quarta-feira, 6 de março de 2013

423# Trabalho de História

Esta semana eu, o A. e a Li temos de apresentar um trabalho de História sobre a União Europeia. E como a minha querida professora adora coisas originais estivemos a pensar no que é que poderiamos fazer e eu tive a rica ideia de fazer bandeiras com uma infomação mínima sobre cada um dos países desta comunidade.

Os meus colegas gostaram da ideia e, enquanto eles tratavam do power point e de recolher a informação, eu fui dando vida àquilo que me passou pela mente.
Ao início foi assim, quatro bandeiras de vinte e sete. Estava tudo a correr bem, bastava-me apenas cortar a cartolina, a uma medida certa e agrar as bandeiras às suas legendas.

 Ao fim de 13 ou 14 países mal conseguia falar com  o A., pois era-me quase impossível ver o ecrã, mas afastando as bandeirinhas e isso tudo, ainda conseguia escrever e trabalhar. 
Ao fim das 27 bandeiras as coisas já não correram muito bem, pois tinha de afastá-las para conseguir escrever no pc.
E perguntam-me vocês: Por que é que não as colocaste num canto?
E eu respondo: O meu pai estava a trabalhar e eu não tinha espaço nenhum, logo, tive de improvisar, já que não estava a escrever assim tanto.
Terminar as bandeiras foi um trabalho que durou até as duas da manhã, mas que, felizmente, valeu a pena.
Amanhã, muito possivelmente, vou fazer a apresentação e espero que tudo corra bem.

Desejem-me sorte!

segunda-feira, 4 de março de 2013

422# Coisas daqui de casa

Acho imensa piada o facto de os meus pais terem a certeza que nenhum dos seus filhos dá valor àquilo que tem. Juro que essas ideias estúpidas dão-me vontade de rir e de lhes perguntar se me lêem a mente ou se ocupam o meu corpo, em alguma parte do dia. Não sei. Não é para ser arrogante - coisa que sou e bastante -, mas para ter a certeza de que não estou a pensar mal nem de forma injusta.
Claro que há coisas as quais não dou valor, em especial, a tecnologia que invade esta casa, mas isso não quer dizer que não a respeite. É que, embora isso não pareça nada irritante, é, porque chega uma altura em que cansa, profundamente, e é nesses momentos que uma pessoa faz a contagem decrescente para sair de casa.
Sim, são coisas estúpidas e mínimas, contudo, são essas coisas que me fazem ficar saturada desta cidade.
 

Nameless

sábado, 2 de março de 2013

421# Semanário Adolescente 12#


É fim-de-semana, está calor, o sol está a voltar, já olho para os meus vestidos de esguelha e penso num penteado novo. Ao mesmo tempo, vou mudando o blog, ao fim de dar-lhe um ar mais primaveril.
Como sempre, ou quase sempre, no final da semana apresento-vos um resumo daquilo que fiz e, para não faltar à minha palavra, aqui o deixo:
Segunda-feira não foi um dia muito interessante, porque estava atrasada para a primeira aula, nem comi de manhã, para chegar a meio do caminho e ver duas colegas minhas a caminhar em direcção ao metro, pois a minha querida professora de História não apareceu oara dar aula. Como devem imaginar fiquei puta da vida, no entanto, acabei por encolher os ombros e ignorar mais uma das acções daquela mulher. Fui então com as minhas duas colegas ao ISPA, pois uma delas quer tirar Psicologia Clínica e só depois é que fui tratar da matrícula, durante o meu furo, a hora a que não tenho Sociologia.
Enquanto esperava fiquei sentada entre o A. e o D., um grande erro, porque estas duas criaturas são piores que duas crianças pequenas. Quando finalmente tocou para descermos para Física o Li e Pi (os nomes que eu dou as pessoas são fantásticos) foram ter connosco.
Acho que nunca vos expliquei, mas, apesar de me dar super bem com os meus rapazes, a Pi é a best do D. e a Li é a best do A. - embora ele não goste de dizer que tem melhores amigos, mas sim amigos apenas. E eles têm o hábito de andar sempre aos abraços e, antes de sairmos do pavilhão, abraçaram-se durante algum tempo e eu fiquei a espera que eles se desfizessem dos abraços, para irmos para a aula. E a Pi, um pouco aborrecida, diz: "Oh! Estamos aqui aos abraços e a Nameless está a nossa espera, é mau." Eu encolhi os ombros e abanei a cabeça e disse-lhes: "Andem aos abraços à vontade, que eu não tenho problemas com isso." E não tenho mesmo. Na verdade, não sou amante de abraços, mas gosto de ver as pessoas a abraçarem-se.

Terça-feira foi um dia assim meio estranho. Não estava com paciência para falar com ninguém, nem para as aulas, nem para nada e não, não estava com o período e estas coisas de mudanças de humor não são coisas que me afectam. Não dirigi a palavra ao A., pouco falei com o Zic, que desertou no final da aula de Português o D., vi-o na aula de Inglês e cobrou-me um Olá, pois ainda não lhe tinha falado. Como sempre sentei-me ao pé do G., que me colocou logo de bom humor, porém, a vontade de falar não surgiu. Estive a aula toda deitada no ombro dele, enquanto os outros grupos apresdentavam os seus trabalhos.
A aula de Psicologia passou por mim, não abri a boca, não me interessei por nada e só não dormi porque o A. lá me obrigou a estar acordada. Assim que tocou saí disparada e fui para casa. Acho que nem disse adeus às pessoas da minha turma.
Enfim, há dias assim... 

Quarta-feira... Tive as minhas três aulas, almocei na escola e fiquei por lá até as sete e meia a ajudar duas colegas minhas a estudar História, pois iam fazer uma ficha de recuperação. O tempo passou com uma rapidez imensa! A conversa que foi surgindo também ajudou, porém, a parte boa foi que o estudo valeu a pena.
Felizmente, faço parte do grupo de sortudos que não tem horas de chegar à casa; desde que esteja bem, não há nada com que me tenha de preocupar.

Quinta-feira estive quinze minutos na aula de História, por causa da ficha de recuperação, passei o furo com mais alguns colegas e fui para Inglês. Apresentei o trabalho com o G. e mais duas colegas minhas e, como não havia mais nada para fazer, fui para casa.

Sexta-feira, depois de uma aula de Psicologia e de Português fiquei na escola a fazer o trabalho de História, levei noventa minutos, com o A. e a Li, pois o nosso tema está no livro de Geografia do ano passado. Depois de fazermos o trabalho, ou grande parte dele, eu e o A. ainda ficamos na escola, à conversa com o G. até as três horas. Foi divertido, a Jé depois juntou-se a nós, mas em pouco tempo foi-se embora. 
Adoro estar à conversa com estes dois. E tenho de admitir que, se depois do secundário perder o contacto com estes dois, vou ficar muito triste.
Finalmente, na hora de ir para casa, fui com o A.

Ah! Hoje, Sábado, decidi começar a juntar dinheiro para comprar um Kindle. Remodelei o meu mealheiro, um que tenho desde a primária, com a evolução das moedas até o Euro e este foi o resultado.
 
O Kindle que quero comprar...
O meu meadlheiro depois de remodelado















Quanto ao preço deste meu futuro amiguinho... bem... 159€ é o valor mínimo e o outro que mais me agradou, custa 199€. É caro, sei bem, porém, acredito que vale a pena.
Tenham um bom Sábado. 

Nameless

420# Psicologia: Objecto de estudo... - 2#


Querem um objecto de estudo? Levem o meu professor de Psicologia que prefere ver-me fazer barulho a saber que estou a ler um livro em silêncio. Ao que parece, é um incómodo muito grande a minha falta de palavras logo pela manhã...
É o que digo, detesto este homem, é insuportável, egocêntrico, convencido, sexista e um pouco machista e tem a mania que é a melhor pessoa do mundo... ou então odeio que me interrompam a leitura, ou ambas as opçoes!
A sério, o homem é... tão ele mesmo que não consegue dizer de si mesmo o mais pequeno dos seus defeitos. 
Agora imaginem a minha paciência para um professor assim até Junho... Estou mesmo a ver que vou ter de me aplicar e concentar-me na pequena expressão Fighting! Sim, Nameless, tu és capaz... ou então acabarás por ir para a rua com uma falta disciplinar, o que é mais provável...pois não comes, não falas, não mexes no telemóvel nem dormes na sala, mas porque lês um  livro enquanto os teus colegas chegam à sala...
Sejamos honestos, isto vai correr mal.
Bom fim-de-semana, amanhã posto o semanário


Nameless

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

419# Verdade

Imagem retirada daqui

A verdade é que as imagens carregam histórias que já não consigo contar...

Nameless

418# A little bit of you is what I need...


Estava a passear pelo 9Gag e encontrei esta imagem e recordei-me de todas as vezes em que cantava e dançava esta música... ^.^ E agora, por alguma razão, acho que arranjei uma nova música para despertar. 


domingo, 24 de fevereiro de 2013

417# Vida - 13#


As pessoas falam comigo e pedem-me novidades, na esperança que eu tenha dramas para contar, ou que lhes diga que finalmente arranjei um namorado. No entanto, não tenho nada disso para fazer. Não sou propriamente do tipo romântica e nem me vejo apaixonada por ninguém. Além disto, a minha vida é bastante calma e é assim que gosto dela. De que me servem as confusões e as frustrações? De nada. Já me basta ficar irritada com as personagens das minhas histórias e ter de lidar com os meus compromissos e tarefas
Não sei quanto a vocês, mas a minha vida é bastante agradável, sem colocar os problemas pessoas que vão surgindo à parte. 

Boa semana!

416# Desafio: 30 Dias - Dia 15: Uma imagem/fotografia que signifique algo para ti - 16#

Esta imagem e outras quaisquer que falem sobre gostarmos de nós mesmos, para mim, têm imensa importância, porque houve alturas em que detestei ser quem era e hoje entendo como é importante adorar-me.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

415# Pseudónimos

Não há melhor pensamento do que aquele que é criado ao olhar para a Lua...__ Nameless
 Esta tarefa de encontrar um pseudónimo para o concurso literário, tem vindo a tornar-se bastante interessante. E porquê? Porque decidi fazer uma pesquisa na net ao fim de ver a minha tarefa facilitada, todavia, apenas serviu para que me risse um bocado, porque encontrei um gerador capaz de criar combinações aleatórias de nomes consoante a sua origem. 
É possível escolher o número de nomes que querem, tendo em conta as opções oferecidas. Podem também também escolher anagramas, nomes mais usados, nomes franceses, chineses ou até russos. Enfim, ao vosso gosto.
Eu estive a fazer algumas tentativas (falhadas) e isto foi o que consegui:
Anastasie Funanya Nosipho
Adara
Claudette Xavia
Christine Kaylin
Giselle Elyse
Velda Hunter Mariah
Titty Frannie Mylène
Anabela Jillie Sabryna
Frannie Haylie Kandi  
 Aaliyah Jasmine Renae 

Bem, creio que tenho de continuar a tentar ou então arranjar um por mim mesma, porque quero qualquer coisa com significado e que combine comigo.
E para os que vão participar, já sabem com que nome se vão inscrever?

Tenham uma boa noite, 

414# Velhice



Não... não quero ser jovem para sempre. Ao contrário de muita gente, não tenho medo de ficar velha, na verdade, tenho medo de olhar para trás e entender que não fiz nada de que orgulhasse enquanto era jovem.
Se for para dizer que quero ser eternamente jovem... sim, jovem de mente e espírito!
With love, 

413# Semanário Adolescente - 11#

Podia dizer que... O loirinho é o G., a de top roxo é a Sassá, a de laranja sou sou eu e o de t-shit verde é o A. ^.^ 

Esta semana passou a correr, o que foi completamente estranho para mim, porque parece que não fiz muita coisa - e não fiz mesmo. ^.^
Segunda-feira tive História e Educação Física, com um furo pelo meio, como sempre, fiquei com o D. e o A. o Zic sumiu, não sei bem para onde, mas também não pensei muito nisso, deve ter ido para casa ver animes. Não fizemos grande coisa em nenhuma das aulas, no entanto, decidi aventurar-me nas aulas de física e fazer cambalhotas e saltos que nem uma doisa. Só não me meti na barra fixa, mas este desafio fica para esta semana que vem.
Juntamente com a Morgana fiz cambalhotas saltadas, cambalhotas a frente e atrás de pernas abertas, atrás, de pernas fechadas, porém, ainda não a consigo fazer incluindo o pino. Logo, aí, não vou ter o nível elementar. Como sempre fizemo a roda - que ora sai bem, ora sai mal -, o avião - coisa mais fácil não há - e a ponte. Pois bem, a ponte é algo que me diverte fazer, porque consigo andar, como se fosse a raparoga do filme Exorcista, naquela cena em que ela desce as escadas e volta a subi-las. Para finalizar,estivemos a criar a sequência: avião; cambalhota a frente com pernas abertas; cambalhota atrás com pernas abertas ou fechas (incluindo o pino); pino (caso não tenha feito); roda e ponte. 
Creio que é isto, nada de complicado. Dentro de duas semanas é a avaliação, vamos ver como é que corre. Desejem-me sorte!
Terça-feira foi um dia calmo, recebi o teste de Português e deixem-me dizer-vos que tive uma nota miserável, 14,5. Embora tenha sido a segunda nota mais alta, ou terceira, como quiserem encarar, pois a Morgana teve exatamente os mesmos valores que eu, para esta disciplina, posso dizer que não é o suficiente.
Os meus rapazes tiveram positiva, não sei bem as notas, todavia, foram mais baixas do que as minhas.
Neste mesmo  dia recebemos o teste de Psicologia, tive 15,1. É uma nota razoável, contudo, não fiquei contente. Continua a ser das notas mais altas da turma, porém, tenho a perfeita consciência de que posso tenho de fazer melhor para subir a nota e terminar com um 18 à disciplina.
Quarta-feira foi o pior dia da semana, porque, depois de Física, que foi uma ótima aula,  tive teste intermédio de Língua Portuguêsa. Correu bem, porém já sei que tenho menos dois pontos e, muito possivelmente, menos três. A composição está fraca, sei bem disso, mas espero que, dos 50 pontos, me dê 30, 33 ou mesmo 35.
Para não melhorar o dia, depois do teste, tive Português - lindo, eu sei.- Não corrigimos o teste todo, apenas as escolhas múltiplas, onde errei uma e a pergunta sobre as orações, que também errei, por distração. O resto da aula foi impossível de se aturar, estava imenso barulho e era impossível ler qualquer coisa e ouvir o que a professora dizia. Conclusão: fiquei complitamente irritada e não abri a boca durante a aula toda. Tive é pena do A., que queria falar comigo e não podia, porque eu não estava com paciência e, no final da aula, mal lhe disse adeus como deve ser e fui-me logo embora.
Quinta-feira... Teste de História... 13 valores... e continua a ser a terceina nota mais alta da turma. Não sei se estão a perceber o cenário da minha turma, mas as notas estão super baixas. Houve 8 negativas em 24 alunos. Isto é péssimo! Tenho de conseguir uma ótima nota no trabalho para conseguir o 14 na pauta e conseguir o 16 no final do ano e subir a minha média a esta disciplina. Ainda tive Inglês nesse dia. Mais uma aula onde fizemos tráfico de bolachas, por assim dizer. ^.^ Foi divertido, porém, tenho um trabalho para apresentar e não me apetece nada fazê-lo -.-'' Isto, porque tenho um sotaque estúpido quando falo Inglês - se bem que até tem a sua piada -, a minha turma é uma cambada de snobs com a mania que são muito bons. Mas, honestamente, nem me aborreço, no que se trata a falar, tenho de admitir que sou a melhor que aquela turma tem.
E finalmente Sexta-feira... Não fiz nada. Comecei a ver um filme em Psicologia: D. Juan DeMarco, com o Mr. Johnny Depp e adorei cada minuto da película, que ainda não terminamos de ver. Na aula de português... acho que estive meio a dormir, meio sem fazer nada, meio a responder, meio irritada por ter aulas a quais não vale a pena ir. O que me vale é que sempre tenho o A. com quem gozar e falar e lá me vou divertindo. Após esta querida aula, pude dizer que a minha semana tinha terminado, mas fiquei mais noventa minutos como A., para preencher os imprensos da matrícula. Entrementes, ficamos a discutor futebol com o G. - sim, a Nameless discute futebol, principalmente se for para defender o Glorioso! (Para quem não sabe, é o Benfica) No entanto, em vez de preenchermos os imprensos de matrícula de exame, fomos jogar Pictionary, ou quase. Como não tinhamos os dados para jogar, nem a ampulheta, fizemos apenas os desenhos consoante os cartões que saíam. Minha gente, nunca vi tanta falta de jeito para desenhar junta.
Dos cinco /eu, o A. o G., a irmã dele, a Jé e a Sassá ficamos), apenas duas pessoas fizeram dois pontos, por isso, imaginem as nossas aptidões artísticas. Ao final dos 90 minutos fui para casa com o A. e assim terminou a minha semana escolar. 
xD 
E a vossa, correu bem ou nem por isso?
Um ótimo fim-de-semana!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

412# A NamelessGirl: Presente, Passado e Futuro (Com algumas referências à Ricardo Reis)

Cai chuva, cai granizo e eu apenas tenho vontade de sair de casa, de passear e de conhecer. Não conhecer-me a mim mesma, que isso faço todos os dias, aos poucos, num sentido Estoico,  Epicurista e, ao mesmo tempo, num sentido não Estoico nem Epicurista. 
Embora saiba que Ricardo Reis tem a sua ponta de razão, não consigo viver apenas o momento, aproveitar o presente e não tentar compreender o passado e muito menos não visualizar aquilo que quero para o futuro. É que, mesmo que não tenha noção alguma do que posso vir a querer, há que pensar no que é (im)possível desejar. 
E é entre estes pensamentos de filósofa de poltrona que me deixo estar quando não tenho a cabeça presa na sala de aula, ou em outro lugar qualquer. E é com ideias parecidas, ou totalmente distintas a estas que me encaminho para casa e de lá, ou daqui, não saio. Mas atenção, isto não quer dizer que me afasto, para me tornar numa pensadora a full time, mas sim que apenas não quero sair, porque estou a pensar. Apesar de ter a perfeita noção de que tenho tendência a afastar-me das pessoas e a ser um ser muito mais reservado do que a juventude em geral, não sou anti-social, apenas mais questionadora das coisas da vida. É que aprender, aprendemos todos, com modos e ideologias distintas, todavia, compreender o que aprendemos é mais lixado, porque é uma ótimo exercício para nos deixar a mente completamente fucked up and twisted.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

411# Auto-estima - 3#

"Uma rapariga confiante faz a merda que quiser.
<3"
Não sei quanto a vocês, mas eu amo esta imagem. I really do! Não me digo capaz de me expor assim, porém, também não me digo incapaz, porque conheço bem a minha falta vergonha e a minha coragem, todavia, também entendo na perfeição o meu bom senso e, não digo o meu arrependimento mas sim a minha consciência. Contudo, seja como for, admiro o que esta mulher fez. Na verdade, admiro a posição que todas as mulheres confiantes de si mesma fazem por si e pela posição que marcam no seu espaço diariamente. 
Embora estejamos em tempos de crise e numa altura em que ninguém sente vontade de sorrir, temos de mostrar que  a nossa felicidade está acima de qualquer valor monetário e que a nossa confiança não é abalada por nenhuma notícia má, ou por uma boca parva que lançam para o ar, apesar de sabermos que é para nós.
Smile! Love what you mama gave to ya and be happy with your life!
Girls, I'm out!

410# Eu e as ideias gerais que as mulheres têm sobre os homens



 
Enquanto estou sentada na cama com uma tablete de chocolate na mão – coisa que não aprecio, mas o meu pai comprou e não podia deixá-la indefesa perante dos meus irmãos mais novos –, matuto sobre a carrada de imagens e estados que invadem a página inicial do fantástico Facebook, onde a percentagem de gente inteligente tem vindo a diminuir e onde os homens são elevados a um estatuto de traidores, mentirosos e seres superficiais. O.K., talvez seja verdade, mas talvez essa verdade não seja assim tão correta.
Os homens também sentem. As raparigas também traem, tanto quanto qualquer outro homem e não é só por vingança. A atração por outra pessoa, mesmo estando numa relação, acontece, a decisão de “pular a cerca”, é que fica nas mãos de cada um.
E há rapazes sensíveis, muitos deles nem são gays, apenas são eles mesmos. E, para os que dizem que não, os homens ouvem! Escutam e comentam, muitas vezes para eles mesmos, porém, pensam sobre o que qualquer mulher diz, apenas preferem ignorar, ou distraem-se com outra coisa qualquer, porque as suas mentes não estão viradas para os problemas femininos ou outros que não lhes interessem. Eles têm as suas próprias avalanches. E tal como muitas de nós (mulheres, raparigas, como quiserem) não têm paciência para o futebol, eles não têm pachorra para lágrimas que surgem de pequenos e insignificantes dramas. Não os culpo por não aguentarem o que muitas contam. E eles observam, tomam atenção e comentam entre eles, apenas são maos discretos nesse ponto e mais unidos
Além disto, temos as mentiras. Os homens mentem, com todos os dentes que têm na boca, todavia, quando a situação aperta, mentimos todos. E queremos lá saber se estamos a falar com a nossa mãe ou com o nosso namorado! A boca apenas move-se e boa sorte! Com alguma audácia, conseguimosuma mentira bastante coerente.
Meus queridos, somos todos superficiais, minimamente! Gostamos de pessoas bonitas, bem-vestidas, até quando escrevemos uma história a personagem assemelha-se ao nosso ideal de pessoa. Claro que qualquer homem aprecia um bom par de mamas e um bom rabo a abanar-se, mas confessem, meninas, um gajo todo bom a passar por nós também é fantástico para limpar a vista (e para lhe pedir o número de telemóvel ainda melhor). Embora sejam capazes de apreciar uma mulher dita toda boa são também capazes de amar e respeitar aquela que têm ao lado. Aí preocupam-se, cuidam e fazem os possíveis para não perder o que têm.
Seja lá por onde formos, no final do dia, apesar das diferenças, somos todos humanos com a cabeça em água
Com isto, minhas senhoras, apenas vos quer dar uma pequena ideia de que não somos as únicas a ter problemas com o espelho, balança, coração, coragem, roupa ou calçado. Eles são mais despachados, pragmáticos, todavia, preocupam-se tanto quanto nós – se bem que eu me preocupo muito pouco. E tudo, para agradarem mulheres como vocês e eu.

409# Concurso Literário: Book It 2º Edição

 E a editora Book It lança a segunda edição do seu concurso literário.
É destinado a escritores, ou aspirantes de escritores, como se quiserem afirmar, que vivem em Portugal, que escrevem na língua nacional e nunca, atenção, nunca publicaram um livro.
E, por favor, não me venham com ideias de que não conseguem ou que não são bons o suficiente. Que se danem as desculpas! Não vos levam a lado nenhum, apenas oferecem uma atitude depressiva perante àquilo que podem vir a fazer de modo fantástico. Por isso, toca a escrever. Nem que seja num guardanapo (coisa que já fiz e até correu bem), mas tenta.
Tendo em conta estas condições, acredito que haja por aí imensa gente com ganas de participar e tentar a sua sorte. Eu também estou, confesso, contudo, não tenho nada terminado, ou pelo menos duvido que termine alguma coisa até o dia 31 de Maio. Esta data representa o limite para o envio dos trabalhos pelos correios.
Para aqueles que já estão a pensar nos tinteiros e nas folhas, relaxem, pois o documento deve ser enviado num CD-ROM. 
Se quiserem saber mais alguma coisa, cliquem na minha assinatura que vão parar ao link onde podem obter toda a informação necessária. 

Até logo,

PS: Como não sou de desculpas vou tentar terminar alguma coisa até o dia 19 de Maio, assim ainda tenho tempo para uma revisão. Desejem-me sorte!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

408# Desafio: 30 Dias - Dia 14: Um local que te transmita paz de espírito - 15#


Honestamente, Lisboa a noite!
Quem nunca caminhou pela calçada lisboeta, de sapatos na mão, em silêncio, a levar com o vento na cara e a entrar em plena madrugada, não conhece Lisboa por completo. Passear pelos bairros tortos enquanto um fado toca-me na mente e um par de bêbados discute os jogos de futebold e há dois anos, é impagável. É uma coisa pequena, mas que me agrada tanto...
Lisboa é uma cidade coberta de histórias e a sua madrugada esconde-as para aquele que olham e não veem. Talvez seja por isso que esta cidade me deixe tão calma quando silenciosa, porque eu quero escutar o que há por dizer. 



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

407# Vida - 12#


Se ao menos fizesse o mesmo em relação à vida... Isso sim seria de valor!
Tenham um bom dia, minha gente!



Nameless

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

406# Desafio: 30 Dias - Dia 13. Algo sem o qual não conseguirias viver - 15#

 (Não gosto de melancia, mas a imagem é fofinha)

A única coisa com a qual eu posso dizer que não posso viver, é a comida, porque, de resto, posso viver sem. Isto, excluindo pessoas e, mesmo assim, posso dizer que é o meu lado mamiliano a falar, pois, se fose o reptiliano, a conversa seria outra. Enfim, coisas da Psicologia.



Nameless

405# Feito e por fazer: Arrependimentos - 2#


Eu não nego as minhas palavras, mas também não as afirmo de todo. E o mesmo posso dizer quanto aos meus atos. Pessoalmente, não posso dizer que me arrependo de muitas coisas. Não. Arrependo-me apenas de uma coisa: de não viver mais do que realmente posso conhecer. Só disso é que me arrependo, mais nada. Há pessoas que passam metade das suas vidas a pensar em mensagens que mandaram, em coisas que disseram e em pessoas que já nem sabem, ou nunca souberam, os nomes dos próprios avós, quanto mais de quem os recorda.
Move on people!
Gosto de ter os olhos voltados para o presente e para o futuro.
Sempre quis ser fiel a mim mesma e creio que o tenho sido. Não me fico pela vontade, guio-me pelo que acho correto fazer e não pelo que os outros acham certo. Talvez seja essa mesma vontade de ser fiel a mim mesma que me faz pensar seriamente em estudar fora de Lisboa. Necessito de sair do meu espaço de conforto. Preciso de novos desafios e de novos rostos, de testar-me. 
O segundo maior arrependimento ainda não me afeta. Nunca trabalhei profissionalmente e mesmo aquele que pode ser considerado o meu trabalho não foi feito, até agora, com grande empenho, ainda estou a procura da coisa  que me leve a dar o meu melhor. Espero, sinceramente, que seja o meu curso universitário.
O terceiro, ter coragem de expressar os meus sentimentos... Faço-o, com mais frequência do que alguma vez poderia ter pensado, no entanto, não deixo nada por dizer, pelo menos do que me incomoda. E, se me alegra, aí é que falo e não tenho medo. A maior parte dos sentimentos são temporários, porém, aquilo que dizemos a alguém, num determinado momento, pode ser eterno.
Manter o contacto com os meus amigos... Recentemente mandei uma mensagem a uma pessoa de que gosto muito. Com quem me dei bem, falava até madrugada. Era uma pessoa da minha turma, quando estava na área de CT. Espera que ela me respondesse, porém, esperei mal, pois nem um obrigado por lhe ter dado os parabéns recebi. Não esperava nada, de forma alguma, contudo, podia-me ao menos ter-me respondido ao olá que lhe mandei. Embora me tenha aborrecido, e ainda aborreça um bocado, se for a pensar no assunto, vejo que a nossa amizade foi morrendo com o tempo, desde que mudei de área. Isto faz-me sorrir com escárnio, do mais puro que há, porque eu sempre procurei manter a amizade com esta pessoa, todavia, tenho de reconhecer a derrota e entender o que é meu, volta.
Por fim, deixar-me ser mais feliz. Vou deixar. Tenho de deixar. Tenho como resolução de ano novo pensar mais em mim e isso aplica-se à minha escolha de sair de Lx. Não posso cá ficar porque dava jeito à minha mãe ter-me em casa, ou porque alguns dos meus amigos vão sentir a minha falta. Não posso. Se baseio as minhas escolhas consoante àquilo a que me moldo? Sim. No entanto, está  na altura de deixar os moldes para trás e seguir comigo mesma pela mão. Egoísmo? Sim e ainda bem! É que, modéstia a parte, sou das leoninas (de signo) mais simpáticas e altruístas que conheço e isso até consegue ser irritante. Minha gente, de vez em quando, temos de ser egoístas. Esta coisa é nova para mim, porém, acreditem, acho que me vou sair bem.
Sejam quais forem os meus arrependimentos antes de morrer, espero que não sejam nenhum destes cinco. Espero arrepender-me por não ter visto o sol nascer no dia anterior, ou por não ter preparado uma refeição para a pessoa de quem mais gostar. Quero ter um arrependimento parvo, que me faça rir e não lamentar. Como já disse antes, quando falei da palestra, afinal, a vida tem mais celebrações do que ressacas. 

 



Nameless