domingo, 14 de abril de 2013

453# Filmes: Les Misérables - 18

Sinopse: "Adaptação de musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado em clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe)."


Opinião: E foi graças a uma aula de Psicologia que decidi ver o filme e ler o livro. E como? Simples. Estávamos a falar sobre estereótipos e o nosso professor mostrou-nos o vídeo da Susan Boyle, o da sua estreia em público, com a canção I Dreamed a Dream. Muito curiosa, em casa, lá fui eu fazer uma pesquisa sobre a canção e terminei por ver o filme e por adquirir o livro, que está prontinho para ser lido.
Bem, minha gente, posso dizer-vos que não podia estar mais contente com a minha curiosidade, porque acabei por ver um filme fantástico. Sou fã de musicais, adoro-os de alma e coração, contudo, este foi além das minhas espectativas. Levou a visão que tinha sobre os quatro actores principais, Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway e Amanda Seyfried, a um outro patamar, fazendo-me esquecer qualquer outro papel interpretado pelos mesmos e colando-me ao ecrã durante o tempo inteiro.
Não podia podia estar mais contente.
O que me deixou um pouco aborrecida, não, não foi o romance, mas o facto de a actriz Samantha Barks não ter recebido mais atenção por parte do público em geral, pois a sua apresentação em cena foi fantástica.
Enfim, resumidamente, esta história tem tudo, romance, mortes, crimes e lutas, tanto morais como físicas. 
Aconselho a qualquer o filme que quase me fez chorar, devido a cada uma das suas personagens e à sua história.  
Com amor, 
Valentina

domingo, 7 de abril de 2013

452# Semanário Adolescente - 14#

 E olá!
Havia já algum tempo que não postava aqui no cantinho, porque não tenho tido muita paciência para escrever e porque não sei exactamente o que escrever. Isto, por não ser fã de palha ou de coisas que não considero realmente interessantes.
Como já é hábito, deixo-vos aqui um breve resumo da minha semana escolar.
Terça feira comecei mais uma vez com Português, cheguei atrasada, por ter descido na estação de metro errada e ter de andar um pouco a pé; não estava com paciência para apanhar outro metro. Assim que entrei na sala foi uma festa, porque aqui a Valentina foi de saia para a escola. E porquê o alarido? Porque eu nunca tinha ido de saia para a escola e, o único  momento em que me tinham visto sem calças - não pensem coisas perversas -, foi no jantar de turma, em que usei um vestido. No entanto, enquanto a maior parte das raparigas usa um vestido ou uma saia porque acha engraçado, eu uso estas mesmas peças-de-roupa quando não tenho calças lavadas.
Depois de Português tive Inglês, onde quase morri de tédio e não adormeci por estar na conversa - ainda hoje acho que me devia ter baldado a essa aula. E, por último, tive Psicologia. Ao final de seis ou sete meses desta disciplina continuo a não gostar dela e muito menos do professor.  Algumas matérias são interessantes, algumas aulas são chamativas, todavia, de resto... não! Não suporto. No entanto, pelo que vejo, é melhor do que Sociologia. O que me valeu para não adormecer foi o filme A Onda (Die Welle). Já o tinha visto, contudo, foi interessante assisti-lo por um ponto de vista não histórico mas sim psicológico, para, no final, intersectar os dois e ver quão compatíveis são.
Quarta-feira... Ed. Física! Estava a bater com a cabeça nas paredes por estar tão quieta em casa e por ter a noção de que, para o ano, não vou ter esta disciplina...
Jogamos Badminton e Voley - já sabem que bem detesto este segundo desporto -, porém, teve a sua piada e foi interessante.
A disciplina seguinte foi História. Disto não tinha saudades. Ou melhor, da minha professora não tinha eu saudades. E tinha ainda menos saudades das suas bocas desprovidas de inteligência quanto a minha amizade com o A. Não é algo que me irrite, mas conheço bem os comentários que ela lança nas reuniões dos encarregados de educação, o que não me deixa nada contente.
Para finalizar o dia era suposto ter Português, contudo, a professora faltou, o que nos levou a sair mais cedo. Foi uma pena, porque eu gosto desta disciplina e da professora. Para aproveitar o tempo livre fiquei na conversa com os meus colegas até a uma, quando me fui embora.
Quinta-feira... honestamente, não fiz nada de jeito nem de interessante.
Sexta-feira o dia não teve nada de mais. Psicologia e Português, ainda fiquei mais noventa minutos na escola, a jogar as cartas e só depois é que fui para casa, com o A. Não discutimos grande coisa, fomos mais a gozar um com o outro do que outra coisa qualquer.

E foi isto, mais uma semana "interessante" para a minha vidinha ^.^
Tenham um bom fim-de-semana!

Valµntina

terça-feira, 2 de abril de 2013

451# Escola - 13#


Confesso que esta é uma bela verdade.
Tenham um bom dia escolar. 


Valµntina

450# Maquilhagem


E isto é bem verdade.
Eu não uso maquilhagem, detesto, contudo, vejo bem o desespero das minhas colegas quando saem de casa sem base, sombras, ou eyeliner, pois fazem-me lembrar toxicodependentes. Não levem a mal, mas, tal como um viciado em drogas procura por uma nova dose, elas, assim que chegar outra colega, correm para ela a perguntar se tem qualquer tipo de maquilhagem na mala. Chega a ser assustador o desespero por ter algo para cobrir a face e as imperfeições que as tornam nas pessoas que são. Vendo isto e pensando no assunto, apenas consigo entender quão inseguras conseguem ser quanto ao seu aspecto, mesmo que demonstrem alguma auto-estima.
A minha maquilhagem diária é o batom de cieiro e, mesmo disso, eu esqueço em casa, ou no fundo da mala, porque preocupo-me primeiro com o meu estado espírito do que físico.
O mesmo se passa convosco ou são grandes fãs de cosméticos?
Bom regresso às aulas!

 Valµntina 

domingo, 31 de março de 2013

449# Disney: Simba, o Rei Leão

Nunca fui de gostar de princesas. Este é o meu desenho animado favorito da Disney...
Timon: Está calado e cala-te. É, tens de atirar o passado para trás das costas. Olha aí, coisas más contecem e ninguém pode fazer nada para as evitar, certo?
Simba: É... 
Timon: Não! Quando o mundo te vira as coisas, tu viras as tuas costas ao mundo!
Simba: Não foi isso que me ensinaram.
Timon: Então talvez precises de uma nova lição. Repete comigo: Hakuna Matata.
Simba: O quê? 
Pumba: Hakuna Matata. Não há problemas. 
 Valµntina 

448# 100: Inocência - 24#

Nada correu como o planeado. Cheguei ao final da vida e penso em tudo o que deixei para trás.
Como me souberam bem os erros e as viagens reais e utópicas. Não sei se para o túmulo posso levar memórias, já que o que é físico cá fica, mas se for possível, guardarei todas para mim. Isto, porque antes os desejos não faziam parte da minha pessoa e do que eu era. E era fácil quando não tinha nada, porque o nada não pode ser tirado de nós, porém, eu deixei de não querer há já muito tempo, e, consequentemente, passei a pretender tudo. E obtive tudo. Tudo que me completava pelos pequenos prazeres, consoante as grandes vontades.
Agora, que me sinto ir, é que posso concordar e dizer que este é o fim da minha inocência, porque compreendo que, por mais que vivamos, não obtemos a imortalidade.
 Valµntina 

sábado, 30 de março de 2013

447# I feel infinite

Eu sinto-me infitino(a)

Desde que saiu o filme The Perks of Being a Wallflower que, pela blogosfera e outras redes socias, espalharam-se imagens do símbolo do infinito e a tal frase que tenho na imagem acima: I feel Infinite. Eu conhecia a história do filme, por ter lido o livro há já um bom tempo e, como qualquer outra pessoas qualquer, identifiquei-me com partes da história do Charlie e tive, com certeza, o desejo de me sentir infinita. No entanto, para minha sorte, já vivi essta sensação, porque sou uma pessoa de prazeres simples.
Por isso, tenho de perguntar: Para vocês, o que é ser infinito? É que, pelo que entendo, para muitos, é apenas um desejo sem nexo, baseado numa ideia filmográfica e televisiva da vida.

Desejo-vos um bom Domingo
Valµntina 

sexta-feira, 29 de março de 2013

446# Desenhar

Esboço do desenho de hoje.

Já gostei mais de desenhar, de tentar criar qualquer coisa ou recriar uma imagem ou figura que havia visto, ou que estava mesmo a minha frente. No entanto, já lá vai muito tempo desde que este gosto era realmente algo que me fascinava. Aos poucos, fui trocando este hobby por outros com tanta ou mais importância.
O desenho quase feito.
 Hoje, por acaso, deu-me para desenhar, para tirar a ferrugem dos dedos e entender para comigo mesma que estou a perder o jeito, que deixei de ter a percepção e que demoro mais tempo a compreender por onde é que devo começar, como é que se desenha o quê e o que é que não se deve fazer. Dei comigo então a desenhar uma boca torta, olhos não uniformes e sem qualquer expressão. Simplesmente vazios.
Produto final.
E olho para este desenho e digo que nem parece meu. Não sou artista alguma, não tenho qualquer talento, mas confesso que já fiz melhor, porque fui praticando. Até chateia um pouco ver que aquilo que antes me deu trabalho está a regredir. O que me leva a entender que tenho de recorçar a desenhar.


Este desenho, para além do que coloquei anteriormente, foi o último que fiz, há  já sete, oito meses, se não estou em erro. Fi-lo a olhar para outra imagem que achei na net, também serviu para desenferrujar.
E então, o que acham das minhas "obras-primas"?
Tenham um bom fim-de-semana!

Valµntina