sexta-feira, 31 de maio de 2013

463# Semanário - 16#

Resumidamente, esta semana definiu-se em três simples palavras: Baile de Finalistas. 
Para quem está no décimo segundo ano, ou já esteve, reconhece bem estas frases:
Já tens vestido?
Já tens o fato?
Quanto é que custa o baile e até quando é que podemos pagar?
Com quem é que vais ao Baile?
Já pagaste pelo jantar?
Ai... Vai ser brutal!
E a lista continua até o derradeiro dia.
Eu, como fiquei responsável pela entrega do dinheiro da minha turma, já me tornei conhecida na AE. Quando me vêem a entrar já sabem que é para fazer algum pagamento, uma pergunta sobre o jantar e o baile, ou então trocar pulseiras. Na sala de professores, a D. Lina já sabe que ando à caça de alguém que deu a entrada mas não me pagou o resto do dinheiro, para que não haja problemas com a AE e os interessados no Baile. Pela escola, quando tenho a folha com os nomes e corro que nem uma doida, procuro por uma auxiliar que me disse que ia, sem grandes certezas e que não sabia se levava a filha e o marido.

Hoje, eu parecia uma barata tonta, porque as contas da AE fechavam hoje a tarde. Então corria eu atrás dos meus colegas, das auxiliares, dava explicações sobre quem perguntava se podia ir e ainda vi-me atrás de professores e a convencer outros a ir. Só a uma e poucos é que me sentei para desncasar e não duvido que tenha feito exercício para uma vida, pois até dinheiro tive de ir levantar, por colegas meus, isto, porque estavam a fazer teste de Sociologia. Digam lá se não tenho uma paciência de santo! E a minha mãe diz que eu vou ficar velha cedo por me irritar com facilidade. Aqui fica a prova que ainda hei-de viver para sempre.



Um bom fim-de-semana!
 Valentina de Andrade

P.S.: E não é que, com isto do Baile esqueci-me de enviar a QEM para o Concurso da Book It? Mas vá, que se lixe, fica para o outro ano.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

462# A fé que colocam em nós

Hoje, por acaso há bocado, enquanto passeava pelo fabebook, recordei-me do meu professor de Geografia. Talvez porque ele esteja ligado à tecologias e fale imenso sobre a segurança na net e coisas desse género. Mas, para além disso, recordei-me dele pela fé que ele tinha em mim. Por reparar quando faltava às aulas e por fazer comentários como: Falta aqui a Valentina...
Uma vez, depois de deixar o Zik à porta da sala dele, isto quando não éramos da mesma turma, entrei na sala, pousei a minha mala e ouvir a voz do meu professor a dizer: Valentina, no próximo teste, não quero menos de quinze valores. E, sem saber como reagir, disse-lhe sim. Infelizmente, não cumpri o que lhe prometi, todavia, nesse dia, ele deu-me um motivo permanente para sorrir e, mais do que nunca, comecei a adorar as aulas de Geografia.
Além desta disciplina e deste professor, lembro a minha de Português e a minha de Inglês, que olham para mim e pensam que estou doida, porque já não me calo nas aulas, porque brinco e pouco ou nada presto atenção àquilo que dizem. Contudo, não podem reclamar que não lhes compenso em certas aulas, em que me farto de participar e não me calo, ao falar com elas, para elas. E, apesar de nos darmos bem, causa-me imensa confusão ver como nunca duvidam de mim, mesmo quando não lhes dou o meu máximo e afirmam sempre: Consegues fazer bem melhor. E sim, dizem o mesmo a outros alunos, só que comigo entende-se que é diferente. Em mim parece que têm um pouco mais de fé.
Talvez a mesma fé que os meus pais colocam quando ouvem as minhas decisões, quando duvidam delas e me questionam quanto as minhas certezas. Mas, embora pareça a mesma fé, tenho de admitir que aquela vem de fora sabe-me melhor, porque, para além de acreditarem em mim, não me cobrem de dúvidas que jamais saberei responder.

Valentina de Andrade

domingo, 26 de maio de 2013

461# Todas as mulheres são perfeitas


Já vinha a pensar nisto, contudo, depois de ler o texto da Inn, é que senti vontade de escrever o meu.
Olho para esta imagem e vejo que o meu corpo não se adequa a nenhuma das mulheres presentes. Tenho a chamada "forma de ampulheta", no entanto, nada me diz que sou mais bonita, ou que me encontro mais perto da perfeição do que uma destas mulheres. Possivelmente, se disser algo semelhante, estarei completamente errada.
Quando penso na ideia de perfeição, vem-me logo à cabeça os ideiais colocados: Magra, com curvas, bonita, bem arranjada, sempre pronta para qualquer situação. Todavia, se pensar bem no assunto, vejo que a minha visão já esteve muito mais próxima àquilo que um homem quer - sim, porque os esteriótipos surgem por decreto do homem. De momento, se me perguntarem o que é uma mulher perfeita eu respondo-vos o seguinte: Para mim uma mulher perfeita é aquela que sabe quem é e o que quer. É a mulher que tem a capacidade de levantar a cabeça quando a sente mais pesada e que confia em si mesma, mesmo que não tenha quem o faça. Uma mulher perfeita é a que enfrenta os seus medos e sim, aquela que cuida de si, ao fim de manter o corpo e a personalidade que mais lhe agradam e que não mente dizendo que gosta de ser quem é, quando sabe que não é bem assim, Uma mulher perfeita é a que tem uma boa auto-estima e personalidade, não a que tem um bom rabo, porque, afinal, todo o rabo bom e grande, um dia fica velho um dia.

Valentina de Andrade

460# Semanário - 15#


E esta semana corri um pouco ao sabor do vento... É verdade. Fiquei até tarde na escola, entre brincadeiras e estudos para o Teste de História, passei a semana inteira a receber dinheiro para o Baile de Finalistas, para depois entregá-lo na AE, como pagamento do bilhete, corri um centro comercial em busca de vestidos para o Baile de Finalistas, recebi o meu vestido para o baile de finalistas,  entendi que não estou pronta para fazer o teste de amanhã e que, se não me apressar na correção da QEM, não a terminarei a tempo para o Concurso Literário da Book It, que finda no final deste mês.
Segunda-feira tivemos avaliação de dança. Foi uma miséria! Sou óptima a dançar, porém, Valsa da Primavera não é comigo. Nem pensar! Enfim, foi uma desgraça completa, um momento a esquecer. o resto da tarde foi passada a estudar História com o grupo de sempre. Valeram-me alguns bons momentos de brincadeira e uns quantos de estudo, que me deixaram os resumos quase todos feitos.
Terça-feira é o típico dia da tortura e do tédio. Só tive aulas que de me sugar a alma e nenhuma de descontração ou de participação activa. É só ouvir, ouvir, fazer exercícios e ouvir mais uma vez... Bah! Mais uma vez, a tarde, foi passada a estudar para o teste de História, não correu muito bem, pois acabei por ficar chateada com os meus colegas e lá fui para casa meio aborrecida. Não gosto, mas de vez em quando tem de ser.
Quarta-feira... Avaliação de futebol... Uma des-gra-ça! Não pela minha parte - posso dizê-lo -, mas pela parte dos meus colegas. Ou melhor, das minhas colegas.
Sei que, regra geral, as raparigas são péssimas a jogar futebol, contudo, as raparigas da minha turma abusam na parte de não saber. Não sei bem como dizê-lo, sem ofender, é claro, mas... aquilo é terrível. Não há esforço, não há vontade, não há jeito... Enfim, uma pessoa morre no meio daquela confusão toda. Parecem corvos quando vêem um colar brilhante, correm em direcção a o objecto para ver quem é que o agarra primeiro. E eu fico a olhar, com um ar muito chocado, ou com vontade de rir, porque aquilo parece plena Praça do Comércio no século XIX, a ver quem vende mais e fala mais alto. 
Felizmente, para mim, nesse dia só tive uma aula nesse dia. Os meus colegas tiveram uma visita de estudo de Sociologia, então, aproveitei para estudar um pouco mais de História - já não posso ver os exames a frente. Para felicidade de alguns, infelicidade de outros e indiferença minha, alteraram o teste para amanhã, Segunda-feira. É mais tempo de estudo, porém, ao olhar agora para os exames, parece-me que pouco ou nada sei. Por alguma razão aquelas perguntas parecem-me confusas. Acho que é sinal de estudo excessivo.
Quinta-feira tive uma aula e baldei-me à outra, para ir ao Colombo fazer compras para o A. Foi super divertido, fui com o A., o D., o Zik, a Li e a minha irmã. Ri-me imenso e passei um óptimo tempo e nunca fiquei tão contente por não ter ido a uma aula.
Sexta-feira... Nada de mais, duas aulas, muito aborrecimento pela frente, um pouco de estudo de História - que de nada serviu, porque não estudei nada de jeito e vim para casa mais cedo para ir ao Vasco da Gama passear com a minha irmã.
Agora, Sábado, numa longa pausa dos exames, entendo que tenho mesmo de tirar um dia para corrigir a QEM e enviá-la, caso contrário, não participo no concurso. Essa hipótese nem me aborrece, todavia, prometido é devido.
E como é que foi a vossa semana?
Beijos!
Valentina de Andrade

sábado, 25 de maio de 2013

459#

Ontem, quando deixei a Biblioteca da escola e os meus colegas de turma, cheguei à conclusão que sim, mudei. Mas mudei para melhor, porque estou mais feliz, sou uma pessoa mais brincalhona, que arrisca mais e que não pensa tanto no que faz. Sim, estou menos racional. Já nem sei o que é andar triste porque algo me aborrece. Realmente cheguei à conclusão de que não me devo chetear por pouco e que nunca, mas mesmo nunca, devo dizer que sou uma perdedora. 
Minha gente, adoro boa disposição, pessoas a rir. Adoro estar alegre e, sinceramente, quanto mais ando pela blogosfera, mais entendo que os blogs servem para espalhar tristezas e desgraças.
O meu professor de Psicologia está sempre a dizer: Não alimentem as emoções negativas. No entanto, ao que parece, toda a gente cria e transforma-se em redor dos sentimentos negativos, mas de tal modo que, sem eles, não são nada.
Aqui, no meu cantinho, nem sempre faço posts engraçados, ou interessantes, porém, tento, sempre ou quase sempre, que não sejam tristes. Entendo que todos precisamos de desabafar, todavia, a minha mente não dá para ler tantas desgraças num só dia. Parece que já não há palavras novas e isso desanima-me. Deixa-me farta de cá estar. Não digo que vá apagar o blogue, mas, se um dia deixar de cá aparecer, foi porque decidi colocar um ponto nisto.
Com as mais sinceras felicidades, 
Valentina de Andrade

domingo, 19 de maio de 2013

458# Outros Pensamentos: Preocupações e Aborrecimentos de Fim-de-semana - 24#


E já é Domingo. Tenho imenso que estudar para o teste de História de Quinta-feira e a preguiça parece ser a minha melhor companheira, porém, a minha maior inimiga. Logo, tenho de sacudi-la e esforçar-me um pouco mais para terminar os resumos hoje. Mas, enquanto aproveitava alguns deste momentos, sem fazer nada de jeito, fui abrindo uns mails e deparei-me com uma notícia sobre o aumento da obesidade em Portugal e tenho de admitir que este assunto preocupa-me seriamente. Conheço, pelo menos, quatro ou cinco pessoas que estão acima do peso aconselhável e todos já tomaram, pelo menos uma vez, a decisão de perder peso, dessas mesmas pessoas, apenas duas delas é que perderam realmente peso - se preferirem, emagreceram.
 Sou o tipo de pessoa que tem preferência em dizer perder peso, porque ser-se magro não é sinónimo de saudável. Eu, por acaso, sou saudável e magra. E digo por acaso, pois tenho um tipo de alimentação que não aconselho a ninguém: apenas como quando tenho fome. Isto é, se não tenho fome de manhã, não tomo o pequeno-almoço - erro. - Se não tenho fome a tarde, não almoço e o mesmo ao jantar - erro! Cometo tantos erros que, por vezes, sou capaz de tomar uma refeição ao dia e não comer mais, porque não sinto fome. Isto é mais do que errado. E esta minha má alimentação já me fez perder dois quilos, estou de volta aos 56 quilos. Para alguns é fantástico, mas, para mim, não, pois implica usar apenas saias e vestidos, porque fico a vestir qualquer coisa entre o 34 e o 36.
Mas voltando à parte que me preocupa...
O que me faz realmente entrar em alerta quanto a este assunto, são as crianças. E porquê? As crianças não comandam aquilo que comem, não preparam as suas refeições e dependem dos pais, ou de quem toma conta deles. E a culpa de engordarem de forma tão irresponsável recai por completo sobre os seus educadores.
Juro que me causa imensa confusão ver uma criança já gorda sentada num restaurante de fast-food a comer como se nada de passasse e os avós ou os pais todos contentes, ainda capazes de dizer: Deixa a criança comer que lhe faz bem. Não! Fast-food não faz bem. E, embora não pareça nada de mais, estes hábitos terão as suas consequências no futuro. Sei do que falo. Não me posso esquecer que perdi vinte quilos nestes últimos quatro anos e não há dúvidas que a minha confiança e auto-estima estavam directamente relacionadas com o peso que tinha e à imagem que tinha de mim mesma. E se me perguntarem como me sinto em comparação aos anos anteriores, posso dizer-vos, com toda a certeza, que nunca me senti tão bem com quem sou. E isso vê-se na minha forma de estar. E do mesmo modo que um comportamento positivo é perceptível num adolescence ou num adulto, é visto numa criança. Para mim, não sei se já o disse ou não, uma criança saudável é aquela que tem marcas de feridas nos joelhos. E quem é da minha geração e de gerações anteriores, sabe do que falo. Falo de futebol de rua, de jogos como a apanhada, ao mata, corridas sem qualquer propósito. Falo de brincar em parques e de esfolar joelhos e cotovelos e mesmo assim, levantar para continuar a brincar e só ir para casa quando o sol desaparece. Uma criança saudável é aquela que brinca fora de casa, com outras crianças e não aquela que vê televisão o dia inteiro e não tem uma alimentação minimamente cuidada.
E não, não tenho filhos e o meu irmão mais novo tem treze anos e é um esqueleto andante, mas como que nem um burro de carga. No entanto, preocupo-me, pois, muitas vezes, estamos mais cegos do que pensamos e as pessoas que nos rodeiam (irmãos, primos, sobrinhos), são aquelas que mas podem vir a sofrer desta epidemia. Por isso, num alerta geral, tenham mais cuidado com a vossa alimentação e com a de quem vos rodeia. 
No caso de dúvidas do vosso estado de saúde, consultem um nutricionista ou o vosso médico de família, principalmente se estiverem a pensar em fazer alguma dieta.
Tenham um óptimo Domingo
Valentina de Andrade

sábado, 18 de maio de 2013

457# Actualizações da semana ou Semanário, se assim o quiserem chamar

 Antes de mais, para a Inn e para a Emilie Lorena sim, ainda há esperança para o Benfica. E, para a Alyra: obrigada pelas boas-vindas e tenho também de dizer que acredito sempre no meu clube, até ao último minuto do jogo.
Agora a minha semana. Foi interessante, passou rapidamente e não foi nada de mais, contudo, tenho de dizer que o melhor veio no fim. 
Ontem, sexta-feira, depois de uma tarde passada a escutar na biblioteca da escola com o grupo de sempre, fui para casa com o Zik e o A. Já tínhamos comprado a prenda para o D., alguma resumos para o teste de História estavam feitos e a única coisa que faltava era escolher a roupa para a festa surpresa. Para azar meu tive de ir comprar collants, o que me tirou mais meia hora do que precisava, quando cheguei à casa tomei o banho mais rápido da minha vida, vesti os collants, o vestido castanho, com um cinto preto, o meu casaquinho preto, enfiei o poncho e a carteira na mala e saí. O Zik levava a prenda e o A. ia ter ao restaurante.
Encontrei-me com o Zik no autocarro, no restaurante, quando chegamos, apenas lá estavam a Pi, o A., a mãe do D. e uma vizinha dele. Em pouco tempo chegaram a Sassá, a Cata e a Costa. No entanto, ainda faltava gente. Como consequência, pegámos nos telemóveis e começamos a telefonar a quem ainda não tinha chegado. Pedimos à mãe do D. para atrasá-lo por mais quinze minutos. Conseguido o atraso, alguém teve a ideia de esconder-nos na casa-de-banho, para que pudéssemos gritar surpresa quando ele aparecesse. Foi uma cena fantástica, porque toda a gente começou a pedir por silêncio e os telemóveis tocaram quase todos ao mesmo tempo e quando o D. chegou tivemos de desligar à pressa, quase sem dizer adeus. Feito parvos saltámos da casa de banho e cantamos-lhe os parabéns. E, nessa altura, foi perceptível que ele ficou contente, pois nem metade das pessoas que lá estavam tinham dito que iam ao jantar. Estando ele a contar com dez pessoas, sendo que ele estava incluído na contagem, apareceram, no final, vinte e três. E, todos juntos, tomámos conta do restaurante fazendo daquele lugar o nosso espaço.
Tivemos discursos, músicas, prendas, vídeos, lágrimas pelo meio, mais uma canção dos Parabéns à você, desta vez com bolo e velas. Uma meia horinha passada na rua - a levar com o fumo do tabaco e o vento - e conversas à parte com a Ni e a Sassá... enfim, tenho de dizer que foi uma óptima noite! Adorei.
A única coisa complicada da semana foram as mentiras ao Diogo.. Mentimos-lhe tando durante a semana... E ele ficou tão triste... 
Agora, sim, tem piada rir-me das expressões dele, porém, no momento, apenas me apetecia dizer: D., não fiques triste, nós vamos todos à tua festa. 
Foi  um dia muito bem passado.
Agora, próximo problema: Baile de finalistas! Vestido, sapatos e cabelo são a minha prioridade. Quanto ao par... Vamos em grupo! Ninguém está com paciência para convites, se bem que todos sabemos quem é que gostaria de ir com quem. 
P.S.: São momentos como estes que me fazem ter a certeza de que vou ter saudades da turma que agora tenho! Avante Hidrogénios!

Um óptimo fim-de-semana!
 
Valentina de Andrade

segunda-feira, 13 de maio de 2013

456# Vídeo: To this day - 7#

Já não sei quem é que partilhou este vídeo no Facebook, no entanto, ao vê-lo, de certa forma, relacionei-me com ele, tal como muita gente, é claro.
Ainda pensei em escrever um texto a combinar, porém não me saiu nada, tanto que guardei o post e não o publiquei ontem ou ante-ontem. Por isso, vou deixar esta tarefa para outro dia.
No entanto, seja como for, vejam o vídeo, diz muito sobre toda a gente e o espaço em que vivemos.
Desde já, digo-vos que o adorei.
Uma óptima semana para todos!

Valentina de Andrade

domingo, 12 de maio de 2013

455# Um dia de derrotas

Já me disseram que tenho um grande defeito, ou que bem podia ter melhor gosto, porém, conhecendo-me como conheço, não podia ter feito uma melhor escolha.
Ontem, para quem esteve comigo, sabe bem que tive um dia de derrotas. Fui ver o jogodo D., era a final nacional sub20 de Basquetebol e, infelizmente, a equipa dele perdeu. Creio que ficaram com uma diferença de onze pontos.
Foi uma pena, eles podiam ter jogado melhor, mas, para pena nossa, não podemos ficar com o pensamento do que podíamos ter feito, somente com a noção dos nossos erros e daquilo que temos de melhorar. E, apesar de não terem ganhado, adorei ter lá estado a prestar apoio. Nunca tinha ido a um jogo de Basquebol e gostei imenso deste.
A minha segunda derrota, foi no Clássico. Como qualquer benfiquista teria sido fantástico ter feito a festa no Dragão, contudo, isso foi impossível. O Porto jogou melhor, no meu ponto de vista, cometemos alguns erros, como jogar muito a defesa - sendo este o principal - e lixamo-nos. Como dizem os brasileiros: Fodeu! Estávamos a jogar para o empate e acabámos por perder. Todavia, como não tenho mau perder, felicito todos os portistas, até porque a minha irmã mais velha é uma. Mas, apesar de tudo, adorei estar na Expo a ver o jogo. Valeu a pena passar a tarde com os meus colegas/amigos, partilhar bancos pela falta de lugares, de ouvir o relato no autocarro e de assustar os outros passageiros com o golo do Lima, de rapar frio durante o intervalo. Enfim, o dia valeu mais do que a pena.
E sim, como disse, foi um dia de derrotas, no entanto, foi num dia bem passado.
Entretanto, a Pi colocou esta imagem eu tenho de concordar com o que diz:

Tenham um óptimo Domingo!
Valentina de Andrade

quinta-feira, 18 de abril de 2013

454# Ao preço da chuva...


Ao preço da chuva...
Pois bem, recordo-me na perfeição de ter escrito num teste de Inglês que, a única coisa que nos caía em cima, de graça, era a chuva... Pois bem, ao que parece, já não é assim, porque, agora, até a chuva paga-se.
Nos Estados Unidos, no estado de Marylande, foi criado um imposto para a chuva. 
E não, não estou a gozar.
Como é que isto funciona? É simples, através de um satélite que controlará a chuva que cai sobre as casas de cada ser humano no estado já referido.
Bem, uma vez o Barack Obama disse que: The good news is that we are not Greece. We are not Portugal.
Bem, senhor Obama, as boas notícias, é que nós não somos os Estados Unidos.
Com isto despeço-me.
Tenham o resto de um bom dia que a Valentina vai enfiar a cabeça nos livros de História A.
E se quiserem comprovar o que vos digo, deixo-vos aqui o link da notícia.

Valentina

domingo, 14 de abril de 2013

453# Filmes: Les Misérables - 18

Sinopse: "Adaptação de musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado em clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe)."


Opinião: E foi graças a uma aula de Psicologia que decidi ver o filme e ler o livro. E como? Simples. Estávamos a falar sobre estereótipos e o nosso professor mostrou-nos o vídeo da Susan Boyle, o da sua estreia em público, com a canção I Dreamed a Dream. Muito curiosa, em casa, lá fui eu fazer uma pesquisa sobre a canção e terminei por ver o filme e por adquirir o livro, que está prontinho para ser lido.
Bem, minha gente, posso dizer-vos que não podia estar mais contente com a minha curiosidade, porque acabei por ver um filme fantástico. Sou fã de musicais, adoro-os de alma e coração, contudo, este foi além das minhas espectativas. Levou a visão que tinha sobre os quatro actores principais, Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway e Amanda Seyfried, a um outro patamar, fazendo-me esquecer qualquer outro papel interpretado pelos mesmos e colando-me ao ecrã durante o tempo inteiro.
Não podia podia estar mais contente.
O que me deixou um pouco aborrecida, não, não foi o romance, mas o facto de a actriz Samantha Barks não ter recebido mais atenção por parte do público em geral, pois a sua apresentação em cena foi fantástica.
Enfim, resumidamente, esta história tem tudo, romance, mortes, crimes e lutas, tanto morais como físicas. 
Aconselho a qualquer o filme que quase me fez chorar, devido a cada uma das suas personagens e à sua história.  
Com amor, 
Valentina

domingo, 7 de abril de 2013

452# Semanário Adolescente - 14#

 E olá!
Havia já algum tempo que não postava aqui no cantinho, porque não tenho tido muita paciência para escrever e porque não sei exactamente o que escrever. Isto, por não ser fã de palha ou de coisas que não considero realmente interessantes.
Como já é hábito, deixo-vos aqui um breve resumo da minha semana escolar.
Terça feira comecei mais uma vez com Português, cheguei atrasada, por ter descido na estação de metro errada e ter de andar um pouco a pé; não estava com paciência para apanhar outro metro. Assim que entrei na sala foi uma festa, porque aqui a Valentina foi de saia para a escola. E porquê o alarido? Porque eu nunca tinha ido de saia para a escola e, o único  momento em que me tinham visto sem calças - não pensem coisas perversas -, foi no jantar de turma, em que usei um vestido. No entanto, enquanto a maior parte das raparigas usa um vestido ou uma saia porque acha engraçado, eu uso estas mesmas peças-de-roupa quando não tenho calças lavadas.
Depois de Português tive Inglês, onde quase morri de tédio e não adormeci por estar na conversa - ainda hoje acho que me devia ter baldado a essa aula. E, por último, tive Psicologia. Ao final de seis ou sete meses desta disciplina continuo a não gostar dela e muito menos do professor.  Algumas matérias são interessantes, algumas aulas são chamativas, todavia, de resto... não! Não suporto. No entanto, pelo que vejo, é melhor do que Sociologia. O que me valeu para não adormecer foi o filme A Onda (Die Welle). Já o tinha visto, contudo, foi interessante assisti-lo por um ponto de vista não histórico mas sim psicológico, para, no final, intersectar os dois e ver quão compatíveis são.
Quarta-feira... Ed. Física! Estava a bater com a cabeça nas paredes por estar tão quieta em casa e por ter a noção de que, para o ano, não vou ter esta disciplina...
Jogamos Badminton e Voley - já sabem que bem detesto este segundo desporto -, porém, teve a sua piada e foi interessante.
A disciplina seguinte foi História. Disto não tinha saudades. Ou melhor, da minha professora não tinha eu saudades. E tinha ainda menos saudades das suas bocas desprovidas de inteligência quanto a minha amizade com o A. Não é algo que me irrite, mas conheço bem os comentários que ela lança nas reuniões dos encarregados de educação, o que não me deixa nada contente.
Para finalizar o dia era suposto ter Português, contudo, a professora faltou, o que nos levou a sair mais cedo. Foi uma pena, porque eu gosto desta disciplina e da professora. Para aproveitar o tempo livre fiquei na conversa com os meus colegas até a uma, quando me fui embora.
Quinta-feira... honestamente, não fiz nada de jeito nem de interessante.
Sexta-feira o dia não teve nada de mais. Psicologia e Português, ainda fiquei mais noventa minutos na escola, a jogar as cartas e só depois é que fui para casa, com o A. Não discutimos grande coisa, fomos mais a gozar um com o outro do que outra coisa qualquer.

E foi isto, mais uma semana "interessante" para a minha vidinha ^.^
Tenham um bom fim-de-semana!

Valµntina

terça-feira, 2 de abril de 2013

451# Escola - 13#


Confesso que esta é uma bela verdade.
Tenham um bom dia escolar. 


Valµntina

450# Maquilhagem


E isto é bem verdade.
Eu não uso maquilhagem, detesto, contudo, vejo bem o desespero das minhas colegas quando saem de casa sem base, sombras, ou eyeliner, pois fazem-me lembrar toxicodependentes. Não levem a mal, mas, tal como um viciado em drogas procura por uma nova dose, elas, assim que chegar outra colega, correm para ela a perguntar se tem qualquer tipo de maquilhagem na mala. Chega a ser assustador o desespero por ter algo para cobrir a face e as imperfeições que as tornam nas pessoas que são. Vendo isto e pensando no assunto, apenas consigo entender quão inseguras conseguem ser quanto ao seu aspecto, mesmo que demonstrem alguma auto-estima.
A minha maquilhagem diária é o batom de cieiro e, mesmo disso, eu esqueço em casa, ou no fundo da mala, porque preocupo-me primeiro com o meu estado espírito do que físico.
O mesmo se passa convosco ou são grandes fãs de cosméticos?
Bom regresso às aulas!

 Valµntina 

domingo, 31 de março de 2013

449# Disney: Simba, o Rei Leão

Nunca fui de gostar de princesas. Este é o meu desenho animado favorito da Disney...
Timon: Está calado e cala-te. É, tens de atirar o passado para trás das costas. Olha aí, coisas más contecem e ninguém pode fazer nada para as evitar, certo?
Simba: É... 
Timon: Não! Quando o mundo te vira as coisas, tu viras as tuas costas ao mundo!
Simba: Não foi isso que me ensinaram.
Timon: Então talvez precises de uma nova lição. Repete comigo: Hakuna Matata.
Simba: O quê? 
Pumba: Hakuna Matata. Não há problemas. 
 Valµntina 

448# 100: Inocência - 24#

Nada correu como o planeado. Cheguei ao final da vida e penso em tudo o que deixei para trás.
Como me souberam bem os erros e as viagens reais e utópicas. Não sei se para o túmulo posso levar memórias, já que o que é físico cá fica, mas se for possível, guardarei todas para mim. Isto, porque antes os desejos não faziam parte da minha pessoa e do que eu era. E era fácil quando não tinha nada, porque o nada não pode ser tirado de nós, porém, eu deixei de não querer há já muito tempo, e, consequentemente, passei a pretender tudo. E obtive tudo. Tudo que me completava pelos pequenos prazeres, consoante as grandes vontades.
Agora, que me sinto ir, é que posso concordar e dizer que este é o fim da minha inocência, porque compreendo que, por mais que vivamos, não obtemos a imortalidade.
 Valµntina 

sábado, 30 de março de 2013

447# I feel infinite

Eu sinto-me infitino(a)

Desde que saiu o filme The Perks of Being a Wallflower que, pela blogosfera e outras redes socias, espalharam-se imagens do símbolo do infinito e a tal frase que tenho na imagem acima: I feel Infinite. Eu conhecia a história do filme, por ter lido o livro há já um bom tempo e, como qualquer outra pessoas qualquer, identifiquei-me com partes da história do Charlie e tive, com certeza, o desejo de me sentir infinita. No entanto, para minha sorte, já vivi essta sensação, porque sou uma pessoa de prazeres simples.
Por isso, tenho de perguntar: Para vocês, o que é ser infinito? É que, pelo que entendo, para muitos, é apenas um desejo sem nexo, baseado numa ideia filmográfica e televisiva da vida.

Desejo-vos um bom Domingo
Valµntina 

sexta-feira, 29 de março de 2013

446# Desenhar

Esboço do desenho de hoje.

Já gostei mais de desenhar, de tentar criar qualquer coisa ou recriar uma imagem ou figura que havia visto, ou que estava mesmo a minha frente. No entanto, já lá vai muito tempo desde que este gosto era realmente algo que me fascinava. Aos poucos, fui trocando este hobby por outros com tanta ou mais importância.
O desenho quase feito.
 Hoje, por acaso, deu-me para desenhar, para tirar a ferrugem dos dedos e entender para comigo mesma que estou a perder o jeito, que deixei de ter a percepção e que demoro mais tempo a compreender por onde é que devo começar, como é que se desenha o quê e o que é que não se deve fazer. Dei comigo então a desenhar uma boca torta, olhos não uniformes e sem qualquer expressão. Simplesmente vazios.
Produto final.
E olho para este desenho e digo que nem parece meu. Não sou artista alguma, não tenho qualquer talento, mas confesso que já fiz melhor, porque fui praticando. Até chateia um pouco ver que aquilo que antes me deu trabalho está a regredir. O que me leva a entender que tenho de recorçar a desenhar.


Este desenho, para além do que coloquei anteriormente, foi o último que fiz, há  já sete, oito meses, se não estou em erro. Fi-lo a olhar para outra imagem que achei na net, também serviu para desenferrujar.
E então, o que acham das minhas "obras-primas"?
Tenham um bom fim-de-semana!

Valµntina

445# A tua mãe é corajosa


Acho uma piada imensa a forma como as pessoas reagem quando digo que tenho quatro irmãos. Deixam-se ficar de boca aberta e pedem quase sempre que repita o número de filhos que a minha mãe teve. Acabo sempre por me rir, embora esteja habituada ao espanto alheio. Para mim ter dois irmãos mais velhos e dois irmãos mais novos é completamente normal, há quem tenha mais, muitos mais. Crescemos todos juntos, demos todas as dores de cabeça que foram possíveis dar e, quando cremos que não é possível fazer mais nada, um de nós inventa qualquer coisa para deitar o céu à terra. Felizmente, para a sorte dos meus pais, somos todos calminhos, dependendo dos dias, respeitadores, gente muito alegre e bons alunos, para terem noção, eu, uma aluna de 14 e 16 sou a pior aluna daqui de casa, ^.^'' o que faz com que o meu pai fique mais do que aborrecido comigo.
Mas tenho de admitir, que eu não fosse quem sou e se conhecesse alguém com quatro irmãos, tendo todos uma pequena diferença de idade, também ficaria admirada e diria a mais famosa frase que oiço: "A tua mãe é corajosa."
E sim, é, tal como o  meu pai, o super-herói daqui de casa, o homem que mais adoro neste mundo.

Tenham uma boa Páscoa, 

Valµntina

444# Por agora, sim, pode ser Valentina

E então um dia, qualquer coisa como há dois dias atrás, acordei e decidi mudar.
Mudei de penteado, mudei as minhas roupas habituais, olhei-me de forma diferente ao espelho e torci o nariz perante os meus olhos pequenos, rasgados e desconfiados.
Decidi não escrever, nem ler, nem representar, simplesmente dançar. Não em casa, com amigos, mas sim sozinha, na rua, enquanto passeava e decorava caminhos, ao som do meu Mp3 cor-de-rosa, cuja cor detesto, mas funcionalidade adoro. Isto, enquanto decorava caminho que viria a relatar mais tarde, em mais uma das minhas histórias que só será escrita daqui há vários anos, ou esquecida, porque não tem razão para existir. E, ainda de bom humor,  aceitei piropos, sorri perante olhares que num dia comum aborrecer-me-iam e, como sendo a cereja no topo do bolo, peguei numa criança linda ao colo. E, basicamente, foi isto. Esta ideia doida que me dá num dia ou outro de estar alegre e achar que o mundo está quase balançado. São dias assim que compensam o meu aborrecimento e a estúpida monotonia. Por isso, se algures desta semana viram uma rapariga a cantar a dançar pelas ruas lisboetas como se não tivesse mais nada para fazer da sua vida, muito provavelmente, cruzaram-se comigo e eu sorri-vos de boa vontade.
Isto tudo para dizer o quê? Para não pensarem que mudei este espaço, pois não o fiz, apenas mudei de nome, porque achei que estava na altura de possuir um.

Com amor,

Valµntina

P.S.: Já agora, o que acham da mudança do blog?