúvidas que jamais saberei responder.

Valentina de Andrade

domingo, 26 de maio de 2013

461# Todas as mulheres são perfeitas


Já vinha a pensar nisto, contudo, depois de ler o texto da Inn, é que senti vontade de escrever o meu.
Olho para esta imagem e vejo que o meu corpo não se adequa a nenhuma das mulheres presentes. Tenho a chamada "forma de ampulheta", no entanto, nada me diz que sou mais bonita, ou que me encontro mais perto da perfeição do que uma destas mulheres. Possivelmente, se disser algo semelhante, estarei completamente errada.
Quando penso na ideia de perfeição, vem-me logo à cabeça os ideiais colocados: Magra, com curvas, bonita, bem arranjada, sempre pronta para qualquer situação. Todavia, se pensar bem no assunto, vejo que a minha visão já esteve muito mais próxima àquilo que um homem quer - sim, porque os esteriótipos surgem por decreto do homem. De momento, se me perguntarem o que é uma mulher perfeita eu respondo-vos o seguinte: Para mim uma mulher perfeita é aquela que sabe quem é e o que quer. É a mulher que tem a capacidade de levantar a cabeça quando a sente mais pesada e que confia em si mesma, mesmo que não tenha quem o faça. Uma mulher perfeita é a que enfrenta os seus medos e sim, aquela que cuida de si, ao fim de manter o corpo e a personalidade que mais lhe agradam e que não mente dizendo que gosta de ser quem é, quando sabe que não é bem assim, Uma mulher perfeita é a que tem uma boa auto-estima e personalidade, não a que tem um bom rabo, porque, afinal, todo o rabo bom e grande, um dia fica velho um dia.

Valentina de Andrade

460# Semanário - 15#


E esta semana corri um pouco ao sabor do vento... É verdade. Fiquei até tarde na escola, entre brincadeiras e estudos para o Teste de História, passei a semana inteira a receber dinheiro para o Baile de Finalistas, para depois entregá-lo na AE, como pagamento do bilhete, corri um centro comercial em busca de vestidos para o Baile de Finalistas, recebi o meu vestido para o baile de finalistas,  entendi que não estou pronta para fazer o teste de amanhã e que, se não me apressar na correção da QEM, não a terminarei a tempo para o Concurso Literário da Book It, que finda no final deste mês.
Segunda-feira tivemos avaliação de dança. Foi uma miséria! Sou óptima a dançar, porém, Valsa da Primavera não é comigo. Nem pensar! Enfim, foi uma desgraça completa, um momento a esquecer. o resto da tarde foi passada a estudar História com o grupo de sempre. Valeram-me alguns bons momentos de brincadeira e uns quantos de estudo, que me deixaram os resumos quase todos feitos.
Terça-feira é o típico dia da tortura e do tédio. Só tive aulas que de me sugar a alma e nenhuma de descontração ou de participação activa. É só ouvir, ouvir, fazer exercícios e ouvir mais uma vez... Bah! Mais uma vez, a tarde, foi passada a estudar para o teste de História, não correu muito bem, pois acabei por ficar chateada com os meus colegas e lá fui para casa meio aborrecida. Não gosto, mas de vez em quando tem de ser.
Quarta-feira... Avaliação de futebol... Uma des-gra-ça! Não pela minha parte - posso dizê-lo -, mas pela parte dos meus colegas. Ou melhor, das minhas colegas.
Sei que, regra geral, as raparigas são péssimas a jogar futebol, contudo, as raparigas da minha turma abusam na parte de não saber. Não sei bem como dizê-lo, sem ofender, é claro, mas... aquilo é terrível. Não há esforço, não há vontade, não há jeito... Enfim, uma pessoa morre no meio daquela confusão toda. Parecem corvos quando vêem um colar brilhante, correm em direcção a o objecto para ver quem é que o agarra primeiro. E eu fico a olhar, com um ar muito chocado, ou com vontade de rir, porque aquilo parece plena Praça do Comércio no século XIX, a ver quem vende mais e fala mais alto. 
Felizmente, para mim, nesse dia só tive uma aula nesse dia. Os meus colegas tiveram uma visita de estudo de Sociologia, então, aproveitei para estudar um pouco mais de História - já não posso ver os exames a frente. Para felicidade de alguns, infelicidade de outros e indiferença minha, alteraram o teste para amanhã, Segunda-feira. É mais tempo de estudo, porém, ao olhar agora para os exames, parece-me que pouco ou nada sei. Por alguma razão aquelas perguntas parecem-me confusas. Acho que é sinal de estudo excessivo.
Quinta-feira tive uma aula e baldei-me à outra, para ir ao Colombo fazer compras para o A. Foi super divertido, fui com o A., o D., o Zik, a Li e a minha irmã. Ri-me imenso e passei um óptimo tempo e nunca fiquei tão contente por não ter ido a uma aula.
Sexta-feira... Nada de mais, duas aulas, muito aborrecimento pela frente, um pouco de estudo de História - que de nada serviu, porque não estudei nada de jeito e vim para casa mais cedo para ir ao Vasco da Gama passear com a minha irmã.
Agora, Sábado, numa longa pausa dos exames, entendo que tenho mesmo de tirar um dia para corrigir a QEM e enviá-la, caso contrário, não participo no concurso. Essa hipótese nem me aborrece, todavia, prometido é devido.
E como é que foi a vossa semana?
Beijos!
Valentina de Andrade

sábado, 25 de maio de 2013

459#

Ontem, quando deixei a Biblioteca da escola e os meus colegas de turma, cheguei à conclusão que sim, mudei. Mas mudei para melhor, porque estou mais feliz, sou uma pessoa mais brincalhona, que arrisca mais e que não pensa tanto no que faz. Sim, estou menos racional. Já nem sei o que é andar triste porque algo me aborrece. Realmente cheguei à conclusão de que não me devo chetear por pouco e que nunca, mas mesmo nunca, devo dizer que sou uma perdedora. 
Minha gente, adoro boa disposição, pessoas a rir. Adoro estar alegre e, sinceramente, quanto mais ando pela blogosfera, mais entendo que os blogs servem para espalhar tristezas e desgraças.
O meu professor de Psicologia está sempre a dizer: Não alimentem as emoções negativas. No entanto, ao que parece, toda a gente cria e transforma-se em redor dos sentimentos negativos, mas de tal modo que, sem eles, não são nada.
Aqui, no meu cantinho, nem sempre faço posts engraçados, ou interessantes, porém, tento, sempre ou quase sempre, que não sejam tristes. Entendo que todos precisamos de desabafar, todavia, a minha mente não dá para ler tantas desgraças num só dia. Parece que já não há palavras novas e isso desanima-me. Deixa-me farta de cá estar. Não digo que vá apagar o blogue, mas, se um dia deixar de cá aparecer, foi porque decidi colocar um ponto nisto.
Com as mais sinceras felicidades, 
Valentina de Andrade

domingo, 19 de maio de 2013

458# Outros Pensamentos: Preocupações e Aborrecimentos de Fim-de-semana - 24#


E já é Domingo. Tenho imenso que estudar para o teste de História de Quinta-feira e a preguiça parece ser a minha melhor companheira, porém, a minha maior inimiga. Logo, tenho de sacudi-la e esforçar-me um pouco mais para terminar os resumos hoje. Mas, enquanto aproveitava alguns deste momentos, sem fazer nada de jeito, fui abrindo uns mails e deparei-me com uma notícia sobre o aumento da obesidade em Portugal e tenho de admitir que este assunto preocupa-me seriamente. Conheço, pelo menos, quatro ou cinco pessoas que estão acima do peso aconselhável e todos já tomaram, pelo menos uma vez, a decisão de perder peso, dessas mesmas pessoas, apenas duas delas é que perderam realmente peso - se preferirem, emagreceram.
 Sou o tipo de pessoa que tem preferência em dizer perder peso, porque ser-se magro não é sinónimo de saudável. Eu, por acaso, sou saudável e magra. E digo por acaso, pois tenho um tipo de alimentação que não aconselho a ninguém: apenas como quando tenho fome. Isto é, se não tenho fome de manhã, não tomo o pequeno-almoço - erro. - Se não tenho fome a tarde, não almoço e o mesmo ao jantar - erro! Cometo tantos erros que, por vezes, sou capaz de tomar uma refeição ao dia e não comer mais, porque não sinto fome. Isto é mais do que errado. E esta minha má alimentação já me fez perder dois quilos, estou de volta aos 56 quilos. Para alguns é fantástico, mas, para mim, não, pois implica usar apenas saias e vestidos, porque fico a vestir qualquer coisa entre o 34 e o 36.
Mas voltando à parte que me preocupa...
O que me faz realmente entrar em alerta quanto a este assunto, são as crianças. E porquê? As crianças não comandam aquilo que comem, não preparam as suas refeições e dependem dos pais, ou de quem toma conta deles. E a culpa de engordarem de forma tão irresponsável recai por completo sobre os seus educadores.
Juro que me causa imensa confusão ver uma criança já gorda sentada num restaurante de fast-food a comer como se nada de passasse e os avós ou os pais todos contentes, ainda capazes de dizer: Deixa a criança comer que lhe faz bem. Não! Fast-food não faz bem. E, embora não pareça nada de mais, estes hábitos terão as suas consequências no futuro. Sei do que falo. Não me posso esquecer que perdi vinte quilos nestes últimos quatro anos e não há dúvidas que a minha confiança e auto-estima estavam directamente relacionadas com o peso que tinha e à imagem que tinha de mim mesma. E se me perguntarem como me sinto em comparação aos anos anteriores, posso dizer-vos, com toda a certeza, que nunca me senti tão bem com quem sou. E isso vê-se na minha forma de estar. E do mesmo modo que um comportamento positivo é perceptível num adolescence ou num adulto, é visto numa criança. Para mim, não sei se já o disse ou não, uma criança saudável é aquela que tem marcas de feridas nos joelhos. E quem é da minha geração e de gerações anteriores, sabe do que falo. Falo de futebol de rua, de jogos como a apanhada, ao mata, corridas sem qualquer propósito. Falo de brincar em parques e de esfolar joelhos e cotovelos e mesmo assim, levantar para continuar a brincar e só ir para casa quando o sol desaparece. Uma criança saudável é aquela que brinca fora de casa, com outras crianças e não aquela que vê televisão o dia inteiro e não tem uma alimentação minimamente cuidada.
E não, não tenho filhos e o meu irmão mais novo tem treze anos e é um esqueleto andante, mas como que nem um burro de carga. No entanto, preocupo-me, pois, muitas vezes, estamos mais cegos do que pensamos e as pessoas que nos rodeiam (irmãos, primos, sobrinhos), são aquelas que mas podem vir a sofrer desta epidemia. Por isso, num alerta geral, tenham mais cuidado com a vossa alimentação e com a de quem vos rodeia. 
No caso de dúvidas do vosso estado de saúde, consultem um nutricionista ou o vosso médico de família, principalmente se estiverem a pensar em fazer alguma dieta.
Tenham um óptimo Domingo
Valentina de Andrade